<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706</id><updated>2012-02-27T17:48:40.094-08:00</updated><title type='text'>Parto de gente</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Glauber Piva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>65</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-7145832705289565625</id><published>2012-02-21T16:29:00.001-08:00</published><updated>2012-02-21T16:29:30.902-08:00</updated><title type='text'>Encontro de Assistência Humanizada ao Parto e Nascimento</title><content type='html'>Pessoal, convido vocês para um evento com pessoas muito especiais no mundo dos partos humanizados. São profissionais de ponta compartilhando suas experiências e ampliando nossas informações. O público alvo são todas as pessoas envolvidas ou interessadas no assunto "uma nova forma de nascer".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-K4R8j5KPU1Y/T0Q2qdMPRQI/AAAAAAAAAE4/CnLOEWiDTTg/s1600/Cartaz+Palestra+28-02.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-K4R8j5KPU1Y/T0Q2qdMPRQI/AAAAAAAAAE4/CnLOEWiDTTg/s320/Cartaz+Palestra+28-02.jpg" width="228" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-7145832705289565625?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/7145832705289565625/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2012/02/encontro-de-assistencia-humanizada-ao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/7145832705289565625'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/7145832705289565625'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2012/02/encontro-de-assistencia-humanizada-ao.html' title='Encontro de Assistência Humanizada ao Parto e Nascimento'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-K4R8j5KPU1Y/T0Q2qdMPRQI/AAAAAAAAAE4/CnLOEWiDTTg/s72-c/Cartaz+Palestra+28-02.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-3395088152523971483</id><published>2012-01-24T07:40:00.000-08:00</published><updated>2012-01-24T07:40:35.935-08:00</updated><title type='text'>Retorno com Coragem</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois de 1 ano e 9 meses sem escrever neste blog resolvi voltar. Eu precisava de um tempo para me organizar.&amp;nbsp;Fiquei longe, organizando as coisas - mais internas do que externas. Nunca fiquei completamente distante por que minhas entranhas nunca me deixaram, mas precisava preservar-me no me espaço, me organizando. Organizei o coração e a cabeça. Organizei os planos e os projetos. Eu dizia que não dava tempo, mas na verdade, era eu quem precisava de tempo. Tempo e coragem, talvez tempo para ter coragem. E a coragem ensaiava a chegar, mas ainda tímida, se afastava e se recolhia. E com a pouca coragem, diversas vezes ensaiei esta volta, mas ouso dizer que só agora a coragem chegou verdadeiramente. E aqui estou com coragem para continuar nessa busca!&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Falando em coragem. Compartilho um texto sobre coragem, publicado no Jornal Ipanema de 21.01.2012.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="color: purple;"&gt;Coragem de ter Coragem&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Precisamos aprender a ter "coragem de ter coragem", de lutar verdadeiramente por nossa felicidade e , em especial, por nossa qualidade de vida. Deixamos de viver o hoje, o agora, nos preocupando com os julgamentos e, no entanto, esses mesmos julgamentos aconteceriam e/ou acontecem de uma forma ou de outra.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É preciso ter "coragem para ter coragem" de sermos quem realmente somos, de sermos "o que acreditamos" ser realmente o melhor para nós, que pode, segundo o que acreditamos, nos trazer qualidade de vida, felicidade.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para isso precisamos aprender a ter coragem de romper com formas "cristalizadas" de pensar o que é certo, isso considerando que princípio é princípio, disso nem que queiramos conseguimos facilmente nos desfazer e acredito nem seja o ideal mesmo, pois é o que pode nos dar um norte para fazermos o que precisamos de forma mais "responsável" o possível. É preciso ter coragem de rever conceitos, reavaliá-los, desconstruir alguns, recriar outros e criar alguns de forma muito única, própria e , em especial autêntica, no sentido de legitimidade, veracidade, ou seja, o mais verdadeiro possível consigo mesmo. Para isso penso que é importante rever nossas vivências e confrontá-las com nossos conceitos aprendidos em nossa cultura, que mais &amp;nbsp;que de país de origem, nossa cultura "regional" e familiar.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É preciso que aprendamos a ter coragem de arcar com as consequências que nossa "coragem" trará, por que, infelizmente, a humanidade como um todo tem dificuldade de lidar com tudo que se apresente fora do "padrão" preconizado, estabelecido como o melhor!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim a probabilidade de "acertarmos" com o que as pessoas "julgarão" que é mais certo, melhor é, na maioria das vezes, pequena. Então voltamos a colocar: é preciso ter coragem de ter coragem" de acreditar que temos discernimento, capacidade suficiente de entender o que é melhor para nós, precisamos é "potencializar" essa capacidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As diferentes formas de agir são importantes até para que cresçamos e tenhamos parâmetros para nos referenciar do que realmente sentimos, pensamos, desejamos e podemos realizar. Ter coragem de ver "cara feia", ouvir "burburinhos", faz parte de nosso amadurecimento emocional de lutar pelo que realmente pode nos fazer bem, trazer qualidade de vida.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Compreensível que na teoria seja mais fácil, porém "quem disse" que viver era fácil? Não que seja difícil, mas com certeza dá trabalho e isso, por vezes faz com que fiquemos numa "área de conforto" e só nos incomodando quando a mesma vida nos prega uma peça, uma doença, uma perda que nos machuca muito. Enfim, que possamos aprender a aprender ter coragem de olhar para o que precisamos antes que sejamos obrigados a olhar por estarmos de certa forma impedidos de fazê-los ou então impedidos de mudar o rumo de nossas vidas." - Osimeire Tobias Mendes (Psicóloga Clínica e Terapeuta Sexual&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje, com muito mais coragem, volto para lutar pelo direito de todas as crianças a escolha da sua hora de nascer, e poder nascer de maneira mais amorosa, podendo ser recebida dignamente por este mundo, sem hostilidades longo no primeiro momento de vida fora do útero. Direito ao aconchego &amp;nbsp;do colo materno e paterno no primeiro minuto de nascimento. Direito de ter uma mãe realizada por que teve suas escolhas preservadas e agora pode estar mais presente para cuidar do recém chegado bebê.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agora que voltei, meu objetivo é escrever uma vez por semana neste blog e poder assim compartilhar tantas outras histórias sobre nascimentos meus e de outros, partos, pré-partos, pós-partos... entre outras coisas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Obrigada por terem esperado meu tempo e minha coragem!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-3395088152523971483?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/3395088152523971483/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2012/01/retorno-com-coragem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/3395088152523971483'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/3395088152523971483'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2012/01/retorno-com-coragem.html' title='Retorno com Coragem'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-5293175066108932849</id><published>2010-04-13T03:34:00.001-07:00</published><updated>2010-04-20T04:40:15.855-07:00</updated><title type='text'>Circular de Cordão: O Grande MITO!!!</title><content type='html'>Compartilho com vocês um texto maravilhoso de um médico obstetra também maravilhoso: Dr. Ricardo Jones. Neste texto ele comenta como as famosas Ciculares de Cordão não passam de um grande mito, mas que ainda levam a inúmeras cesáreas desnecessárias em nosso país. Deleitem-se com esta reflexão leve, agradável e muito profunda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);font-size:130%;" &gt;"Circular de Cordão"&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);font-size:130%;" &gt;(Dr. Ricardo Herbert Jones)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;"Minha experiência com circulares de cordão é razoável. Muitas pacientes me procuravam com medo de uma cesariana porque o seu médico falava que o cordão esta enrolado no pescoço, portanto uma cesariana era mandatária, sob pena do nenê entrar em sofrimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Circulares de cordão são banalidades na nossa espécie. Um número muitogrande de crianças nasce assim. Eu tinha a informação que a incidência erade 30%, mas talvez seja um número antigo ou inadequado. De qualquer sorte,uma quantia considerável de crianças vem ao mundo desta forma. Já tivepartos com 3 voltas bem firmes no pescoço, e com apgar 9/10.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É engraçado ver a expressão das pacientes quando conto pra elas que o que me preocupa não é o pescoço, mas o cordão. O fato do pescoço estar sendopressionado é pouco importante se comparado com a compressão do cordão. A fantasia da imensa maioria das mulheres (mas também dos homens) é que a criança está se ""enforcando"" no cordão. Elas ficam surpresas quandoexplico que o bebê não está respirando, então porque o medo da asfixia? Acontece que existe espaço suficiente para o sangue transitar pela estruturado cordão, protegida pela geléia de Warthon que o recobre, mesmo com voltasem torno do pescocinho. Além disso, se houver uma diminuição na taxa depassagem de oxigênio pelo cordão isso será percebido pela avaliação intermitente durante o trabalho de parto. E esse evento NUNCA é abrupto. DIPs de cordão, como os chamamos, ficam dando avisos durante horas, e são diminuições fortes apenas durante as contrações, com o retorno para umbatimento normal logo após. Marcar uma cesariana por um cordão enrolado no pescoço é um erro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei como é simples e fácil apavorar uma mãe fragilizada contando histórias macabras a esse respeito, mas a verdade é que não se justifica nenhuma conduta intervencionista em virtude deste achado. Por outro lado, a presença deste diagnóstico tão disseminado nos consultórios e nas conversas entre pacientes nos chama a atenção porque, se não é um problema médico, é uma questão sociológica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse exame parece funcionar como um acordo subliminar entre dois personagensescondidos no inconsciente dos participantes da trama, médico e paciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De um lado temos uma paciente amedrontada, desempoderada diante de uma tarefa que parece ser muito maior do que ela. Acredita piamente no que o""representante do patriarcado"" (no dizer de Max) lhe diz. Não retruca, não critica; sequer pergunta. Nada sabe, mas precisa do auxílio daquele que detém um saber fundamental aos seus olhos. Diante das incertezas, da culpa,do medo e da angústia ela se entrega, aliena-se. Fecha os olhos e coloca o"anel", que faz com que ela mesma desapareça, entregando-se docilmente aos desígnios dos que detém o poder sobre seu destino. Oferece seu corpo paraque dele se faça o que for necessário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na outra ponta está o médico. Sofre em silêncio a dor da sua incapacidade.Pensa baixinho para que ninguém leia seus pensamentos. Sabe que pouco sabe,mas também tem plena noção do valor cultural que desempenha. Nada entende domilagre do nascimento, mas percebe seus rituais, muitas vezes ridículos,outras vezes absurdos e perigosos, produzem uma espécie de tranquilização nas mulheres. Não se encoraja a parar de encenar, porque teme que não lhe entendam. Continua então repetindo mentiras, esperando que não descubram o quão falsas e frágeis elas são. É muitas vezes tomado pelo ""pânico consciencial"", que é o medo diante de uma tomada de consciência. Muitas vezes age como um sacerdote primitivo que, por uma iluminação divina ou por conhecimento adquirido, percebeu que suas rezas e ritos de nada influenciamas colheitas, e que o que governa estes fenômenos está muito além de suas capacidades. Entretanto, sabe que os nativos precisam dos rituais, que elepercebe agora como inúteis, porque assim se dissemina a confiança e a esperança. Mente, mas de uma forma tão brilhante, sofisticada e tecnológica,que deveras acredita no engodo que produz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ambos, mulher e médico, precisam aliviar suas angústias diante de algo poderoso, imprevisível e incontrolável. Olham-se e tramam o golpe. O plano que deixará ambos aliviados diante do enfrentamento. Mentem-se comos olhos. Eu finjo saber; você finge acreditar. Peço os exames. Todos. E mais um pouco. Procuro até encontrar aquilo que nos fornecerá a chave. A minúscula desculpa. Eu, com ela nas mãos, posso realizar os rituais que medesafogam da necessidade de suportar a angústia de olhar e nada fazer. Você,poderá escapar da dor de aguardar e fazer o trabalho por si. Poderá dizerque ""tentou"", mas, foi melhor assim. O nenê poderia correr perigo. Ocordão poderia deixar meu filho com problemas mentais, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Feito. Pedido o exame, lá estava: O cordão, mas poderia ser o líquido, aposição, a placenta, a ossatura, as parafusetas protodiastólicas. Quem se importa? O carneiro, a virgem, o milho, todos são sacrificados. Quem seimporta? Livramo-nos da dor. Anestesiamos nossas fragilidades e angústias. Ritualizamos, encenamos e todos acreditam. Nem todos! Alguns acordam, mesmo que leve muito, muito tempo. "&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dr. Ricardo Herbert Jones&lt;br /&gt;Médico obstetra e homeopata&lt;br /&gt;Porto Alegre - RS.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-5293175066108932849?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/5293175066108932849/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2010/04/circular-de-corao-o-grande-mito.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/5293175066108932849'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/5293175066108932849'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2010/04/circular-de-corao-o-grande-mito.html' title='Circular de Cordão: O Grande MITO!!!'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-1007940582308094562</id><published>2010-04-09T07:25:00.000-07:00</published><updated>2010-04-09T07:42:43.123-07:00</updated><title type='text'>Parto Humanizado retoma antigos procedimentos e devolve à mãe o controle do ritmo do seu corpo na hora de dar à luz</title><content type='html'>Compartilho com vocês um artigo publicado no Guia do Bebê da UOL :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;&lt;strong&gt;"&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://groups.google.com/group/ishtarbrasil/t/d53eb399a0a88f70" target="_blank" rel="nofollow"&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;&lt;strong&gt;Parto humanizado retoma antigos procedimentos e devolve à mãe o controle do ritmo do seu corpo na hora de dar à luz&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;&lt;strong&gt;"&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Leia o Artigo abaixo ou acesse pelo link:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://guiadobebe.uol.com.br/parto/parto_humanizado_devolve_a_mae_o_controle_no_parto.htm" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://guiadobebe.uol.com.br/parto/parto_humanizado_devolve_a_mae_o_controle_no_parto.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; "Parto humanizado retoma antigos procedimentos e devolve à mãe o controle doritmo do seu corpo na hora de dar à luz Grande parte das mulheres passam a gestação preocupadas com a hora do parto,afinal a própria palavra se tornou sinônimo de algo sacrificado, difícil e até mesmo doloroso. Mas será que a hora de receber o bebê aguardado por novemeses deve ser realmente traumátca? Para a enfermeira obstetra Andréa Porto da Cruz, não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com experiência na área de obstetrícia, a enfermeira é defensora do parto natural humanizado e diz que com este método a mulher pode ter total domíniodo momento do nascimento. “O parto natural ou humanizado representa uma retomada do método antigo de dar à luz quando a mulher dita o ritmo do parto, ela escolhe como terá o bebê e quando ele nascerá”, diz Andréa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A diferença entre parto natural humanizado e o parto normal é justamente amaneira como o processo é conduzido. No parto humanizado o atendimento é centrado na mulher, que é tratada com respeito e de forma carinhosa, podendo desfrutar da companhia da família, caminhar, tomar banho de chuveiro ou banheira para aliviar as dores. As intervenções de medicamento, aceleração do parto ou mesmo o tradicional corte vaginal acontece somente quando é estritamente necessário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Hoje o parto normal é mesmo um sofrimento. A mãe tem que ficar deitada todo o tempo em que está em trabalho de parto, geralmente com soro que acelera o processo, na hora do parto ela é removida para outra sala e recebe de qualquer forma o corte vaginal. Além de tudo isso ela não pode gritar, andar e muitas vezes fica sozinha durante este processo”, explica a enfermeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns hospitais oferecem uma situação mais acolhedora na hora do parto, com quartos que são usados antes, durante e depois do parto, mas a também enfermeira obstetra Karina Fernandes comenta que para isso toda a equipe deve estar preparada e disposta para enfrentar o trabalho de parto no ritmo da mulher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Karina acompanha partos em casa. Ela diz que a mulher que opta pelo partonatural deve estar disposta e consciente de que terá papel ativo no parto. A enfermeira, quando solicitada para este tipo de parto caseiro, acompanha a gestante desde o início das contrações até o nascimento e deve estar preparada para levar a gestante para o hospital caso o parto natural não seja realmente possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grande medo de toda mulher é a dor. Sobre isso, Andréa explica que elavaria muito de pessoa para pessoa e que ela pode ser aliviada de formanatural, com massagens nas costas, aromaterapia, banhos de chuveiro ou de banheira. O tempo em que a gestante fica em trabalho de parto também pode ser variado. Em geral a primeira gestação leva em torno de 16 horas, já as demais o tempo chega a 12 horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que os casos de intervenção sejam minimizados existem alguns procedimentos que podem ser feitos antes de se optar pela cesárea.“Colocamos a gestante para fazer alguns exercícios em bola de parto e outrosaparelhos para recolocar o bebê em posição para o parto. Vamos monitorando o tempo todo, com o partograma, que é um gráfico para avaliar a evolução do parto e no caso de necessidade de intervenção e em ultimo caso encaminhamos para a Cesárea”, diz Andrea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do fator humano e sentimental o parto natural também oferece umarecuperação mais rápida para a mãe e menos risco para o bebê, isso por que ao nascer de parto natural ele corre menos risco de aspirar liquido e também de infecções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje no Brasil são realizados 80% de Cesáreas em hospitais particulares. Narede pública este número cai para 35%, mas o número de nascimentos por partonormal ainda está muito abaixo do recomendado pela Organização Mundial daSaúde, que estipula uma média de 15% de cesáreas. "&lt;br /&gt;*Érica Rizzi*&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-1007940582308094562?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/1007940582308094562/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2010/04/parto-humanizado-retoma-antigos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/1007940582308094562'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/1007940582308094562'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2010/04/parto-humanizado-retoma-antigos.html' title='Parto Humanizado retoma antigos procedimentos e devolve à mãe o controle do ritmo do seu corpo na hora de dar à luz'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-4792706196937969427</id><published>2010-04-09T06:35:00.000-07:00</published><updated>2010-04-09T07:25:05.750-07:00</updated><title type='text'>Acompanhante de Parto</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;Quero compartilhar com vocês uma reportagem sobre acomanhante de parto que foi realizada pela TV Globo em São Carlos . Acessem pelo link!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://eptv.%20globo.com/%20emc/VID,0,%201,14591;2,%20acompanhante+%20parto.aspx" target="_blank" rel="nofollow"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;http://eptv. globo.com/ emc/VID,0, 1,14591;2, acompanhante+ parto.aspx&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;Abraço&lt;/span&gt;,&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-4792706196937969427?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/4792706196937969427/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2010/04/acompanhante-de-parto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/4792706196937969427'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/4792706196937969427'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2010/04/acompanhante-de-parto.html' title='Acompanhante de Parto'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-4955396263004302707</id><published>2010-02-17T03:33:00.000-08:00</published><updated>2010-02-17T03:47:45.837-08:00</updated><title type='text'>desneCesárea</title><content type='html'>Foi publicado na revista Pais &amp;amp; Filhos deste mês uma reportagem sobre Cesárea e Parto Normal que esclarece muita coisa. Além de números e estatística, está matéria trata de forma realista os diferentes aspectos sobre o tema. Para você que esta grávida ou que simplesmente gosta do assunto, vale a pena a leitura!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#993399;"&gt;&lt;strong&gt;(desne)Cesárea&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;por  Larissa Purvinni, mãe de Carol, Duda e Babi, com reportagem de Cíntia Marcucci, filha de Mariza e Emiliano, Paula Montefusco, filha de Regina e Antonio, e Sofia Benini, filha de Maria Paula e Nery.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;MAIS DE 70% DAS BRASILEIRAS QUEREM FAZER PARTO NORMAL, MAS SÓ 10% CONSEGUEM. FOMOS INVESTIGAR OS PRINCIPAIS MOTIVOS QUE LEVAM A ESSE DESCOMPASSO.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Amaioria das brasileiras (70%) gostaria de tentar o parto normal, mas muito poucas (10%) conseguem. O dado vem de pesquisa da Escola Nacional de Saúde Pública com colaboração do Instituto Fernandes Figueira, da Fiocruz, e da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro. Nosso país é campeão em partos cirúrgicos, com índices que atingem 43% do total de nascimentos e chegam a 80% nos hospitais particulares. Em certas maternidades, a taxa ultrapassa 98%, quando a Organização Mundial da Saúde recomenda que não passe de 15% dos partos. As razões esbarram em questões culturais e na realidade do nosso sistema de saúde. As mulheres também levam parte da culpa, segundo os médicos. “A mulher latina suporta mal a dor, a encara como sofrimento, não como algo que depois a leva a uma grande realização pessoal”, aponta o ginecologista e obstetra Carlos Czeresnia, pai de Débora, Liora, Diana, Jonathan e Ricardo. O obstetra Jorge Kuhn, pai de Renata, Clara e Otávio, concorda: “Muitas mulheres esperam um parto utópico: rápido e sem dor".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Parto no convênio&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O outro lado da questão envolve o sistema de saúde brasileiro, em especial os convênios médicos. “Um parto normal pode demorar de 8 a 12 horas e ocorrer a qualquer momento. O médico faz as contas e conclui que é mais econômico programar a cesárea”, avalia Czeresnia. Por outro lado, o obstetra Jorge Hodick-Lenson, pai de Íris e Rebeca e avô de Sofia, que vieram ao mundo pelas suas mãos, afirma que, mesmo para médicos particulares, pagos diretamente pela paciente, sem depender da tabela dos planos de saúde, a incidência de cesáreas é alta – cerca de 80%. “A cliente está pagando pelo tempo necessário para o médico ficar com ela durante o trabalho de parto e, ainda assim, ele faz a cirurgia sem indicação efetiva, já que não existem 80% de indicações médicas para cesariana. Isso poderia ser considerado uma verdadeira epidemia de patologias obstétricas”. Ou seja: seria como dizer que as brasileiras têm algum defeito de fábrica: não entram em trabalho de parto, não têm dilatação e por aí vai...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O obstetra vai além: “Há alguns anos eu fiz uma pesquisa com 2.000 mulheres, fiz duas perguntas durante a execução de exames de ultrassonografia de rotina ginecológica. A primeira foi: ‘Seu parto ou partos foram normais ou cesarianas?’. Quase que 80% responderam que foram cesarianas. A segunda pergunta foi: ‘Por que foi cesariana?’. Quase 80% responderam quase com as mesmas palavras: ‘Não tive dilatação’. Ou seja, dá a impressão de que a mulher brasileira tem um ‘defeito’ no colo do útero – que dilata em todas as mulheres do mundo, menos nela. Isso denota uma falsa informação e indicação quanto aos motivos da cesariana”. Traduzindo: os médicos indicam o parto cirúrgico sem real necessidade e minimizam os riscos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Cesárea segura?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Muitos profissionais insistem que, no caso do Brasil, a cesárea é tão segura quanto o parto normal, quando estudos mostram risco de morte quase 11 vezes maior em comparação às que fizeram parto vaginal. Há casos em que o doutor chega a dizer que não há diferença entre os dois tipos de parto, ambos têm vantagens e desvantagens, quando a evidência científica é a de que o parto normal é o melhor para mãe e bebê. Bebês nascidos por meio de cesárea têm risco quase 5 vezes maior de precisar ficar na UTI ou na semi-intensiva. Para os nascidos a termo, o risco de desenvolver desconforto respiratório é 7 vezes maior nos nascidos de cesáreas programadas do que nos nascidos de parto normal, porque o trabalho de parto serve para terminar o amadurecimento do bebê, principalmente dos sistemas respiratório, imunológico e nervoso. Muito disso ocorre por outro fator cultural, que é a confiança quase cega nos médicos, que faz muitas mulheres só se basearem no que seu obstetra lhes diz. Quando perguntamos sobre como convencer a mulher de que o parto normal deve ser a primeira opção, o dr. Kuhn, pai de Renata, Clara e Otávio, aponta que esse não é o caminho para reverter o alto número de cesáreas. “A palavra não é convencimento. A mulher precisa se informar adequadamente. Mas aí vem a comodidade tanto dela quanto do médico. Para o Ministério da Saúde é interessante investir no parto normal, pois, além de ser o melhor para o bebê e para a mulher, é mais barato e não apresenta os riscos de uma cirurgia. Os médicos não explicam sobre possíveis hemorragias e infecções, pois não é conveniente”. Ou seja: muitos médicos, no mínimo, omitem informações importantes. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;O papel do acompanhante&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma das investidas do Ministério é implementar a Lei do Acompanhante, que prevê a entrada de um acompanhante da escolha da mulher na sala de parto – sem custo adicional. “A mulher tem de confiar em si mesma e em quem está com ela. E se sentir acolhida no ambiente para ter a tranquilidade de esperar o curso natural do parto”, comenta Daphne Rattner, filha de Henrique e Miriam, especializada na área técnica da Saúde da Mulher do Ministério da Saúde. Desde o ano passado, quem tem convênio médico tem direito a uma enfermeira obstetra e a uma acompanhante de parto. A meta do governo é reduzir de 80% para 60%, até 2011, o percentual de cesarianas em partos cobertos por planos e seguros de saúde. Na rede pública, em que o percentual já é menor, a meta é reduzir de 30% para 25%. No entanto, neste ano, dados divulgados pelo Ministério da Saúde mostraram um novo aumento da taxa de cesarianas: em 2008, 84,5% dos partos cobertos por planos de saúde foram cesarianas; em 2004, a taxa era de 79%. Claro que a culpa não é só do médico. Muitas vezes, a própria paciente demonstra em suas atitudes, mesmo que diga que quer o parto normal, que não está realmente disposta a passar por tudo que ele implica. O que vale a pena, sempre, é ir atrás de informações e buscar, o mais cedo possível, um médico que esteja de acordo com a sua ideia de como deve ser o parto do seu filho. Conversamos com mulheres que queriam muito ter feito parto normal, mas acabaram fazendo o que, desconfiam, foi uma “desnecesárea” – e identificamos alguns dos principais motivos que levam a esse desencontro."&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se você quiser ter acesso a matéria diretamente na fonte, acesse o link:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://revistapaisefilhos.terra.com.br/htdocs/index.php?id_pg=112&amp;amp;id_txt=3100"&gt;http://revistapaisefilhos.terra.com.br/htdocs/index.php?id_pg=112&amp;amp;id_txt=3100&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-4955396263004302707?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/4955396263004302707/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2010/02/desnecesarea.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/4955396263004302707'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/4955396263004302707'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2010/02/desnecesarea.html' title='desneCesárea'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-8899910047792725037</id><published>2010-02-16T04:51:00.000-08:00</published><updated>2010-02-16T05:08:58.342-08:00</updated><title type='text'>Paternidade</title><content type='html'>Além de parto, gestação, cesárea, tem um outro assunto de TOTAL importância que tenho mencionado pouco aqui no blog, &lt;span style="color:#3366ff;"&gt;&lt;strong&gt;a Paternidade&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;. Então, para compensar com grande classe, compartilho (com muito orgulho) com vocês um texto escrito pelo mais novo papai da família Piva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vocês também podem ter acesso a este texto no blog :&lt;a href="http://glauberpiva.blogspot.com/"&gt;http://glauberpiva.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Paternidade é a chegada de um hipopótamo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_6hWG2N8VXQc/SdntrWMYFGI/AAAAAAAAAJ8/IR4W0jbyil4/s1600/Th%C3%A9o%2B082.JPG"&gt;&lt;/a&gt;Que ninguém duvide: paternidade é construção diária, descoberta que ultrapassa os limites da gestação e as obviedades várias. A maternidade, pelo o que percebo, nasce mais cedo. É percepção que se inicia física: a menstrução interrompida, os enjôos insuportáveis, o peito endurecido, a barriga que cresce, a pele bonita... são mudanças no corpo e nas relações em sociedade. Tudo muda quando chega uma grávida. Todos mudam quando a vida se anuncia por uma mulher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A paternidade é diferente. O ultrassom se apresenta e o homem vê, chora, ri, mas ainda não sabe o que sente, não entende o que se passa. De exame em exame, comporta no seu dia-a-dia mudanças radicais. A mulher que embarriga, os humores que se alteram, os cuidados que redobram, os assuntos que mudam e, principalmente, o mundo que se enche de descobertas e de informações que vão inundando o imaturo macho de responsabilidade projetada. Mas isso pode ser embelezado por lágrimas e palavras e fotos e carinhos, mas ainda não é paternidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela é construção lenta. A gravidez é o período das fundações. É determinante para a solidez do edifício, mas ainda não preenche entendimentos. Vem o primeiro choro, a primeira fralda, as noites de pouco sono, as belezas da convivência. E um pai vai nascendo aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mãe já está ali, plena. Já sentira no corpo a vida se renovando e, agora, contempla sua cria continuando seu corpo a partir de seu peito. Por um tempo, serão um, ou quase-um. Já o pai ainda tenta entender o que acontece. Nos primeiros meses oferece carinho e se põe de assessor. Ajeita a poltrona de amamentação, arruma o berço, compra coisinhas e oferece o colo nos intervalos, com intensidade e paixão. Mas, enquanto faz tudo isso, ainda luta por seu espaço, luta por entender sua nova vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O corpo onde se deleitava agora tem outro imperador. Que o homem lhe contemple pelas frestas do tempo, pelo cantos do desejo. Devagar e generosamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filho, que sabe ser seu, ainda não o descobriu totalmente e nem ele, que faz um monte de coisas, conseguiu transferir para seu corpo o que sua cabeça já sabe. Paternidade é conhecimento que vira sabedoria aos poucos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa relação pai e filho vai se construindo devagarzinho. No início são dois seres igualmente indefesos. Precisam se entender e se dispor a compartilhar. O entendimento e a cumplicidade vêm aos poucos, mas a tarefa da partilha é coisa pra gente grande. É preciso mudar de ponto pra que a vista se acomode e o novo seja leve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para superar fragilidades, só tem um jeito: muita dedicação. E aos poucos tudo vai se encaixando. Um dia, vendo um filme, o homem chora pensando no futuro da família. No outro, meses depois do parto, divide com a mulher um segredo. "Acho que só agora estou entendendo esse lance de 'ser pai'. Nosso filho é tão lindo..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tenho várias lembranças desse processo e sei que ele ainda vai longe. A gravidez foi uma longa viagem. Eu aprendi muito. Aprendi milhares de coisas que não sabia e que me ajudaram muito a me reorganizar. Mas um dia inesquecível foi quando o Théo tinha sete meses e, pela primeira vez, estando no colo da mãe, pediu para vir para o meu. Acho que neste dia eu virei pai de verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parir não é mão de via única. Quem pare, se pare também. Quem acompanha vai sendo parido aos poucos. Grávidas nunca estão grávidas só de um. Sempre são pelo menos dois: grávidas de outro, grávidas de si. Afinal, parir é partir, é romper, é chegar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o pai a gravidez é diferente, é gravidez de bicho grande. Quase nunca um pai é partido no parto, como um ovo quebrado que não se cola jamais. Um pai nasce devagar, como hipopótamo, cujo tempo é rarefeito: vem lentamente, ocupa os espaços e toma conta de tudo. Um pai também é partido, mas demora bem mais pra chegar."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí vai uma dica de blog que trata desse mistério tão pouco explorado: a paternidade. &lt;a href="http://serpaterno.blogspot.com/"&gt;serpaterno.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-8899910047792725037?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/8899910047792725037/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2010/02/paternidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/8899910047792725037'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/8899910047792725037'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2010/02/paternidade.html' title='Paternidade'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-4215699621210113349</id><published>2010-02-16T03:37:00.000-08:00</published><updated>2010-02-16T04:50:04.037-08:00</updated><title type='text'>A super modelo e o parto natural</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffcc33;"&gt;&lt;strong&gt;Adorei a reportagem que o Fantástico fez com super modelo Gisele Bündchen. De um jeito super simples e muito simpática ela contou do fabuloso parto natural domiciliar que ela vivenciou em dezembro último. Ter pessoas falando dos benefícios deste tipo de parto já agrega muito, agora ter uma figura como ela, que tem  a facilidade para ter um parto com todas as regalias que o dinheiro pode propocionar e ela optar por um parto simples, saudável para mamãe e bebê e além de tudo, o mais natural possível (assim como a natureza nos permite), é genial! Isso mostra muita consciência e entrega desta super modelo para vivênciar este momento de forma intensa.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Para que não pôde assistir a reportagem, segue o link ou um pouquinho da entrevista feita em Nova York por Giuliana Morrone:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1470857-15605,00.html"&gt;http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1470857-15605,00.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Fantástico traz entrevista exclusiva com a supermodelo brasileira, uma das mulheres mais belas do mundo. Ela revela que teve o filho de parto natural, dentro da banheira de casa e sem anestesia."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A fera está de volta! Gisele Bündchen se reencontrou com as araras de roupas, o estúdio de fotografia, o trabalho de modelo.“Quatro meses. É o máximo desde que eu comecei a trabalhar. Desde que eu tenho 14 anos, eu acho que nunca fiquei, com certeza. Não fiquei quatro meses sem trabalhar”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro trabalho, depois da gravidez, foi para uma marca brasileira. Gisele revelou que o recomeço foi difícil.“Eu fique preocupada. Pensei: 'será que eu vou conseguir fazer isso?’. Deu um momento assim na minha cabeça: será que eu vou conseguir incorporar? Só que aí eu fiz a primeira foto e estava meio perdida ainda com a luz, estava meio me encontrando, meio que ficando confortável com o meu corpo de novo. Depois da segunda foto eu consegui. Graças a Deus!”, conta Gisele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O corpo está impecavelmente em forma, seis semanas depois do parto. E olha que a Gisele é boa de garfo e de sobremesa! O corpo esguio e o rosto marcante conquistaram o mundo da moda. Segundo a revista Forbes, Gisele é a modelo mais bem paga do planeta. Ela saiu de Horizontina, no Rio Grande do Sul, quando era ainda uma garota. Foi para São Paulo, aos 13 anos, e fez um curso de modelo. Lá foi descoberta: nasceu a top model Gisele Bündchen. Gisele dominou passarelas internacionais, já foi capa das principais revistas de moda e é contratada a peso de ouro por grifes de roupas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A top model todo mundo já conhece, mas hoje a gente vai conhecer a mamãe Gisele Bündchen.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Como é que está essa aventura de maternidade? Viver esse novo momento?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffcc00;"&gt;Gisele &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;- Olha, está maravilhoso. Eu nunca na minha vida pensei que eu pudesse amar assim. Eu acho que você sempre escuta as pessoas falarem, mas acho que você não sabe realmente o que é isso, a não ser quando você realmente vive isso, dessa maneira. Então, eu não poderia estar mais feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fantástico - Como é&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;que está a sua relação com o bebezinho? Como é que vocês estão se dando? Essa nova família?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffcc33;"&gt;Gisele&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;- Nossa, está maravilhoso. Tipo assim, 24 horas é ao redor dele assim. Eu acho que eu fico o dia inteiro olhando para ele. Tudo é em função dele. Acho que é um sentimento muito de se doar. Você não pensa mais em você. Acho que a primeira vez que eu me vi no espelho foi quando eu cheguei no estúdio. Porque acho que fazia um mês e meio que eu não me olhava, porque você está naquela história de cada duas em duas horas amamentar. E você não dorme muito bem. Mas você esquece tudo isso, porque, quando você vê a carinha do anjinho você fala: ‘Esquece’. Está tudo ali. Isso é que é o mais importante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gisele ficou grávida meses depois do casamento, em fevereiro do ano passado, com o jogador de futebol americano, Tom Brady. Brady é idolatrado nos Estados Unidos. Considerado um dos melhores da história americana, tricampeão nacional jogando como "quarterback" - jogador responsável pelos passes. Os jovens lindos, famosos e milionários sempre mantiveram a vida pessoal com discrição. Brady já era pai de John, de 2 anos, filho do primeiro casamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a gravidez, Gisele se cuidou e trabalhou até o oitavo mês. “Eu queria estar muito saudável para o meu filho. Tudo o que eu comia eu tinha noção de que estava indo para ele. Então, eu comia super saudável. Eu estava fazendo kung fu até os nove meses de gravidez”, conta a modelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 8 de dezembro do ano passado, jornais do mundo inteiro divulgaram o nascimento do bebê. Disseram que ele nasceu em um hospital em Boston, mas Gisele revelou para o Fantástico que teve o parto em casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffcc00;"&gt;“O meu foi na banheira. Foi um parto na água. É que eu me preparei muito. Eu queria muito ter um parto em casa, sempre achei muito importante. Eu queria ter muita consciência na hora do parto. Eu queria estar consciente e presente do que estava acontecendo. Eu não queria estar dopada, anestesiada. Eu queria sentir, eu queria estar presente. Então, eu fiz bastante preparo. Eu fazia yoga bastante antes do parto. Eu fazia bastante meditação. Então, eu consegui ter um parto super tranquilo em casa. Ele nasceu super tranquilo. Ele é um anjinho por causa disso. Ele nasceu, não chorou, ele ficou o tempo inteiro no meu colo. Então, ele nunca saiu de perto de mim. A minha mãe estava lá. Meu marido, minha mãe e a parteira." "Eu vou te falar uma coisa, não foi dolorido nem um pouco, porque, durante todo o tempo, a minha cabeça estava tão focada. A cada contração era assim: 'o meu bebê está mais perto, ele está mais perto'. Então, não foi aquela coisa assim: ai que dor! Com cada contração, ele está chegando mais perto de mim. Eu transformei aquela sensação intensa que acontece para todo mundo, em uma esperança de ver ele chegar mais perto. O trabalho de parto durou oito horas".&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E o melhor foi a recuperação, depois do parto. “No segundo dia, eu estava caminhando, eu estava lavando a louça, eu estava fazendo panqueca. Vamos embora, bola para frente, eu não tenho tempo para ficar sentada na cama”. A Gisele entrou no camarim pedindo pressa, porque ela quer ir embora logo para amamentar o Benjamim. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“Ele está mamando só no peito. E minha mãe está aqui, graças a Deus. A minha santa mãe. Todo mundo tem que ter uma super mãe. Eu espero ser uma mãe tão maravilhosa quanto a minha mãe foi para mim”. “Eu quero que ele esteja perto. Se pudesse ser só eu, seria maravilhoso, mas eu não iria dormir nunca. Quando eu vou dormir, eu falo ‘mãe você cuida dele um pouquinho’? Daí eu fico tranquila, porque é minha mãe", revela Gisele. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A modelo também fala sobre como está o dia a dia. "Eu não tenho babá. Mas quem precisa de babá quando você tem uma super mãe", afirma. O mais difícil, ela contou, foi a escolha do nome. Brady e Gisele queriam um nome que soasse bem em inglês e em português. "Eu sou brasileira e ele é americano, então cada um tem um sotaque. Eu adoro David, mas aí ele não gostava. Eu gostava de Joaquim, ele achava que era Joaquim e não iria ficar bom. Procuramos um nome que que ele gostasse e que parecesse bom nos EUA e também no Brasil. Eu falei: 'não vou ter um nome americano, o meu filho é brasileiro. Que história é essa?'", brinca Gisele. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“A gente está chamando ele de Benjamim. Eu chamo ele de meu amorzinho. O que eu posso fazer? Para mim ele não tem nome, ele é meu benzinho, meu amorzinho”. Gisele disse que só vai conversar com o filho em português. “Com certeza, ele vai bastante para o Brasil. Com certeza, ele vai estar muito envolvido, com minha família inteira. Obviamente, eu moro aqui nos EUA e ele vai falar inglês. E vai também fazer parte dessa cultura. O pai dele é americano. Mas com certeza ele não deixa de ser brasileiro. Ele também é metade brasileiro. Ele também é ünchen. Ele não é só Brady!”, diz.Gisele se deu conta da riqueza que a maternidade traz para a mulher. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“Eu acho que você não tem como passar por uma experiência dessas e não mudar. A prioridade da minha vida mudou, porque agora a prioridade é ele. Nada mais é importante do que meu filho. E tudo é para ele. Eu quero ser a melhor mãe possível. Eu quero ficar mais saudável, eu quero tudo para ser a melhor mãe que eu possa ser para ele”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A repórter Giuliana Morrone pergunta se Gisele tem uma foto dele e pede para a modelo mostrar. “Eu tenho foto, mas eu não posso mostrar não. Mas com o tempo vocês vão conhecê-lo. O máximo que eu puder fazer para manter  a privacidade, eu vou fazer. Eu trabalho com a mídia. Mas ele, não. Ela só é meu filho. Ele não precisa disso”, diz a modelo. "&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-4215699621210113349?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/4215699621210113349/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2010/02/super-modelo-e-o-parto-natural.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/4215699621210113349'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/4215699621210113349'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2010/02/super-modelo-e-o-parto-natural.html' title='A super modelo e o parto natural'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-4519585070799034426</id><published>2009-12-31T05:53:00.000-08:00</published><updated>2009-12-31T06:00:38.225-08:00</updated><title type='text'>Dúvidas e Resposta sobre PARTO!!!</title><content type='html'>&lt;h4 style="color: rgb(153, 51, 153); text-align: justify;"&gt;A revista Crescer, publicou na edição de Dezembro de 2009 uma reportagem com perguntas e respostas sobre o parto. Confesso que achei uma evoluçãozinha nas resposta e na visão sobre o parto!!! Para as gestantes do momento, acho que é mais um artigo que vale a pena uma leitura!!&lt;/h4&gt;&lt;h4 style="text-align: justify;"&gt;"15 respostas - para o que toda grávida sempre quis saber - sobre o parto&lt;/h4&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;                                                                       &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Você tem medo da dor ou quer saber qual a anestesia ideal? Veja as dúvidas mais comuns das gestantes e procure relaxar&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;                                                        &lt;br /&gt;                                                                                                                              &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;" class="fotoMateria box480"&gt;&lt;img class="foto" alt="Shutterstock" src="http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/foto/0,,22517221,00.jpg" width="480" height="300" /&gt;                &lt;!-- foto480 --&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;        &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Depois das novidades da &lt;strong&gt;gravidez&lt;/strong&gt; - como os &lt;strong&gt;&lt;a href="http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI11977-10566,00-ENJOO+NA+GRAVIDEZ+O+QUE+FAZER+PARA+AMENIZAR+O+DESCONFORTO.html"&gt;desconfortos&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, os &lt;strong&gt;&lt;a href="http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI89640-10556,00.html"&gt;ultrassons&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, as &lt;a href="http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI71477-10493,00-PERGUNTE+AO+DR+TABORDA+MUDANCAS+FISICAS+E+EMOCIONAIS+NA+GRAVIDEZ.html"&gt;&lt;strong&gt;emoções&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; -, é comum, principalmente se você estiver no &lt;strong&gt;&lt;a href="http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI1568-10554,00.html"&gt;terceiro trimestre&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, que a sua preocupação seja com o &lt;strong&gt;parto&lt;/strong&gt;. Saiba que esse sentimento é normal, mas procure relaxar. Há muitos mitos em torno do assunto - como a &lt;strong&gt;dor&lt;/strong&gt;, a &lt;strong&gt;anestesia&lt;/strong&gt; ideal -, e tenha certeza: o parto é mais tranquilo do que se imagina. Foi pensando em deixar você mais calma que respondemos às principais dúvidas das grávidas a respeito do nascimento do bebê. Lembre-se ainda de que conversar com o seu médico é fundamental. Não tenha vergonha de perguntar.&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;       &lt;strong&gt;1 - Quais são os sinais de que o parto está próximo?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Para 60% das mulheres, o sinal de largada são as cólicas, que começam na parte final da coluna - ou na bexiga - e são acompanhadas pelo endurecimento do útero. Você também pode perceber que chegou a hora se houver vazamento de líquido amniótico pela vagina depois que a bolsa estourar, se tiver um pequeno sangramento ou, ainda, se eliminar o tampão mucoso que protege a entrada do útero. Em menos de 2% dos casos, a mulher não apresenta nenhum indício de que o bebê está chegando.&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;       &lt;strong&gt;2 - Quais são as fases do trabalho de parto?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A primeira etapa começa quando as contrações ficam ritmadas, de dez em dez minutos, e seu útero chega à dilatação completa, de dez centímetros. A segunda fase é a de expulsão do bebê, quando você fará força. A última é chamada de dequitação e acontece quando a placenta sai pelo canal do parto, normalmente dez minutos após a saída do bebê.&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;       &lt;strong&gt;3 - Quanto tempo pode durar um trabalho de parto?&lt;br /&gt;       &lt;/strong&gt;Os médicos consideram que a gestante entrou em trabalho de parto quando tem mais de três centímetros de dilatação no útero. Desse momento em diante, um parto demora de oito a 18 horas.&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;       &lt;strong&gt;4 - Como são as contrações?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Você vai sentir que a barriga fica bem dura e também uma dor semelhante à das cólicas menstruais, nas costas, na altura do sacro, vindo em direção ao abdômen. Essa dor começa fraca, intensifica-se no pico da contração e depois some, como uma onda. Conforme o trabalho de parto avança, as contrações ficam mais frequentes, fortes e demoradas. No intervalo entre elas, você não vai sentir nada. É importante saber que, a cada contração que passa, é sinal de que logo você estará com seu filho no colo!&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;       &lt;strong&gt;5 - É possível deixar esse momento antes do parto mais confortável?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Técnicas de relaxamento e respiração e massagens circulares nas costas ajudam muito durante o trabalho de parto. Caminhar contribui para diminuir a dor das contrações e controlar a ansiedade. Procure uma posição que seja mais confortável para você, sentada ou em pé. Outra opção para alívio das dores é ficar em imersão numa banheira de água quente. Procure respirar de maneira profunda e lenta, inspirando pelo nariz e expirando pela boca, isso melhora o oxigênio que vai para o bebê.&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;       &lt;strong&gt;6 - Quando devo ir para a maternidade?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Quando você começar a sentir contrações regulares, com intervalos diminuindo e a intensidade aumentando. Uma dica é se deitar um pouco depois de um banho quente. Se as contrações diminuírem ou pararem, ainda não deve ter chegado a hora.&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;       &lt;strong&gt;7 - Vou precisar raspar os pelos pubianos?&lt;br /&gt;       &lt;/strong&gt;Antigamente, os médicos faziam a tricotomia (raspagem total) por achar que facilitava a higiene. Mas a prática caiu em desuso, pois as fissuras provocadas pela depilação aumentam as chances de infecção. O ideal é manter os pelos aparados ou curtos.&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;       &lt;strong&gt;8 - O que é melhor: parto normal ou cesárea?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Tanto para a mãe quanto para o bebê, o parto normal é mais saudável e menos arriscado. A recuperação da mulher costuma ser mais fácil. Já a cesárea, como qualquer cirurgia, implica riscos. Se houver erro no cálculo da idade gestacional, o bebê pode nascer prematuro. É indicada quando não é possível realizar o parto normal ou quando a segurança de mãe e filho está em risco.&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;       &lt;strong&gt;9 - Quais são as opções de anestesias para o parto?&lt;br /&gt;       &lt;/strong&gt;Há três técnicas, e a indicação de cada uma delas depende de fatores, como o quadro clínico, a tolerância da paciente à dor e o estágio em que está o trabalho de parto. A anestesia peridural, mais fraca em relação aos outros métodos, permite a renovação da dose e não tira a sensibilidade da mulher aos movimentos. Na raquidiana, anestesia de efeito mais rápido e mais potente, a aplicação é única. A terceira opção é o duplo bloqueio, que combina as anteriores e é indicada para quem tem muita sensibilidade à dor e ainda está no início do trabalho de parto. No parto normal, pode ser utilizada qualquer uma das técnicas. Na cesariana, a participação da mulher não é importante, por isso, normalmente, os médicos usam a raquidiana.&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;       &lt;strong&gt;10 - Vou sentir dor no parto?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A anestesia acaba com a dor. No parto normal, em geral, os médicos esperam que a gestante esteja com 5 centímetros de dilatação para aplicar o analgésico. Isso porque as contrações representam um estímulo importante para o bebê. Os médicos, no entanto, admitem que quem deve indicar o momento da anestesia é a grávida porque o limite da dor é diferente de uma mulher para outra. É preciso ficar atenta para não se deixar influenciar por cenas de sofrimento no parto divulgadas em filmes, novelas. A realidade não é essa.&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;       &lt;strong&gt;11 - Quando é feita a indução do parto?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Quando o colo do útero não dilata o suficiente para a passagem do bebê ou demora demais e por algum motivo o parto precisa ser acelerado, o médico induz o útero a contrair, usando um hormônio chamado ocitocina, que é sintetizado em laboratório. Você o receberá injetado, por meio de um cateter no braço.&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;       &lt;strong&gt;12 - Quais são as melhores posições para ter parto normal?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O ideal é que você esteja confortável. Na hora da expulsão do bebê, você pode ficar apoiada sobre o lado esquerdo, com uma perna estendida e outra flexionada, recostada na cama, de cócoras ou agachada na água. A posição tradicional, deitada com as pernas em perneiras, facilita o acesso do médico ao bebê, mas exige mais esforço na hora da expulsr ão, já que a gravidade não ajuda. Também tem outra desvantagem: você não vê o bebê nascendo. Converse com o seu médico antes sobre isso.&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;       &lt;strong&gt;13 - Vou ter que fazer episiotomia? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Esse corte no períneo (a musculatura entre a vagina e o ânus) é feito para facilitar a saída do bebê no parto normal e evitar o rompimento dos tecidos nessa região. Ele acontece quando a gestante já recebeu a anestesia para o parto. Se não houve analgesia, você pode pedir um anestésico local. Alguns médicos nem a realiza mais, e nem sempre a mulher precisa fazer a episiotomia. Converse com o seu obstetra sobre esses detalhes antes do parto.&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;       &lt;strong&gt;14 - Onde é feito o corte da cesárea?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A incisão é feita bem pertinho da região dos pelos pubianos e tem, em média, 10 centímetros. Os pontos serão retirados duas semanas depois do parto. A cicatriz tende a sumir com o tempo.&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;       &lt;strong&gt;15 - Posso amamentar o meu filho logo após o nascimento?&lt;br /&gt;       &lt;/strong&gt;Tudo vai depender das suas condições de saúde e as do seu bebê. Se ambos estiverem bem, sim. A mamada na primeira hora favorece a capacidade de a mãe prosseguir com a amamentação com sucesso. Além disso, ela faz com que o bebê fique menos estressado e tenha a frequência cardíaca mais equilibrada. Além de todos os &lt;strong&gt;&lt;a href="http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI66388-15148,00.html"&gt;benefícios da amamentação&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, sugar o peito estimula a liberação de ocitocina na mãe, que incentiva contrações uterinas, expulsando a placenta."&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-4519585070799034426?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/4519585070799034426/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/12/duvidas-e-resposta-sobre-parto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/4519585070799034426'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/4519585070799034426'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/12/duvidas-e-resposta-sobre-parto.html' title='Dúvidas e Resposta sobre PARTO!!!'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-2653162879439637325</id><published>2009-10-08T04:39:00.000-07:00</published><updated>2009-10-08T04:46:12.178-07:00</updated><title type='text'>Do Bom e do Melhor</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;&lt;strong&gt;Leila Ferreira é uma jornalista mineira com mestrado em Letras e doutorado em Comunicação que, apesar de doutorada em Londres, optou por viver uma vidinha mais simples em Belo Horizonte.  E ela escreveu um bélissimo texto "DO BOM E DO MELHOR", isto me fez parar para pensar na nossa questão do Parto. Sempre convivêmos com o parto natural, domiciliar e de repente optamos pela cesárea. Seria esta a MELHOR opção sempre? Seria esta a melhor opção para nossos filhos nascerem? Acredito piamente que não. Então sugiro mais esta reflexão...&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;&lt;strong&gt;   &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;&lt;strong&gt;"Estamos obcecados com "o melhor". Não sei quando foi que começou essa mania, mas hoje só queremos saber do "melhor".  Tem que ser o melhor computador, o melhor carro, o melhor emprego, a melhor dieta, a melhor operadora de celular, o melhor tênis, o melhor vinho.  O bom, não basta. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;&lt;strong&gt;O ideal é ter o top de linha, aquele que deixa os outros pra trás e que nos distingue, nos faz sentir importantes, porque, afinal, estamos com "o melhor".  Isso até que outro "melhor" apareça - e é uma questão de dias ou de horas até isso acontecer. Novas marcas surgem a todo instante.  Novas possibilidades também. E o que era melhor, de repente, nos parece superado, modesto, aquém do que podemos ter.  O que acontece, quando só queremos o melhor, é que passamos a viver inquietos, numa espécie de insatisfação permanente, num eterno desassossego.  &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;&lt;strong&gt;Não desfrutamos do que temos ou conquistamos, porque estamos de olho no que falta conquistar ou ter. Cada comercial na TV nos convence de que merecemos ter mais do que temos.  Cada artigo que lemos nos faz imaginar que os outros (ah, os outros...) estão vivendo melhor, comprando melhor, amando melhor, ganhando melhores salários. Aí a gente não relaxa, porque tem que correr atrás, de preferência com o melhor tênis. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;&lt;strong&gt;Não que a gente deva se acomodar ou se contentar sempre com menos.  Mas o menos, às vezes, é mais do que suficiente.  Se não dirijo a 140, preciso realmente de um carro com tanta potência? Se gosto do que faço no meu trabalho, tenho que subir na empresa e assumir o cargo de chefia que vai me matar de estresse porque é o melhor cargo da empresa?  E aquela TV de não sei quantas polegadas que acabou com o espaço do meu quarto?  O restaurante onde sinto saudades da comida de casa e vou porque tem o "melhor chef"? Aquele xampu que usei durante anos tem que ser aposentado porque agora existe um melhor e dez vezes mais caro?  O cabeleireiro do meu bairro tem mesmo que ser trocado pelo "melhor cabeleireiro" ?  Tenho pensado no quanto essa busca permanente do melhor tem nos deixado ansiosos e nos impedido de desfrutar o "bom" que já temos.  &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;&lt;strong&gt;A casa que é pequena, mas nos acolhe.  O emprego que não paga tão bem, mas nos enche de alegria. A TV que está velha, mas nunca deu defeito.  O homem que tem defeitos (como nós), mas nos faz mais felizes do que os homens "perfeitos".  As férias que não vão ser na Europa, porque o dinheiro não deu, mas vai me dar a chance de estar perto de quem amo.  O rosto que já não é jovem, mas carrega as marcas das histórias que me constituem.  O corpo que já não é mais jovem, mas está vivo e sente prazer. Será que a gente precisa mesmo de mais do que isso? Ou será que isso já é o melhor e na busca do "melhor" a gente nem percebeu?"&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-2653162879439637325?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/2653162879439637325/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/10/do-bom-e-do-melhor.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/2653162879439637325'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/2653162879439637325'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/10/do-bom-e-do-melhor.html' title='Do Bom e do Melhor'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-1336798161898322069</id><published>2009-10-07T04:59:00.000-07:00</published><updated>2009-10-07T05:19:38.163-07:00</updated><title type='text'>Encontro de Gestantes!</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Hoje, quarta-feira (07/10) teremos mais um encontro de gestantes na &lt;span style="color:#ff6600;"&gt;Lilamoara&lt;/span&gt; (antigo Núcleo de Yoga) - Rua Domingos Fernandes, 65 Trujillo. Começaremos as &lt;span style="color:#ff9900;"&gt;19hs30min.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Espero você lá!!!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-1336798161898322069?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/1336798161898322069/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/10/encontro-de-gestantes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/1336798161898322069'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/1336798161898322069'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/10/encontro-de-gestantes.html' title='Encontro de Gestantes!'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-8253650592568688755</id><published>2009-10-02T03:20:00.000-07:00</published><updated>2009-10-02T04:25:00.628-07:00</updated><title type='text'>Exposição de Fotos - Parto com Prazer</title><content type='html'>O fotógrafo Marcelo Min vem fotografando, nos últimos anos, vários partos "conscientes", partos que podem ser mais ou menos dolorosos, caseiros ou hospitalares, com médicos ou com parteiras, mas que, sobretudo, são conduzidos por mães que sabem o que e porque querem.&lt;br /&gt;Hoje será a abertura de uma exposição na Unicamp, com fotos de vários partos que o Marcelo acompanhou. As fotos são lindas e emocionantes (um dos partos da exposição eu acompanhei e quase apareço em uma foto).&lt;br /&gt;Veja o relato abaixo e o link para as fotos da exposição (que estará aberta ao público de 02 a 30 de outubro). O texto é da jornalista Luciana Benatti.&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;&lt;/h3&gt;&lt;blockquote  style="font-family:arial;"&gt;&lt;h3 style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Se no parto há um desafio, é fazer com ele nos pertença. Que o primeiro instante da vida dos nossos filhos tenha a marca de nossa singularidade. Que eles não sejam arrancados de nós pela lógica do quanto mais rápido e indolor, melhor. Não somos um um colo que dilata, uma bolsa que rompe, um útero em contração. Somos essa vida que gerou outra vida. Cuja única possibilidade de imortalidade é dar à luz um novo ser.&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;h3 style="text-align: justify; font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Como a vida, o parto é caos, é dissonância. O que nos faz extraordinárias é justamente o fato de termos um ritmo próprio, que varia imensamente de mulher para mulher. Mas ao construir um parto aprisionado em protocolos médicos, que nega o nosso protagonismo, perdemos aquilo que nos humaniza. Se permitimos que nos roubem nossa consciência de que somos capazes de parir, nos deixamos reduzir a um corpo defeituoso, que se contorce em dores e é incapaz de se abrir para dar passagem aos nossos filhos. Abdicamos da marca humana. E assim, morremos enquanto mulheres.&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;h3 style="text-align: justify; font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Andréia, Denise, Erika, Eva, Ilka, Isadora, Josy e Vanessa, que souberam viver de forma prazerosa e singular a experiência de parir, não são diferentes de mim, nem de você. Cada uma a seu modo, em casa, no hospital ou na casa de parto, trilharam aquele que deveria ser um caminho disponível a todas as mulheres. Em sua busca, informaram-se e procurarm apoio em profissionais que acreditavam que elas seriam capazes. Por isso, mantiveram-se inteiras, com a consciência da vida vivida, num corpo que se preparava para a chegada de um filho. Pariram intensamente.&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;h3 style="text-align: justify; font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Marcelo Min, o autor destas fotos, descobriu no nascimento de seu filho Arthur, no final de 2007, que nem só de momentos árduos se faz um parto. A dor é um elemento sempre presente, constatou, mas não o único. Nem o mais importante. Confiança e medo, alegria e mau humor, energia e cansaço se alternam, se fundem e transbordam numa experiência emocionante e para sempre lembrada como prazerosa. É livre a mulher que contempla a travessia do parto não atenta a suas dores, mas apaziguada pela certeza de viver um momento único.&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;h3 style="text-align: justify; font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Cada um destes retratos é uma janela para o renascimento de alguém como mãe. Para a grandeza de maridos que as apoiaram e estiveram ao seu lado nessa busca. Para a generosidade do profissional que aprendeu a aceitar seus limites, respeitar a natureza do corpo feminino e intervir apenas quando necessário.  &lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;h3 style="text-align: justify; font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Estas imagens ganharão um sentido para cada um. A mim, elas mostraram como é possível unir duas palavras que a sociedade moderna teima em querer separar: parto e prazer. &lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;h3 style="text-align: justify; font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Para ver todas as fotos que fazem parte da exposição Parto com Prazer, clique &lt;a href="http://www.agenciafotogarrafa.com.br/temp/parto/D20091002_parto_unicamp/" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;h3 style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-8253650592568688755?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/8253650592568688755/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/10/exposicao-de-fotos-parto-com-prazer.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/8253650592568688755'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/8253650592568688755'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/10/exposicao-de-fotos-parto-com-prazer.html' title='Exposição de Fotos - Parto com Prazer'/><author><name>Glauber Piva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-2855745356919168101</id><published>2009-09-25T08:41:00.000-07:00</published><updated>2009-09-25T08:45:50.675-07:00</updated><title type='text'>Programa Papo de Mãe!</title><content type='html'>Ontem teve a estréia de um programa na Rede TV chamado de PAPO DE MÃE!!! O tema discutido por diversas pessoas foi PARTO!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que perdeu este programa será reprisado no seguintes dias: domingo (13h30), na segunda (12h30) e na terça (17h30).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem também o Blog: &lt;a href="http://www.papodemae.com.br/"&gt;http://www.papodemae.com.br/&lt;/a&gt; Divirtam-se e vejam um trechinho sobre o programa que retirei do blog comentado acima:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;"Com as mães convidadas e especialistas conversamos sobre parto normal, parto natural, cesariana. Parto em casa, em hospital público, em hospital particular. Uma das convidadas é a Liana que tem 6 filhos (ela teve parto normal e cesárea). Outra é a Marta, que está grávida e cheia de dúvidas. Tem ainda a Cristiane que tem cinco filhos (o parto do mais novo, de um ano, foi feito por um policial militar porque não deu tempo de chegar ao hospital – vamos mostrar imagens emocionantes) e tem a Renata que decidiu ter o segundo filho em casa dentro de uma banheira inflável. Há depoimentos de ginecologistas, obstetras, doulas (quem não sabe o que é vai descobrir no programa), nutricionistas e de policiais que já fizeram partos. Os filhos de quem trabalha no papo de mãe e também os dos convidados participam do programa. Um programa interessante pra quem pensa em ter filhos, pra quem está esperando a chegada de um bebê e também pra quem já passou por isso. Para as mães, os pais, os avós, tios e curiosos....Embora o papo seja de mãe todos da família participam!!!! Os homens também !!!" (Mariana e Roberta)&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-2855745356919168101?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/2855745356919168101/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/09/programa-papo-de-mae.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/2855745356919168101'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/2855745356919168101'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/09/programa-papo-de-mae.html' title='Programa Papo de Mãe!'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-1783129715876264326</id><published>2009-09-25T08:25:00.000-07:00</published><updated>2009-09-25T08:32:39.948-07:00</updated><title type='text'>Parto com Prazer</title><content type='html'>&lt;div&gt;Pessoal,&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Terá um evento com o tema da redescoberta do parto com prazer em Campinas na próxima sexta-feira. A equipe que estará trabalhando o tema é de altíssimo potencial. Vale a pena conferir!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Segue detalhes:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5385428236382212258" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 218px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_atyTUYaLcmo/SrzicqDrkKI/AAAAAAAAAEY/iLr9aI60PCI/s320/CARTAZ%5B1%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-1783129715876264326?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/1783129715876264326/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/09/parto-com-prazer.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/1783129715876264326'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/1783129715876264326'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/09/parto-com-prazer.html' title='Parto com Prazer'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_atyTUYaLcmo/SrzicqDrkKI/AAAAAAAAAEY/iLr9aI60PCI/s72-c/CARTAZ%5B1%5D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-5812824516927862814</id><published>2009-09-16T11:24:00.001-07:00</published><updated>2009-09-16T11:29:50.217-07:00</updated><title type='text'>Inveja do que, cara pálida?</title><content type='html'>Célia Musilli tem jeito descontraído e leve de escrever. Vejam só esta crônica e o valor dado para o corpo feminino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Segue uma crônica escrita por Célia Musilli&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;*O complexo de castração sob uma ótica leiga, desencanada e feminina*&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Dia destes me encontrei com um divã e não foi numa sessão de análise.  Encontrei-o por acaso na sala de uma amiga, cujo pai foi psicanalista e deixou de herança um divã azul e estiloso. Primeiro me reclinei sobre ele como uma personagem dos festins de Roma, a quem só faltava o cacho de uvas. E pensei que o divã deve ter cativado os romanos possivelmente por influência da Grécia, em territórios e épocas dedicados por excelência ao ócio, ao prazer e ao devaneio.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Bem mais tarde a peça de mobiliário ganharia outra função, quando Freud o elegeu o "encosto" ideal para múltiplas viagens ao inconsciente. Não era nada bobo o Dr. Freud. Porque era preciso deixar as pessoas à vontade em qualquer tentativa de descobrirem a si mesmas. E não seria num consultório frio, numa cadeira desconfortável e com olhos quase inquisidores pousados sobre nossas queixas que, enfim, nos descobriríamos. Então, o divã entrou no consultório e o de Freud era lindo, como se vê em fotos que mostram aquele móvel recoberto por mantas e almofadas, com aconchego de ninho, onde o inconsciente se abre sob a senha do conforto máximo, acolchoado e macio. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Naquele divã, saindo de Roma com a mente voltada para o início do século 20, fui tomada por certezas e dúvidas sobre as teorias de Freud. Não, não conheço bem suas teorias. Embora toda cultura contemporânea tenha absorvido conceitos que pontuam conversas corriqueiras com expressões como histeria, complexo de castração ou comportamento edipidiano. O velho Freud paira sobre nossas cabeças, ainda que não sejamos versados em Psicanálise e, assim, o divã me trouxe alguns insights como se antigas vozes voltassem aos meus ouvidos enquanto eu me deitava simplesmente para identificar naquele móvel as pegadas de outros inconscientes, nas trilhas do desejo e da repressão.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Comecei a pensar de onde Freud teria tirado a ideia de que as mulheres têm inveja do pênis, o que redundaria no inevitável complexo de castração. Ponderei que na época de Freud ser homem era muito melhor do que ser mulher. Porque ser mulher, naquele tempo, significava comportar-se como um ser reprimido, estressado, apartado de sua sexualidade, num período em que as fêmeas nem sequer abriam direito as pernas, a não ser na hora do parto. E o parto, embora cercado da idealização d o "padecimento do paraíso", decerto era um momento traumático para as mulheres que pouco conheciam seu próprio corpo, dando à luz, muitas vezes, quando ainda eram quase meninas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Antigos paradigmas foram desmontados lentamente ao longo do século 20. A partir dos anos 60 fala-se da "libertação da mulher", expressão hoje tão desgastada quanto o seu sentido. Mas o fato é que a "superioridade masculina", a despeito de todas as revoluções, foi consagrada a partir do atributo do pênis – acatado pelo próprio Freud - como uma ideia que atravessou gerações, chegando ao nosso tempo ainda como uma sagração que confere força, poder e competitividade aos homens. Enquanto os meninos exibem seus pênis urinado em jatos de longo alcance, as meninas se agacham timidamente, disfarçando sua condição biológica. Meninos fazem xixi estimulados por um ato de liberdade e brincadeira. Meninas se espremem discretamente e ainda têm que aprender a secar-se com papel higiênico de trás para a frente, num ritual que exige sempre um esforço maior do que o prazer.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O que me ocorre, é que em tempos obscuros, Freud também não se abriu para uma inversão de seu raciocínio, considerando que os homens também poderiam sentir inveja do misterioso aparelho sexual feminino, internalizado como uma rosa que não se abria. A censura cultural não lhe permitiu esta ousadia ou mera inversão de valores, a partir de um outro olhar. Mas todo o potencial feminino estava lá, a ser descoberto em dobras e pétalas de fazer inveja, conduzindo a um labirinto que acaba no útero, uma das mais fantásticas criações da natureza, onde o mistério do desejo, da cópula e da fecundação toma forma. E tudo isto seria muito mais prazeroso se as mulheres não tivessem atravessado séculos de castração não pela falta de um pênis, mas pela falta de conhecimento do seu próprio corpo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Que bem nos teria feito o Dr. Freud se em vez de nos acossar com a idéia de "invejar o pênis", tivesse nos alertado mais firmemente para a presença de um botãozinho mágico entre as nossas pernas que, uma vez acionado, pode nos levar ao verdadeiro paraíso sem pade cimentos. É inegável a contribuição de Freud para a descoberta e valorização da sexualidade feminina, mas falar em "inveja" nos deixou ainda em situação de tal inferioridade que atrasou descobertas libertárias que nos encheriam de orgulho e auto-estima.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;De certo o doutor levou em conta o tamanho do pênis, possivelmente ereto, em detrimento do nosso diminuto clitóris sem nos alertar que aquele atributo mínimo era tão poderoso quanto a instrumento fálico do maior macho do mundo. Mas tamanho não é documento, Dr. Freud, nem certifica a inveja.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O homem é ostensivo por natureza e, da minha parte, admiro aquele enfeite que eles têm entre as pernas, algo assim como o colar de um guerreiro, um penduricalho vistoso que fica ainda belo quanto majestosamente ereto a nos prestar rever ências sempre bem vindas. Por outro lado, é prazeroso demais sermos donas de uma jóia tão internalizada, um broche em formato de pétalas que ainda conta com um botãozinho mágico, um chip oculto a detonar megabytes de prazer do qual ficamos apartadas durante séculos por desconhecimento ou vergonha da própria anatomia, num mundo tomado pelo conhecimento desenvolvido por homens que, embora francamente bem-intencionados, ainda nos tacharam de... invejosas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;E antes que confundam minha fala, vou logo alertando: Não sou feminista. Mas sinto um tal prazer e orgulho da feminilidade que não posso acatar o complexo de castração sem questionar firmemente depois de um século: "Afinal, inveja do que, cara pálida?"&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-5812824516927862814?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/5812824516927862814/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/09/inveja-do-que-cara-palida.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/5812824516927862814'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/5812824516927862814'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/09/inveja-do-que-cara-palida.html' title='Inveja do que, cara pálida?'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-5391993887552040866</id><published>2009-09-10T05:44:00.000-07:00</published><updated>2009-09-10T05:57:28.305-07:00</updated><title type='text'>Vídeo Bacana!</title><content type='html'>Recebi um e-mail que indicava um vídeo super bacana. Eu assisti e realmente é lindo. Este vídeo foi filmado em Campina Grande, projeto de uma parteira Melania na maternidade ISEA. Um parto hospitalar de cócoras tranquilo e saudável. O link de acesso é:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.mybestbirth.com/video/video/show?id=3120006%3AVideo%3A32747" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.mybestbirth.com/video/video/show?id=3120006%3AVideo%3A32747&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-5391993887552040866?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/5391993887552040866/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/09/video-bacana.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/5391993887552040866'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/5391993887552040866'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/09/video-bacana.html' title='Vídeo Bacana!'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-5511482298545423675</id><published>2009-09-05T13:38:00.000-07:00</published><updated>2009-09-05T13:55:47.865-07:00</updated><title type='text'>Parteiras Pankararu</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Na sexta-feira do dia 28 de Agosto, foi públicado em um blog: no Instinto de Parir um texto super interessante pela Carine Caitano sobre um filme feito no Nordeste com parteiras tradicionais. Vale a Leitura!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Realizada no Espaço Cultural Sylvio Monteiro, a sessão especial para as mães voluntárias do Bairro-Escola lota o teatro e fala de um assunto tocante às mulheres: o parto. Quem deu início ao processo foi Heloisa Lessa, que iniciou o trabalho há três anos, no Nordeste do país. Médica obstreta, ela conversou e instruiu parteiras tradicionais sobre termos e precauções durante agravidez. Em uma comunidade próxima ao centro, mulheres aposentadas realizam, ainda hoje, o parto natural na casa da gestante.Engana-se quem considera a ideia antiquada. O documentário média-metragem prova que esses casos são ainda muito frequentes e mais, devem ser incentivados. Os números comprovam. Hoje, no Brasil, são aproximadamente 60 mil parteiras, número infinitamente superior aos 18 mil médicos obstretas registrados. Junto com a notícia, uma estatística preocupante. Cinco por cento das mulheres que optam pela cesária, morrem durante a cirurgia. Durante o processo, constataram que só havia necessidade de nomear asfases passadas pela mulher. Os problemas são facilmente identificados e solucionados pelas parteiras tradicionais. Com cerca de 30 mulheres por oficina, percebemos, em vídeo, uma naturalidade inata da mulher ao falar dos nascimentos. Situações e dialetos que levaram a platéia aos risos e surpresa, durante vários momentos de sua exibição. A ideia é defendida não só com unhas e dentes, mas também com experiências reais das propagadoras do parto natural e as parteiras que veem sua função como vocação. "Mulheres Pankararu" traz relatos dessas mulheres sobre a naturalidade do parir, verbo pouco usado pelos médicos. "Parir é muito parecido como, por exemplo, ter sua primeira relação sexual", prega Heloisa, que defende o parto natural pelo que ele é: natural. "Parir é tão natural quanto fazer o bebê. Parir é instintivo". A diretora do média-metragem é Maria Borba. Convidada por Heloisa para documentar as aulas, não esperava tamanha surpresa com a relação parteiras-gestantes-comunidade. "Eu tive uma surpresa real. É natural mesmo. É espontâneo. E o bonito é ver como elas (parteiras) falam, o carinho de passar a mão na barriga, por exemplo. O que quis transmitir foi o quão pode ser normal e maravilhoso parir", fala Maria, sobre o processo de filmagem e edição. Como milhões de mulheres de sua geração, a diretora percebia a cesária como o melhor meio de ter um filho, combinando a higiene e o cuidado necessário. Heloisa derruba essa ideia, apontando, inclusive, que o risco de infecções é mais frequente no hospital que em casa. A fala logo remete a um momento do documentário. Uma das personagens do filme diz nunca ter usado luvas ou cuidados especiais, frequentes nos hospitais. Segundo a médica, o objetivo não é minimizar a higiene. O pré-natal é necessário e aconselhado, assim como todos as cautelas mas, como frizado, o ato de parir pode e deve ser o mais natural possível. Marylu M. também participou do debate. Também parteira, acrescentou muito falando de suas experiências no estado do Pará. "Fiquei impressionada com a linguagem. Elas (parteiras e gestantes) lidam com problemas com as manobras necessárias, nas mais diversas situações. Essa é uma luta mundial, resgatar o parto normal", diz Marylu, que ja fez uma cesária. "Hoje em dia, temos filhos nos hospitais, sendo internadas pela primeira vez e não se sentindo à vontade. Nas famílias das parteiras, aquilo é uma realidade, as crianças veem todo esse ritual". Esse ritual fica nítido no documentário. Apesar de não ser o foco, é impossível não notar a religiosidade que permeia as relações. As parteiras de Pankararu encaram o que fazem como missão e criam vínculos com a criança, ajudando no seu crescimento. Por fazer parte da Mostra Encontros, caracterizada pelo debate após a exibição do filme, a conversa conseguiu interferir nas ideias já consolidadas no público. Mônica Costa, auxiliar administrativa, participou do evento. Ela, que ainda não tem filhos, garante que sua visão de parto normal foi totalmente reformulada: "É uma loucura deixar os mitos que eu tinha caírem. Vagina larga, recuperação longa, são, quase sempre, imposições de médicos e sociedade. Já privaram as mulheres de prazer sexual, sucesso profissional... não podemospropagar essa privação na hora de trazermos nosso filho ao mundo". Foi Bruno Costa, já integrante da cena cineátográfica em Nova Iguaçu, que convenceu a irmã, Monica, a participar do evento. Como homem e futuro pai, se sentiu atraido por um tema tão incomum ao ser abordado. "Fiquei muito surpreso com o documentário, pois via o parto normal como uma tradição pouco praticada. Igualmente supreso quando Helena declarou que o parto não precisa do pai da criança presente. Mas isso demostra o quão íntimo é o parto. Não precisa de platéia", afirma Bruno. No fim, um documentário filmado no Nordeste do país se revela como um grande passo na caminhada constante de afimação do gênero feminino. Pregar sim, o parto normal. Não como uma obrigatoriedade, mas como umabusca as raízes e humanização desse momento tão especial.&lt;/div&gt;&lt;a href="http://jovemreporter.blogspot.com/2009/08/o-instinto-de-parir.html" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://jovemreporter.blogspot.com/2009/08/o-instinto-de-parir.html&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-5511482298545423675?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/5511482298545423675/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/09/parteiras-pankararu.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/5511482298545423675'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/5511482298545423675'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/09/parteiras-pankararu.html' title='Parteiras Pankararu'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-7987107838070520153</id><published>2009-09-03T09:40:00.000-07:00</published><updated>2009-09-03T09:48:27.422-07:00</updated><title type='text'>Hospitais no interior de SP</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Hoje pela manhã o Jornal Bom dia Brasil da Globo aprensentou uma reportagem sobre um hospital em Tupa - Interior de São Paulo que adota duas técnicas para tranquilizar os bebês. Adorei saber que aos poucos vamos conquistando mais espaço e podendo ensinar ações alternativas e saudáveis. Vejam abaixo a matéria que também pode ser encontrado no site da globo.com&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;'Ofurô' acalma bebês no interior de São Paulo&lt;br /&gt;A criança tem a sensação de voltar para o útero da mãe. É uma maneira de fazer o bebê se adaptar mais facilmente ao novo ambiente.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Duas terapias que vieram do Oriente estão ajudando a melhorar a vida de bebês no interior de São Paulo. A shantala, que é um tipo de massagem indiana, já era praticada em alguns hospitais públicos no Brasil. Agora, uma maternidade no interior de São Paulo também adotou ofurô para bebês. A mãe adora ver a filha tranquila e relaxada. O segredo é a shantala, uma poderosa massagem indiana. Desde que Francine nasceu, há três meses, a professora Cristina Vicente dos Reis usa a técnica todos os dias: “Ela é mais tranquila, sossegada. Dorme a noite toda”. O irmão, companheiro inseparável, fez questão de aprender todas as técnicas. “Ajudo quando vai dar banho”, conta a estudante Felipe Reis Fernandes. “Você põe o bebê sobre os joelhos, sobre a cama, como se sentir confortável e massageia o bebê todinho, da cabeça até os pés”, ensina a enfermeira obstetrícia Ivone Morandi. Existe também uma técnica que é ensinada em um hospital em Tupã uma vez por semana, para os pais tornarem o começo de vida dos filhos mais agradável. É o ofurô. Primeiro a criança é enrolada em uma toalha, que representa a placenta. Depois é colocada em água morna, como se fosse o líquido amniótico, aquele que fica dentro do útero materno. O resultado é surpreendente. Pela carinha dos bebês, parece ser bem gostoso. O ofurô acalma a criança porque ela tem a sensação de voltar para o útero da mãe. É uma maneira de fazer o bebê se adaptar mais facilmente a esse novo ambiente. É tão importante que Vinicius acabou de nascer e já está tranquilo. “Ajuda no desenvolvimento neuropsicomotor do bebê. Aqueles bebês que têm alteração de sono melhoram muito. Nos prematuros, que precisam ganhar peso, o ofurô acelera o desenvolvimento”, destaca a especialista em aleitamento materno Rose Chiaradia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-7987107838070520153?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/7987107838070520153/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/09/hospitais-no-interior-de-sp.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/7987107838070520153'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/7987107838070520153'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/09/hospitais-no-interior-de-sp.html' title='Hospitais no interior de SP'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-6785995377635003537</id><published>2009-08-12T07:21:00.000-07:00</published><updated>2009-08-12T07:38:30.167-07:00</updated><title type='text'>Encontro de Gestantes</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;Hoje teremos mais um encontro de gestantes para troca de experiências e de dúvidas!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;Venha participar você também!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;Local: Núcleo de Yoga - Rua Domingos Fernandes, 66 Trujillo (Sorocaba)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;Horário 19:30&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;Te espero por lá!!!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;Beijo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-6785995377635003537?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/6785995377635003537/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/08/encontro-de-gestantes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/6785995377635003537'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/6785995377635003537'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/08/encontro-de-gestantes.html' title='Encontro de Gestantes'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-2983643276256081455</id><published>2009-08-03T18:27:00.000-07:00</published><updated>2009-08-03T18:37:50.923-07:00</updated><title type='text'>Resposta à uma mulher</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O artigo que compartilho com vocês abaixo foi extraído do site: &lt;a href="http://www.partocomprazer.com.br/"&gt;www.partocomprazer.com.br&lt;/a&gt; e escrito pela obsteriz e doula Ana Cristina Duarte. Este belíssimo texto foi escrito à uma mulher que contou que seu primeiro filho havía nascido de cesárea e quando grávida novamente ela resolve batalhar pelo parto normal. Seu marido indignado a questiona "Por que escolher um caminho tão difícil? Que diferencia faz?". Ana Cristina responde a esta mulher. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;"Se o meu marido me perguntasse isso, eu diria…&lt;br /&gt;Porque esse é o meu último filho e eu preciso experimentar o que o meu corpo pode. Quero sentir meu filho passando através da minha bacia, abrindo meus ossos, fazendo-os quase quebrarem pela força dele dentro de mim. Quero sentir meu filho descendo e encaixando a cabeça nas minhas entranhas, milímetro a milímetro, como se estivéssemos dançando um tango emocionante, em que cada passo fosse totalmente calculado para um resultado perfeito. Quero sentir minhas mucosas cedendo espaço e esquentando a cada contração, quero sentir meu filho saindo pelo mesmo lugar por onde entrou. Quero me sentir mais perto de Deus ao ser capaz de produzir uma vida e colocá-la de forma segura neste mundo.&lt;br /&gt;Quero sentir meu útero se contraindo com força, porque sou mulher e me sinto muito orgulhosa de poder gerar, gestar, parir e alimentar uma criança. Se eu não vim ao mundo para isso, então não sei exatamente o que vim fazer aqui. Quero sentir cada contração como se fosse o sopro de Deus direto para dentro do meu corpo, fazendo todas as minhas células tremerem com a energia desse evento. Quero que meu filho sinta cada uma dessas contrações como se fosse um abraçoforte que dou nele, como se Deus pessoalmente o estivesse embalando.&lt;br /&gt;Quero que ele perceba que algo importante e grandioso está para acontecer navidinha dele. Quero que confie em mim para o resto da vida como sendo aquela pessoa que lhe deu a vida e o colocou em segurança para fora do finito espaço uterino. Quero que confie nele mesmo para sempre e saiba que com esforço e perseverança pode conseguir o que quiser. Quero que saiba que eu e ele juntos, com o apoio do pai dele e a torcida do irmão, podemos tudo. Que não há limitação para a nossa força.&lt;br /&gt;Quero provar a mim mesma que sou uma pessoa capaz, que meu corpo não é meuinimigo. Pelo contrário, é meu amigo, meu companheiro, meu templo e meu porto seguro. Quero recuperar tudo o que perdi e o que me roubaram quando tive bebê pela primeira vez. Quero me sentir poderosa, forte, vitoriosa, criativa, emotiva, grande, bonita – durante o parto e para sempre.&lt;br /&gt;Quero que meu filho nasça e venha imediatamente para o meu colo, os meus braços, os meus lábios, as minhas mãos, os meus peitos. E para isso preciso ter um parto natural. Quero que meu filho nasça em paz, sem dor, sem ser arrancado das minhas entranhas porque eu não me esforcei o suficiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero que, se as intervenções forem necessárias, só o sejam porque eu fiz tudo o que estava ao meu alcance para evitá-las. Quero que meu filho nasça livre de drogas, e que assim permaneça por toda a vida. Para que possa sempre sentir a beleza da vida de cara limpa, de pele limpa, de olhos limpos. Quero que ele se sinta calmo e seguro por estar sempre nos braços meus ou seus, ouvindo minha voz ou a sua, e não fique sozinho chorando num berço aquecido, sem um único som familiar para se acalmar.&lt;br /&gt;Quero me sentir mais capaz quando tudo isso terminar. Uma bruxa, uma deusa, uma sacerdotisa do meu templo particular. Quero sentir minhas entranhas se abrirem e desabrocharem dando uma vida nova a essa criança. Quero sentir a dor, a ardência, o tremor, o prazer e a glória de parir. Quero me sentir mulher."&lt;br /&gt;______________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Ana Cristina Duarte&lt;/strong&gt; é obstetriz pela USP Leste e coordenadora do &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.maternidadeativa.com.br/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Gama (Grupo de Apoio à Maternidade Ativa)&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;, em São Paulo.&lt;br /&gt;May 06, 2009&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-2983643276256081455?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/2983643276256081455/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/08/resposta-uma-mulher.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/2983643276256081455'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/2983643276256081455'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/08/resposta-uma-mulher.html' title='Resposta à uma mulher'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-7608786010906151917</id><published>2009-07-31T03:56:00.000-07:00</published><updated>2009-07-31T04:04:31.899-07:00</updated><title type='text'>Mudança de Hábito - Episiotomia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Mais um artigo sobre Episiotomia. Porque eu insisto neste tema? Por que muitas mulheres não tem a menor idéia de que isso é DESNECESSÁRIO!!! E elas precisam de mais informações sobre o assunto. O texto que compartilho com vocês desta vez foi escrito por Kátia Stringueto. Boa Leitura!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#663366;"&gt;&lt;strong&gt;Mudança de Hábito&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#663366;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas mulheres nem sabem o nome dessa cirurgia, mesmo quando a ela foram submetidas. Trata-se da episiotomia, corte feito no parto normal para apressar o nascimento do bebê. Acontece que esse procedimento, quase sempre, é desnecessário. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Praticada em cerca de 80% dos partos, quando o ideal seria em 20%, a incisão está na mira das autoridades de saúde desde que a Medicina Baseada em Evidências provou que, na maioria dos casos, não protege nem a mãe nem o bebê. Ao contrário, seria responsável por um número maior de infecções pós-operatórias, hemorragias e até rebaixamento da bexiga. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Esse último seria um dos fatores que levam à incontinência urinária na maturidade e ocorre porque o obstetra dificilmente consegue recompor a região pélvica como antes. É mais um motivo para acabar com o vício da episiotomia. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Todo mundo sabe o quanto é difícil sair da rotina. Mesmo que seja para melhor. Em se tratando de medicina, a mudança de paradigmas é ainda mais complicada quando enfrenta a resistência dos próprios médicos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;E a episiotomia, introduzida na obstetrícia em 1742, entra como um desses hábitos duros de mudar. A incisão no períneo, grupo de músculos que vai da vagina ao ânus, seria uma forma de ampliar a abertura vaginal facilitando a saída do bebê durante o parto normal. Há até uma intenção nobre nesse procedimento. O corte, controlado, poderia ser bem suturado recompondo a musculatura local e evitando uma laceração brusca, irregular e, portanto, de difícil correção. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Parecia bom, mas a prática não comprovou a teoria e estudos recentes apontam um aumento no risco de trauma, infecções, hematoma e dor, além de maior tendência à incontinência urinária entre as parturientes que passaram pela cirurgia. "Não existe o efeito protetor que todos imaginávamos. Não é porque se fez episiotomia que a mulher não ficará com a vagina dilatada ou com a bexiga baixa", diz Eduardo de Souza, chefe do centro obstétrico do Hospital São Paulo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Diante desses resultados, a tendência mundial é restringir o uso da episiotomia. No Brasil, uma campanha nesse sentido começou no ano passado. Há dois benefícios relevantes: primeiro, não se faz o corte na mulher (que implica uso de anestesia e risco de infecção), e, segundo, mantém-se a musculatura perineal íntegra, já que nem sempre o obstetra consegue recompor o assoalho pélvico como antes, o que pode facilitar o afrouxamento da região e rebaixamento da bexiga, levando à incontinência urinária. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Curioso é que, mesmo com todas essas vantagens, a maioria dos obstetras ainda realiza o procedimento como quem cumpre um ritual. Basta o parto demorar um pouco e pronto. Falta paciência e, pior, falta esclarecimento.&lt;br /&gt;"A postura moderna é que se use a episiotomia seletiva, quando o bebê é muito grande e está forçando a região do períneo, por exemplo. Ou quando a musculatura da mulher é muito rígida. Nesse caso, uma ruptura no local poderia ser tão extensa que chegaria até o ânus", esclarece Eduardo de Souza. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A inexperiência poderia até justificar que se fizesse a episiotomia antes de se ter certeza de que a musculatura perineal não vai suportar a passagem do bebê. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não é bem o caso. A maior resistência à mudança de rotina obstétrica vêm dos médicos mais antigos. Às vezes, por uma questão de puro vício. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;"Lembro de uma médica que pedia para que lhe segurassem as mãos a fim de evitar que praticasse a episio, como também é conhecida no meio médico", disse a antropóloga americana Robbie Davis-Floyd em visita à São Paulo à convite do Distrito de Saúde de Campo Limpo da Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A antropóloga informou que nos Estados Unidos, apesar de estar em queda, a operação ainda ocorre em 80% a 90% dos partos normais de primíparas (grávidas do primeiro filho). No Hospital São Paulo o índice é um pouco inferior: 70%. Mas ainda muito acima do desejável quando se sabe que cerca de 20% a 30% dos partos normais necessitam de episiotomia. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Norma sem sentido &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O quadro é semelhante a outro hospital conveniado ao Complexo Unifesp/SPDM, o Hospital Estadual de Diadema. Lá, de cada sete partos normais realizados por dia, cerca de cinco incluem o procedimento. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Já é um avanço quando se lembra que antigamente fazia-se episiotomia em todas as mulheres. "Era uma norma sem sentido", diz o obstetra Levon Badiglian Filho, plantonista. "O médico ainda faz a incisão meio que no piloto automático para ajudar a criança a nascer mais rápido. Mas fazer nascer mais rápido não significa fazer nascer melhor." &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É essa consciência que se espera do médico. Abreviar o parto quando necessário, se o bebê está em sofrimento. Mas manter a integridade do corpo da mulher sempre que possível. O abuso da episiotomia remete a outra questão importante:&lt;br /&gt;como o parto é conduzido.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; Dar à luz na posição inclinada - e não deitada - facilita o nascimento e diminui a episio. Quanto ao medo de lesões, vale saber: "As lesões que se pode causar à mulher ao cortar-se o músculo perineal, entre a vagina e o ânus, são piores do que as pequenas lacerações", diz a enfermeira obstetra Ana Cristina d'Andretta Tanaka, do Departamento de Saúde Materno Infantil da Faculdade de Saúde Pública da USP. Pela experiência de atendimento no Hospital de Itapecerica da Serra, em São Paulo, a enfermeira observou que 50% dos partos normais acabam não tendo laceração alguma. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;"Na outra metade, a maior parte sofreu lacerações superficiais, de primeiro e segundo grau. Rupturas de terceiro grau, que são um pouco mais profundas, aconteceram em 5% das parturientes, enquanto que nenhuma apresentou laceração grave", conta. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-7608786010906151917?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/7608786010906151917/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/07/mudanca-de-habito-episiotomia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/7608786010906151917'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/7608786010906151917'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/07/mudanca-de-habito-episiotomia.html' title='Mudança de Hábito - Episiotomia'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-5281223103572029959</id><published>2009-07-26T07:42:00.000-07:00</published><updated>2009-07-26T07:51:36.630-07:00</updated><title type='text'>A Falácia da Episiotomia</title><content type='html'>Divido com vocês um maravilhoso texto sobre a Episiotomia. O que este texto tem de bom? Bem, ele apresenta uma análise geral das literaturas sobre o tema. Embora seja um texto bastante longo, vale muito a pena a leitura. Parabéns ao autor o Ginecologista e Obstetra de Curitiba Dr. Carlos Miner Navarro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;A FALÁCIA DA EPISIOTOMIA&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É melhor um corte linear do que uma rotura irregular, a episiotomia protege o períneo da mulher e o cérebro do bebê. Esta é resumidamente a falácia da episiotomia.  &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Falácia: qualquer enunciado ou raciocínio falso que entretanto simula a veracidade, sofisma.&lt;br /&gt;Sofisma: argumentação que aparenta verossimilhança ou veridicidade, mas que comete involuntariamente incorreções lógicas.&lt;br /&gt;Ou seja, parece mas não é. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Episiotomia é um corte realizado no períneo, para ampliar o canal do parto. A primeira citação sobre episiotomia na literatura médica foi em 1810 (há diferentes versões para esta data), demorou quase 100 anos para ser aceita pelos médicos e é hoje a cirurgia mais realizada no mundo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Na década de 1920 um influente médico americano John B. De Lee afirmava que a episiotomia deveria ser realizada rotineiramente. Na verdade ele ensinava que: quando o nascimento estava próximo, todas as mulheres deveriam ser (1) anestesiadas com uma substância que causava amnésia (para esquecer aquela horrível experiência do parto, a seguir (2) realizar uma grande episiotomia, (3) retirar o feto com auxílio do fórcipe e (4) suturar laboriosamente o períneo reconstituindo as condições ¿virginais¿ não esquecendo de dar o ¿ponto do marido¿. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ao longo do tempo, sem nenhuma pesquisa científica para provar seus efeitos , passou-se a afirmar que a episiotomia protege o períneo, reduz o risco de incontinência urinária, cistocele (bexiga caída), retocele (frouxidão da vagina), que comparada com as lacerações espontâneas a episiotomia cicatriza melhor, sangra menos, dói menos, produz menos casos de dor às relações sexuais a curto e longo prazo e protege o encéfalo fetal especialmente dos prematuros (quanto mais prematuro, maior deve ser a episiotomia). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em 1983 dois pesquisadores Thacker e Banta, publicaram uma revisão da literatura médica sobre episiotomia de 1860 até 1980, encontraram alguns bons trabalhos científicos. Concluíram que não havia evidências de sua eficácia, particularmente se usada como rotina. Na verdade havia evidências de que o desconforto e a dor eram muito maiores com a episiotomia e sérias complicações, inclusive o óbito materno, podiam estar relacionados ao procedimento. Terminaram seu trabalho recomendando que estudos científicos bem desenhados fossem realizados para avaliar a episiotomia. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Obstet Gynecol Surv. 1983 Jun;38(6):322-38. Related Articles, Links&lt;br /&gt;Benefits and risks of episiotomy: an interpretative review of the English language literature, 1860-1980. Thacker SB, Banta HD.&lt;br /&gt;The benefits and risks of episiotomy in labor and delivery as recorded in the English language literature in over 350 books and articles published since 1860 are reviewed and analyzed. Episiotomy is performed in over 60 per cent of all deliveries in the United States and in a much higher per cent of primigravidas. Yet, there is no clearly defined evidence for its efficacy, particularly for routine use. In addition, although poorly studied, there is evidence that postpartum pain and discomfort are accentuated after episiotomy, and serious complications, including maternal death, can be associated with the procedure. Therefore, carefully designed controlled trials of benefit and risk should be carried out on the use of episiotomy. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A partir daí (1983) inúmeros estudos foram realizados, acumulando evidências de que a episiotomia, dói mais, cicatriza pior, sangra mais, causa dor às relações sexuais a curto e longo prazo, tem um efeito negativo para a auto-imagem da mulher (sente-se mutilada), é um importante fator de risco para incontinência urinária (juntamente com o fórcipe), aumenta o risco de lacerações graves do períneo (incluindo ruptura do esfíncter anal), diminui a força muscular do períneo, pode complicar com hematomas e infecções e finalmente, não protege o encéfalo fetal. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Diversos estudos que avaliaram a força da musculatura perineal após o parto, demonstraram que mulheres que tiveram parto com episiotomia tem o pior resultado quando comparadas com parto sem rotura ou roturas espontâneas &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Então nunca se deve fazer episiotomia? Não é bem assim, as evidências científicas mostram que não devemos fazer episiotomia de rotina, porém em alguns casos ela pode ser justificada. As indicações de episiotomia são: períneo rígido (pouca elasticidade) cicatriz muito fibrosa de uma episiotomia anterior, uso do fórcipe ou vácuo-extrator (é possível fazer parto a fórcipe ou vácuo-extrator sem episiotomia, mas depende de grande prática e habilidade), períneo muito curto (pequena distância entre a vagina e o ânus), sofrimento fetal grave em que o bebê tem que nascer imediatamente. O fato de ser primeiro filho não é indicação de episiotomia e o tamanho de bebê também não. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É incrível, mas todas estas informações estão disponíveis há mais de 20 anos, e em alguns lugares pratica-se a episiotomia em todos os partos.&lt;br /&gt;Assim como o colo do útero, que dilata progressivamente, o períneo também deve dilatar devagar. Permitir que o período expulsivo ocorra naturalmente, sem puxos dirigidos é fundamental para reduzir as lacerações perineais. Portanto a mulher deve empurrar o bebê segundo sua vontade e não ser estimulada, empurrar a barriga por cima então , nem pensar. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A posição para a expulsão do bebê também deve ser considerada, a pior de todas é a chamada posição de litotomia (deitada de costas com as pernas apoiadas em perneiras) pois estica o períneo e favorece as lacerações. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em resumo, à luz das evidências atuais, um parto em posição verticalizada ou lateral, permitindo a progressão lenta da cabeça do bebê, proteção do períneo, episiotomia somente em casos selecionados, deveria ser rotina e não exceção. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ainda temos um longo caminho pela frente, mas cada vez mais estas informações vão sendo divulgadas e as taxas de episiotomia no mundo todo, incluindo o Brasil vem diminuindo, talvez lentamente, mas já é um começo. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-5281223103572029959?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/5281223103572029959/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/07/falacia-da-episiotomia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/5281223103572029959'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/5281223103572029959'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/07/falacia-da-episiotomia.html' title='A Falácia da Episiotomia'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-4949002769827195092</id><published>2009-07-25T07:44:00.000-07:00</published><updated>2009-07-25T08:09:00.193-07:00</updated><title type='text'>Mulheres trocam de médico para terem um parto normal</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_atyTUYaLcmo/Smsf-I32zTI/AAAAAAAAACY/2-6oMXuj7Rk/s1600-h/M%C3%A9dico+na+gesta%C3%A7%C3%A3o.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5362414933708819762" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 118px; CURSOR: hand; HEIGHT: 89px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_atyTUYaLcmo/Smsf-I32zTI/AAAAAAAAACY/2-6oMXuj7Rk/s320/M%C3%A9dico+na+gesta%C3%A7%C3%A3o.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Também na última segunda feira (20.07) o mesmo Jornal Folha de São Paulo pubicou uma reportagem sobre mulheres de coragem e valentia que trocam de médico nas últimas semanas de gestação para terem preservados seus desejos e escolhas. Não é uma decisão fácil e nem a toa, mas para que o final seja por parto normal muitas vezes isto se faz necessário.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando engravidou pela primeira vez, Renata Rose, 35, que está grávida novamente, trocou de médico para garantir que sua opção pelo parto normal seria respeitada. "Era meu ginecologista há dez anos, mas, quando fomos conversar sobre o parto, ele começou falando que o melhor era planejar o nascimento antes de 36 semanas, pois uma outra paciente que preferiu esperar perdeu o bebê. Achei aquilo um terror desnecessário", conta.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;No caso de Paula Vargas, 28, o médico foi mais direto. "Ele me disse que não fazia parto normal porque o plano de saúde pagava apenas R$ 500 pelo procedimento."Maria de Lourdes Teixeira, professora de ioga de Paula e Renata e que há 31 anos trabalha com gestantes, diz que as grávidas estão mais conscientes de seus direitos."Tenho conversado muito com as gestantes para não se colocarem numa posição de pacientes. Elas são clientes e têm direitos", diz.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Olivia Tolentino, 29, cujo filho nasceu no ano passado nos EUA, faz um relato diferente. Ela diz que a médica estranhou sua pergunta sobre o melhor tipo de parto."Ela me disse que a cesariana não era uma opção, mas uma indicação médica, e me alertou que o plano não pagaria o parto se eu fizesse cesariana apenas por vontade própria.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Olivia diz que várias amigas ficaram grávidas ao mesmo tempo no Brasil. "Me surpreendeu que, no Brasil, todas diziam preferir parto normal, mas, por algum motivo, fizeram cesáreas."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pesquisa da Fiocruz com 430 mulheres atendidas em hospitais particulares do Rio mostra que, no início da gestação, mais de 70% diziam preferir parto normal, mas apenas 10% conseguiram.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/saude/sd2007200902.htm"&gt;http://www1.folha.uol.com.br/fsp/saude/sd2007200902.htm&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-4949002769827195092?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/4949002769827195092/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/07/mulheres-trocam-de-medico-para-terem-um.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/4949002769827195092'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/4949002769827195092'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/07/mulheres-trocam-de-medico-para-terem-um.html' title='Mulheres trocam de médico para terem um parto normal'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_atyTUYaLcmo/Smsf-I32zTI/AAAAAAAAACY/2-6oMXuj7Rk/s72-c/M%C3%A9dico+na+gesta%C3%A7%C3%A3o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-7841278371791662825</id><published>2009-07-25T06:55:00.000-07:00</published><updated>2009-07-25T07:11:40.747-07:00</updated><title type='text'>Aumento das Cesáreas</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_atyTUYaLcmo/SmsSeRLeRkI/AAAAAAAAACQ/IAKlnbjmczo/s1600-h/Gestante.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5362400092531607106" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 133px; CURSOR: hand; HEIGHT: 89px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_atyTUYaLcmo/SmsSeRLeRkI/AAAAAAAAACQ/IAKlnbjmczo/s320/Gestante.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Na última segunda-feira o Jornal Folha de São Paulo publicou uma reportagem sobre o aumento das taxas de cesáreas na rede privada de saúde. É mais uma reflexão sobre o assunto. Vale a pena a leitura.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aumento contraria iniciativas do governo para diminuir índice de cirurgiasNo ano passado, 84,5% dos partos cobertos por planos de saúde foram cesarianos; em 2004, a taxa era de 79%, e no SUS a taxa é de 31%&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Apesar das iniciativas do governo federal para diminuir a taxa de cesarianas na rede privada, a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) registrou aumento de 2004 a 2008.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;No ano passado, 84,5% dos partos cobertos por planos de saúde foram cesarianos. Em 2004, a taxa era de 79%. No SUS, essa proporção é de 31%. A Organização Mundial da Saúde recomenda máximo de 15%. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Além de ser um procedimento mais caro e que demanda maior tempo de recuperação, a cesárea acarreta mais riscos para a mãe e para o bebê.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Neste período de aumento na já alta proporção em planos de saúde, a ANS fez campanhas a favor do parto normal e passou a usar a taxa de cesarianas como um dos critérios de avaliação das operadoras.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A agência também incluiu no rol de procedimentos cobertos pelos planos a presença de uma enfermeira e de um acompanhante durante o parto, fatores associados a um aumento dos partos normais.Mas as ações ainda não surtiram efeito, e o país, em vez de se aproximar da meta de reduzir cesarianas, teve aumento.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para Martha Oliveira, gerente da ANS, a taxa de cesarianas ainda não cai porque há vários fatores que influenciam a preferência de médicos, e até de gestantes, por essa prática."Os patamares ainda estão muito altos. É preciso mudar a cultura médica, a estrutura dos hospitais e até mesmo a formação dos profissionais para trabalharem com parto normal."Ela diz, no entanto, que há sinais positivos: "Há maior mobilização de mulheres e o CFM (Conselho Federal de Medicina) montou uma comissão para tratar da questão". José Maia Vinagre, coordenador da comissão de parto normal do CFM, reconhece que o percentual de cesarianas no Brasil foge do padrão.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ele diz, no entanto, que não se pode colocar toda a culpa no médico. Em sua avaliação, é comum as gestantes preferirem a cirurgia, por acharem que o parto normal é mais doloroso. O ginecologista Thomaz Gollop, professor da USP, diz que as cesarianas aumentam não só no Brasil, mas também nos Estados Unidos e na Europa, porque a cirurgia é cada vez mais simples e muitas mulheres optam por ela. Os especialistas citam como motivo para o percentual ser tão mais alto na rede privada no Brasil o fato de que o parto costuma ser feito por um médico particular, que acompanha a mulher por toda a gestação.No SUS, e em outros países com taxas menores, é mais comum o parto ser feito por um plantonista. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como o parto normal tende a demorar mais, o médico particular, muitas vezes, opta pela cesariana porque, assim, não precisa desmarcar um dia inteiro de atendimento em seu consultório.Por essa razão, Maia Vinagre diz que a comissão de parto normal sugeriu mudanças como o aumento da remuneração de médicos por parto normal e a criação de serviços de referência em hospitais privados. Esses serviços fariam o primeiro atendimento a gestantes em início de trabalho de parto. Maia Vinagre aponta ainda a formação médica como um dos entraves para reduzir cesarianas. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Normalmente, as maternidades onde os alunos aprendem são de alto risco, com maioria de partos cesarianos."Gollop discorda neste ponto: "Nas faculdades brasileiras, também ensina-se o parto normal como a melhor via. O problema é a dissociação entre o que é ensinado e o que se pratica depois no setor privado."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/saude/sd2007200901.htm"&gt;http://www1.folha.uol.com.br/fsp/saude/sd2007200901.htm&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-7841278371791662825?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/7841278371791662825/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/07/aumento-das-cesareas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/7841278371791662825'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/7841278371791662825'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/07/aumento-das-cesareas.html' title='Aumento das Cesáreas'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_atyTUYaLcmo/SmsSeRLeRkI/AAAAAAAAACQ/IAKlnbjmczo/s72-c/Gestante.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-8013403194990549907</id><published>2009-07-24T11:28:00.001-07:00</published><updated>2009-07-24T11:37:43.656-07:00</updated><title type='text'>O Parto Normal está nos planos da ANS. E no seu?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Com o lema "O Parto Normal está nos Planos da ANS. E no seu?" a ANS lança mais uma campanha pela redução das Cesáreas desnecessárias. Veja abaixo os detalhes e como participar e dar o seu apoio.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"O slogan "Parto normal estáno meu plano" incorpora três idéias: a cobertura assistencial, oplanejamento da gestação e o protagonismo que cabe à mulher nesse momento.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na nova fase da campanha, além de continuar promovendo o debate sobre o temajunto a prestadores de serviços e operadoras de planos de saúde, a ANS pretende enfatizar o papel central que cabe à mulher nessa decisão. Para isso, é importante a colaboração de gestantes que queiram dividir informações com outras mulheres grávidas. Se esse é o seu caso ou que alguém que você conhece, leia o texto abaixo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O processo de gestação é um momento muito importante na vida da mulher. Alémdo corpo, hábitos e valores passam por grandes transformações. Nesse processo, as experiências vividas por uma gestante podem servir de apoio einspiração a outras na mesma situação. Por conta disso, gostaríamos de contar com a contribuição de servidoras ecolaboradoras da ANS ou de mulheres por elas indicadas como participantes da comunidade Amigos do Parto e autoras de um blog feito por e direcionado paragestantes, onde as experiências de cada fase da gestação, com todas as suas alegrias, surpresas, angústias e descobertas, possam ser narradas ecompartilhadas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Além de apoiar outras mulheres, a gestante terá um espaço para se informar,organizar suas idéias e sentimentos, compartilhar vivências com familiares eamigos e também deixar um registro para que seu filho possa, no futuro,saber como foi a sua gestação.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Acompanhando os relatos das gestantes, o blog trará textos técnicos quepretendem desmistificar os temores em relação ao parto natural e informarsobre o melhor tipo de parto para cada situação e circunstância.Para colaborar entre em contato pelo email&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;a href="mailto:gestantes@ans.%20gov.br" target="_blank" rel="nofollow"&gt;gestantes@ans. gov.br&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://br.mc526.%20mail.yahoo.%20com/mc/compose?" target="_blank" rel="nofollow" to="gestantes@"&gt;http://br.mc526. mail.yahoo. com/mc/compose? to=gestantes@ ans.gov.br&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;nformando: nome, e-mail e tempo de gestação para mais detalhes.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-8013403194990549907?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/8013403194990549907/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/07/o-parto-normal-esta-nos-planos-da-ans-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/8013403194990549907'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/8013403194990549907'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/07/o-parto-normal-esta-nos-planos-da-ans-e.html' title='O Parto Normal está nos planos da ANS. E no seu?'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-1351110306445576176</id><published>2009-07-03T07:43:00.000-07:00</published><updated>2009-07-03T09:12:42.827-07:00</updated><title type='text'>Banho de Balde no Mais Você - Globo</title><content type='html'>Nesta última terça-feira, foi transmitida uma reportagem no programa Mais Você da rede Globo, sobre banho de balde. Além de mostrar alternativas saudáveis, agradáveis e práticas esta matéria exibiu um bebê muit especial para mim. Meu sobrinho Théo. O mascote da reportagem que na época estava com 58 dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assistam pelo link. Vale muito a pena!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM1070809-7822-METODO+ALTERNATIVO,00.html"&gt;http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM1070809-7822-METODO+ALTERNATIVO,00.html&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-1351110306445576176?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/1351110306445576176/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/07/banho-de-balde-no-mais-voce-globo.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/1351110306445576176'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/1351110306445576176'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/07/banho-de-balde-no-mais-voce-globo.html' title='Banho de Balde no Mais Você - Globo'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-8947679393212976061</id><published>2009-06-15T17:23:00.000-07:00</published><updated>2009-06-15T17:57:34.288-07:00</updated><title type='text'>Encontro de Gestantes</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_atyTUYaLcmo/Sjbt0DTw9FI/AAAAAAAAACI/UrQYQskQeQg/s1600-h/parto.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5347723086046229586" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_atyTUYaLcmo/Sjbt0DTw9FI/AAAAAAAAACI/UrQYQskQeQg/s400/parto.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#993399;"&gt;Gostaria de convidá-los para mais um encontro de Gestantes lá no Núcleo de Yoga. É só chegar e se juntar a outros pais, mamães e bebês para um agradável bate-papo com muita troca e informações.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#993399;"&gt;Começaremos as 19:30 nesta quarta-feira (17.06) na Rua Domingos Fernandes, 66 Trujillo - Sorocaba! A sugestão de tema para esta semana é: &lt;strong&gt;Tipos de Parto&lt;/strong&gt;!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#993399;"&gt;Qualquer dúvida entre em contato (15) 8112-0139&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#993399;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#993399;"&gt;Te espero lá!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-8947679393212976061?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/8947679393212976061/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/06/encontro-de-gestantes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/8947679393212976061'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/8947679393212976061'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/06/encontro-de-gestantes.html' title='Encontro de Gestantes'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_atyTUYaLcmo/Sjbt0DTw9FI/AAAAAAAAACI/UrQYQskQeQg/s72-c/parto.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-288634960459775746</id><published>2009-06-11T07:25:00.000-07:00</published><updated>2009-06-11T07:32:37.063-07:00</updated><title type='text'>Doulas em Recife</title><content type='html'>Na última terça-feira, o Jornal Bom Dia Brasil da rede Globo, apresentou uma reportagem sobre as Doulas de Recife. Veja abaixo a matéria ou acesse pelo link: &lt;a href="http://g1.globo.com/bomdiabrasil/0,,MUL1187932-16020,00-VOLUNTARIAS+AJUDAM+MAES+A+TER+PARTOS+MAIS+CALMOS+NO+RECIFE.html"&gt;http://g1.globo.com/bomdiabrasil/0,,MUL1187932-16020,00-VOLUNTARIAS+AJUDAM+MAES+A+TER+PARTOS+MAIS+CALMOS+NO+RECIFE.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#cc6600;"&gt;&lt;strong&gt;VOLUNTÁRIAS AJUDAM MÃES A TER PARTOS MAIS CALMOS NO RECIFE&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Albertina da Silva, de 65 anos, teve 10 filhos, foi professora primária e não se conformou com a aposentadoria. Tia Bebé, como é chamada, dá expediente em uma maternidade pública do Recife, num ofício ainda pouco conhecido, mas que rende várias definições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pegar na mão, dar atenção, encorajar, fazer massagem e orientar as gestantes que esperam a hora de dar à luz são algumas das atribuições destas mulheres que receberam treinamento especial para atuar como doulas. A palavra doula vem do grego e significa "mulher que serve". Elas se dispõem a servir de forma voluntária. As doulas exercem um papel extremamente importante nas maternidades. São profissionais do carinho e do afeto. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Roberta chegou sozinha, chorando, com medo. Alguns minutos depois, com beijinhos, afagos e a massagem da Tia Bebé, ela está tranquila, fazendo exercícios para respiração... &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ao todo, 63 doulas ajudam as equipes médicas em três maternidades do Recife. Com elas por perto fica mais fácil fazer os exames, escutar o coraçãozinho do bebê, acompanhar melhor as contrações. Um apoio muito bem recebido, principalmente para as grávidas que não têm acompanhantes. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“È uma mãezona”, elogia uma grávida. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“O efeito prático é que a gente tem uma aceleração no desenvolvimento do trabalho de parto e automaticamente uma redução no número de cesáreas”, aponta a coordenadora da Saúde da Mulher do Recife Benita Spinelli. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“A gente passa uma segurança muito grande para elas. Basta pegar na mão”, conta a doula Salete Silva. Cercada de carinho, Maysa vem ao mundo de parto normal, com 2,8 quilos e 47 centímetros - a medida certa da felicidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-288634960459775746?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/288634960459775746/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/06/doulas-em-recife.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/288634960459775746'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/288634960459775746'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/06/doulas-em-recife.html' title='Doulas em Recife'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-6792200146836727769</id><published>2009-06-08T17:56:00.000-07:00</published><updated>2009-06-08T18:13:50.237-07:00</updated><title type='text'>CASA DE PARTO DAVID CAPISTRANO FILHO - RJ</title><content type='html'>&lt;span style="color:#993399;"&gt;&lt;strong&gt;A Casa de Parto David Capistrano Filho localizada em Realengo - Rio de Janeiro- vem funcionando há alguns anos a despeito da perseguição do CREMERJ. Este é um local onde muitas mulheres recebem atendimento adequado com orientação e pré-natal cheiro de apoio e carinho. Estas mulheres vem parindo seus bebês de forma mais humanizada e consciente em ambiente seguro. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;&lt;strong&gt;Contudo, graças a insistência da categoria médica esta Casa de Parto foi fechada ainda que com resultados excelentes. Por este motivo, estamos realizando uma campanha de apoio a re-abertura desta Casa de Parto. Acesse o link abaixo e participe do baixo-assinado.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://www.partodoprincipio.com.br/conteudo.php?src=casadeparto&amp;amp;ext=php"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5345128322978611298" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 184px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_atyTUYaLcmo/Si2149oFAGI/AAAAAAAAACA/YnpjYy3qCyc/s400/banner%2520site%2520casa%2520de%2520parto%2520rio%5B1%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-6792200146836727769?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/6792200146836727769/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/06/casa-de-parto-david-capistrano-filho-rj.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/6792200146836727769'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/6792200146836727769'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/06/casa-de-parto-david-capistrano-filho-rj.html' title='CASA DE PARTO DAVID CAPISTRANO FILHO - RJ'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_atyTUYaLcmo/Si2149oFAGI/AAAAAAAAACA/YnpjYy3qCyc/s72-c/banner%2520site%2520casa%2520de%2520parto%2520rio%5B1%5D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-930791385989224545</id><published>2009-06-03T07:25:00.000-07:00</published><updated>2009-06-03T07:41:16.502-07:00</updated><title type='text'>Encontro Hoje!!!</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_atyTUYaLcmo/SiaLH-cKLDI/AAAAAAAAAB4/QwG4mtiPlvc/s1600-h/Gestante.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5343110977058122802" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 335px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_atyTUYaLcmo/SiaLH-cKLDI/AAAAAAAAAB4/QwG4mtiPlvc/s400/Gestante.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Hoje&lt;/span&gt; teremos mais um encontro de Gestantes, futuras gestantes e futuros pais! &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Será as 19:30 no Nucleo de Yoga (Rua Domingos Fernandes, 66 Trujillo). &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Tragam suas dúvidas, suas alegrias, suas impressões e venham compartilhar com a gente suas experiências.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://fwyflw.bay.livefilestore.com/y1p-tXkgzr3VA2y3MWEzS7Cs9shqcJxspYO7itqS9fbBl5uNCk9wjWm-NwP65mOd2eJN6j6lJxFZVdYzjxSD-eZBA/mae2.jpg?download" target="_blank" rel="nofollow" name="msnPhotoHref"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Se lembrarem de alguém que este encontro possa ser importante fique muito a vontade de convidar a participar!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;Estes encontros irão acontecer a cada quinze dias!!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://fwyflw.bay.livefilestore.com/y1pfZAHJSjYEJ-e_Bsh305fkb7oG3whO4cjb2OT_vOTAcgl1OJzrdkS9KD803J9BfCaLfuPtk7WxGNwZOvg9K4HQA/mae8.jpg?download" target="_blank" rel="nofollow" name="msnPhotoHref"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Estaremos aguardando de braços e coração abertos!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-930791385989224545?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/930791385989224545/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/06/encontro-hoje.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/930791385989224545'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/930791385989224545'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/06/encontro-hoje.html' title='Encontro Hoje!!!'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_atyTUYaLcmo/SiaLH-cKLDI/AAAAAAAAAB4/QwG4mtiPlvc/s72-c/Gestante.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-1489842443663914195</id><published>2009-05-28T07:35:00.000-07:00</published><updated>2009-05-28T07:45:27.032-07:00</updated><title type='text'>10 Passos para Evitar uma Cesárea Desnecessária</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_atyTUYaLcmo/Sh6jckcfllI/AAAAAAAAABw/59ZSJdAZek4/s1600-h/dez%2520passos%2520para%2520evitar%2520uma%2520ces%25C3%25A1rea%2520DEFINITIVO%5B1%5D.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5340885919322838610" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 283px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_atyTUYaLcmo/Sh6jckcfllI/AAAAAAAAABw/59ZSJdAZek4/s400/dez%2520passos%2520para%2520evitar%2520uma%2520ces%25C3%25A1rea%2520DEFINITIVO%5B1%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_atyTUYaLcmo/Sh6ixUuKNHI/AAAAAAAAABo/2odf5Xk-e4o/s1600-h/dez%2520passos%2520para%2520evitar%2520uma%2520ces%25C3%25A1rea%2520DEFINITIVO%5B1%5D.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Grupo de mulheres que participam da rede Parto do Princípio (mulheres em rede pela maternidade ativa) criaram um material de orientação baseado em 10 passos para evitar uma cesárea desnecessária. Estou compartilhando este maravilhoso material com vocês. Usem e abusem das informações que contém nele.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-1489842443663914195?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/1489842443663914195/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/05/10-passos-para-evitar-uma-cesarea.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/1489842443663914195'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/1489842443663914195'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/05/10-passos-para-evitar-uma-cesarea.html' title='10 Passos para Evitar uma Cesárea Desnecessária'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_atyTUYaLcmo/Sh6jckcfllI/AAAAAAAAABw/59ZSJdAZek4/s72-c/dez%2520passos%2520para%2520evitar%2520uma%2520ces%25C3%25A1rea%2520DEFINITIVO%5B1%5D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-1541448677008734936</id><published>2009-05-27T18:06:00.000-07:00</published><updated>2009-05-27T18:11:23.809-07:00</updated><title type='text'>Cesariana: A Polêmica das Taxas II</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Sobre o mesmo texto (Cesariana: A polêmica das Taxas) um outro médico obstétra atuante em Porto Alegre, Ricardo Jones, faz um breve comentário que quero compartilhar com vocês:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"...Analisem só esta parte interessante da argumentação do colega:"A primeira questão que deve ser combatida refere-se aos supostos malefícios da cesariana. Baseado nisto é que as políticas de saúde combatem o médico. Ele passa a ser o vilão do sistema por ser o único que pode realizar a cesariana. Se houver uma desqualificaçã o da cesariana, torna-se mais fácil desqualificar o médico. Para este objetivo, "armam-se" de dados e de estudos enviesados e, principalmente, de informações falsas."&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;RJ:&lt;/strong&gt; O que eu acho curioso é que ele... tem razão.Mas a frase pode ser lida ao inverso: "Se houver uma exaltação da cesariana, do modo cirúrgico de ter filhos, torna-se mais fácil enxergar o médico como único capaz de assegurar a qualidade do atendimento à gestante. Para este objetivo os médicos armaram-se de dados, estudos inviesados e, principalmente, informações falsas." Ao argumentar contra a humanização do nascimento o colega desnuda o principal elemento que construiu no imaginário social a supremacia dos médicos, tornando-os os assistentes principais do parto: o recurso tecnológico, sem o qual seríamos "parteiras destreinadas" . Ineg;avel a importância da cesariana para salvar vidas, mas igualmente indiscutível o fato de que os médicos exageraram a sua importância (e uso) como forma de fazer valer seu recurso exclusivo: a cirurgia.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Outra afirmação que chega a ser engraçada:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Prova disto é a total falta de importância a duas grandes questões que bastante influenciam as altas taxas de cesariana: processos judiciais, o que leva a uma medicina defensiva, e a violência das grandes cidades que leva a um temor de assistência a partos no turno da noite."&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;RJ:&lt;/strong&gt; Na parte dos processos judiciais ele tem razão, e é nessa parte que se estabelece a conexão entre as responsabilidades da sociedade civil - pela forma como nascemos - e a parte do médico - como cuidador do parto. Somente teremos verdadeira humanização quando a sociedade como um todo realmente quiser. Enquanto os médicos humanistas forem vítimas de perseguição por valorarem o parto normal e por ajudarem mulheres a conseguirem seus sonhos de parto, seremos presas do modelo vigente, em que TODOS perdem. Perde a sociedade pelas aumentadas taxas de mortalidade materna e neonatal (sim, é verdade, apesar dos recursos retóricos do nobre tocólogo), e perdem os médicos por não conseguirem propiciar às gestantes o parto que elas sonham. Entretanto, a outra parte da argumentação parece piada... "Médicos fazem mais cesarianas por medo de serem assaltados".Ora... dava para escolher algo mais consistente. Parece que o nobre colega está tentando tapar o sol com a peneira.Mas e os médicos plantonistas, que JÁ estão no hospital? Porque fariam cesarianas em exagero?Olha... excesso de cesarianas deve ser debatido com mais seriedade, menos recursos desesperados e mais coerência.Em resumo:A humanização do nascimento está incomodando."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;Ricardo Jones&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-1541448677008734936?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/1541448677008734936/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/05/cesariana-polemica-das-taxas-ii.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/1541448677008734936'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/1541448677008734936'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/05/cesariana-polemica-das-taxas-ii.html' title='Cesariana: A Polêmica das Taxas II'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-6995485932194264092</id><published>2009-05-27T16:46:00.000-07:00</published><updated>2009-05-27T17:34:54.990-07:00</updated><title type='text'>Cesáreas: Polêmica das Taxas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;No último mês de Abril, foi publicado no CREMERJ (páginas 8 e 9) um artigo comentando sobre a &lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;strong&gt;polêmica das altas taxas de cesareana&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; com a autoria do Dr. Raphael da Câmara Medeiros Parente. Há muita divergência aos argumentos colocados por este profissional. Então optei por colocar aqui no blog o artigo na ítegra do Dr Raphael e a resposta do Dr Hugo Sabatino que foi publicado no site do Grupo de Parto Alternativo de Campinas (&lt;a href="http://partoalternativo.blogspot.com/"&gt;http://partoalternativo.blogspot.com/&lt;/a&gt;). Gostaria que vocês lêssem e opinassem sobre estas divergências. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Artigo é muito longo, contudo vale a reflexão sobre os diferentes aspectos antes de definirmos nosso posicionamento. A letra em preto é do Dr. Raphael e a em &lt;span style="color:#6600cc;"&gt;azul do Dr. Hugo&lt;/span&gt;. Boa leitura!!!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Atualmente, há uma forte campanha governamental a favor da humanização do parto e do parto vaginal. " &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;RESPOSTA: Esta informação é no mínimo incompleta e tendenciosa, já que as intervenções do governo Brasileiro para redução da cesárea começaram em 1979 com o pagamento igual de honorários médicos no parto vaginal e de cesárea do INAMPS. Continuando nos anos subseqüentes até nossos dias, pelo tanto esta campanha está cumprindo 30 anos , intensificada na era do atual Governador José Serra, quando ele era ministro da Saúde.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Este conceito de humanização, há muito distorcido, é usado para retirar substancialmente o médico do atendimento obstétrico. Para isto, são divulgadas informações erradas e levianas de que os médicos são menos “humanizados“ que outros profissionais de saúde, que são os únicos responsáveis por altas taxas de cesariana com o objetivo único de preservar sua rotina e aumentar seus ganhos e que não respeitam a autonomia e o desejo das mulheres pelo parto vaginal. Vem sendo dito, inclusive, que o médico não sabe mais realizar um parto vaginal, dando a entender que esta capacidade somente é dominada pelas parteiras, enfermeiros, obstetrizes etc." &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;RESPOSTA: De fato o conceito de humanização é frequentemente interpretado em forma distorcida, inclusive pelo responsável deste documento, ao qual estou respondendo. Em várias publicações de nosso grupo na Universidade de Campinas, temos identificado, em casos de baixo risco, os seguintes pilares da Humanização: A) Respeito aos processos fisiológicos da Gestação, parto, puerpério e amamentação materna; B) Participação multiprofissional e interdisciplinares; e C) Respeito as costumes regionais e individuais do casal . Sem a presença destes três pilares não pode ser considerada a atenção ao nascimento de baixo risco, como humana. O problema é complexo porém bem claro para não abrir mão destes pilares. Realizar a finalização de uma gestação de baixo risco, mediante uma cesárea, sem causa médica que a justifique, ainda que esta seja a pedido da gestante (as indicações médicas estão identificadas claramente em todos os livros da especialidade), é uma conduta médica que não respeita os processos fisiológicos do trabalho de parto, parto e nascimento, por este motivo o procedimento cirúrgico realizado de forma desnecessária, deixa de ser um procedimento natural, humano ou fisiológico. Esta situação está bem explicada em todos os livros de texto da especialidade. Aquele profissional que não respeita este principio se coloca por em cima de este processo normal natural (humano), tentando com esta atitude superar este processo fisiológico, delicado, e bastante complexo que envolve qualidade de vida de duas pessoas e de uma família, Seria como pretender modificar fenômenos naturais como a saída do sol ou de um entardecer. O que podemos sim é participar ou assistir a esses fenômenos para sua contemplação com uma boa companhia, porém o que não podemos, ainda que sejamos profissionais competentes e inteligentes de ser capaz e melhorar esse processo. Em relação a querer melhorar o fenômeno do nascimento através de uma cesárea estou colocando a foto e comentário a este respeito, do eminente e respeitado Prof. Dr. Bussâmara Neme, matéria &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;publicada no Jornal Folha de São Paulo do dia 15 de Fevereiro deste ano. &lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_azUDFW6WXUQ/Sh15xdMjyHI/AAAAAAAABA8/i2ssgDdJafw/s1600-h/1.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Pelo tanto aqueles médicos que realizam este procedimentos seguramente são menos humanos que aqueles que respeitam o processo fisiológico do nascimento em casos normais, e esta não é uma definição leviana e sim fundamentada na fisiologia do processo. O prestigioso pesquisador Holandês Pieter Eric Treffers (1996), na Guia de Maternidade Segura da OMS, nos informa que: “A Obstetrícia deve acompanhar a fisiologia. Intervenções cirúrgicas devem prevenir ou corrigir patologias e não aperfeiçoar a fisiologia”. Por outro lado todos os livros de cirurgia colocam a operação cesáreas como sendo “cirurgia de alto risco”, devido a que o cirurgião deve invadir o peritônio, aumentando com isto os riscos durante e após a cirurgia, sendo que no caso das cesáreas este risco se estende também a próximas gestações como o demonstram os estudos de Clark (1985).&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Estes dados demonstram claramente que desde o ponto de vista dos riscos as mulheres que são submetidas a cesáreas desnecessárias estarão sendo colocadas (sem causa) em próximas gestações a riscos que aumentam significativamente a padecer de um acretismo placentário, o que pode de fato ser muito difícil de corrigir, colocando a vida da mulher em um grupo de maior chance de morte (lamentavelmente esta informação não e transmitida as mulheres que solicitam cesáreas desnecessárias). Esta atitude de sonegar informação esta em conflito com o juramento Hipocratico que diz “Primeiro não fazer dano” (Primum non noccere).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; "Para solucionar este problema, foi criado pela USP um curso de obstetrícia. Vocês leram bem: um curso de obstetrícia! Após quatro anos, o formando está apto a fazer partos vaginais. Este curso não tem nada a ver com a enfermagem. A primeira turma forma-se neste ano de 2008. O curso está vinculado à Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP. Espera-se com isto resolver a falta de formação médica para o parto vaginal. Não se deixem enganar! Tudo isto somente é difundido, e muito eficazmente, com o intuito de diminuir custos para os gestores e para favorecer determinadas categorias profissionais que vêm cada vez mais tentando tomar espaço dos médicos. Louve-se o trabalho que vem sendo realizado pelo Professor Ricardo Oliveira, Conselheiro do CREMERJ, que mobilizou obstetras da FEBRASGO e que agora tem enfrentado a questão junto ao CFM, ANS e MS. O grande problema é que os médicos, durante muito tempo, deitaram em “berço esplêndido”, achando que nada aconteceria com eles e permitiram que vários argumentos infundados passassem a ter status de verdade absoluta, tornando atualmente a defesa deles como politicamente incorreta. Ou tomamos uma atitude agora ou não demorará o dia em que o médico será proibido de realizar um parto vaginal, restando para ele tão somente a cesariana de emergência e todas as suas implicações legais." &lt;span style="color:#6600cc;"&gt;RESPOSTA: Estes conceitos eminentemente protecionistas da profissão, não tem nada a ver do que realmente é melhor para a Mãe e seu Filho independentemente de quem atende o parto. Por outro lado podemos concluir que aquele médico que tem medo de ser substituído por uma parteira, mereceria ser substituído, já que para humanizar o atendimento ao parto assinalamos que deve ser multidiciplinario, e trabalhar em equipe para o bem do binômio mãe - filho. A forma de o médico trabalhar em conjunto ou em parceria com as parteiras e realizada na maioria dos países que tem formas de atendimentos a população com grande benefícios tanto para a Mãe, seu filho e a própria sociedade (tenho em meu poder uma extensa bibliografia que certifica esta afirmação e a coloco a disposição, incluindo o último livro eletrônico publicado em 2007 sobre atenção ao nascimento de baixo risco).&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"A primeira questão que deve ser combatida refere-se aos supostos malefícios da cesariana. Baseado nisto é que as políticas de saúde combatem o médico. Ele passa a ser o vilão do sistema por ser o único que pode realizar a cesariana. Se houver uma desqualificação da cesariana, torna-se mais fácil desqualificar o médico. Para este objetivo, “armam-se” de dados e de estudos enviesados e, principalmente, de informações falsas. Cometem a maior leviandade que é a de associar a mortalidade materna com altas taxas de cesariana, dando a entender mais uma vez que o médico é o responsável pelas mortes de nossas mulheres." &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;RESPOSTA: A prática de cesárea com diagnostico médico correto, é uma das formas mais efetivas e humanas de poupar vidas maternas e perinatais, existem um numero grande de trabalhos que o demonstram. Este aspecto do atendimento em casos de risco tanto para a mãe como para o seu filho não entra em esta discussão (existe abundante bibliografia ao respeito). O que este documento mais uma vez trata de confundir, misturando as cesáreas realizadas com indicação médica (com risco) com as cesáreas sem indicação médica (sem risco ou desnecessárias). Existem dados que mostram que uma mulher com cesárea desnecessária tem sete vezes mais risco de morrer quando comparada a partos vaginais. E tem aproximadamente 35 vezes mais chance de ter uma complicação durante, após a cesárea e em partos subseqüentes. (os trabalhos que certificam, estes dados estão em meu poder). Acaba de sair uma publicação aonde se demonstram aumento da incidência de complicações de endometriosse após a realização de cesáreas bem sucedidas. Por outro lado este senhor não coloca trabalhos que certifiquem o contrario, ou seja que mostrem as verdadeira vantagem (que não sejam econômicas) para a mãe e seu filho quando a finalização da gestação e realizada a través de uma cesárea desnecessária.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Mortalidade materna não tem nada a ver com taxas de cesariana e sim com condições de saúde que faltam no nosso país por recursos insuficientes e pela corrupção endêmica. Entidades governamentais, em sua campanha pela redução de cesarianas ditas desnecessárias, relatam dados que são absolutamente enviesados e manipulados, dando a entender que a cesariana é muito mais perigosa que o parto vaginal. Isto não é verdade." &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;RESPOSTA: Neste ponto novamente o citado Sr. trata de confundir com comentários tendenciosos ao misturar políticas de saúde com aumento das complicações das cesáreas desnecessárias que se realizam numa classe social privilegiada, aumentando com isto custos de atenção que poderiam ser utilizados para melhorar essa políticas de saúde em classes sociais menos privilegiadas. Temos dados científicos (estão em meu poder), realizados por pesquisadores de renome e por Instituições internacionais (OMS) que demonstram a associação maior de mortes materna em casos de cesáreas desnecessárias, ignorar estes dados e no mínimo irresponsabilidade profissional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; "Como exemplo, temos que foi divulgado que fetos nascidos entre 36 e 38 semanas têm 120 vezes mais chances de desenvolver problemas respiratórios que aqueles que nascem com 40 semanas. Além de não ser dada a fonte deste número absurdo, deixa-se entender que a cesariana é a responsável por isto e não o motivo que levou à cesariana. Repete-se à exaustão que o parto vaginal é mais seguro para a mãe e o bebê, só que não há evidências indubitáveis disto. A questão passou a ser tão complexa que, só em discordar desta afirmação, o médico torna-se politicamente incorreto. Relata-se que hemorragia e infecções no pós-parto são mais comuns na cesariana e alguns estudos mostram exatamente o contrário. Provavelmente, alguns, ao lerem esta informação, vão até se espantar, mas isto é resultado desta desinformação que vários setores vêm realizando de forma sistemática." &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;RESPOSTA: Este senhor dá informações sem citar as fontes, motivo pelo qual não é possível manter um dialogo científico e sim uma mera transmissão de informações supostamente favorecedoras de uma conduta no mínimo anti-natural. Por outro lado podemos apresentar inúmeros trabalhos que mostram os malefícios de cirurgias mal sucedidas em casos de gestações de baixo risco, porem não temos trabalhos que nos mostrem o contrario, ou seja os benefícios (que não sejam econômicos) de cesáreas desnecessárias. Não é verdade que as cesáreas tem menos infecções e menos hemorragias. Em casos das infecções lembrar que o cirurgião de uma operação cesárea, tem que invadir peritoneo (membrana que protege ao organismo exatamente desta possibilidade), situação que esta preservada em um parto natural.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"O governo reiteradamente afirma que outra causa destas altas taxas de cesariana ocorre por comodidade dos médicos e por estes convencerem as gestantes a realizarem a cesariana. Sem dúvida, podemos afirmar que vários destes fatos ocorrem por causa dos formuladores de políticas de saúde não terem qualquer trato com a realidade obstétrica, mas sim somente com estudos e com metas a serem traçadas. Prova disto é a total falta de importância a duas grandes questões que bastante influenciam as altas taxas de cesariana: processos judiciais, o que leva a uma medicina defensiva, e a violência das grandes cidades que leva a um temor de assistência a partos no turno da noite. Ao mesmo tempo, esquecem ou não sabem que várias das cesarianas são solicitadas (quando não exigidas sob violência) por gestantes e/ou familiares. Somado a todos estes fatores, temos ainda a superlotação dos hospitais com impossibilidade de correto acompanhamento dos partos pela falta de profissionais." &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;RESPOSTA: Aquele profissional que coloca em risco a seguridade de seu paciente com medo de uma ação judicial o por medo de sair de noite, não deveria exercer a profissão de parteiro e sim de uma profissão que ofereça a segurança que ele pretende. Deixando para profissionais preparado(a)s, que realizem o atendimento do nascimento com segurança, sem necessidade de cirurgias perigosas&lt;/span&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"A meta da OMS de 15% de cesarianas é citada constantemente por todos os gestores e propagadores do parto vaginal, mas não dizem que ela foi traçada há mais de 20 anos baseada em taxas de países com baixa mortalidade materna. Se fosse traçada baseada nos mesmos parâmetros, atualmente, seria maior. Esta meta foi traçada em 1985, na ensolarada Fortaleza, belíssima capital do Ceará, por cerca de 50 pessoas que incluíam enfermeiras, parteiras, obstetras, pediatras, epidemiologistas, sociólogos, psicólogos, economistas, administradores de saúde, mães, donas de casa, etc. Baseados, exclusivamente, no fato de que os países da época que tinham as menores razões de mortalidade materna terem taxas de cesariana próximas a 10%, arbitraram que nenhum país deveria ter taxa maior que 15%. E desde então, esta taxa é propagada aos quatro cantos, esquecendo-se que, atualmente, todos os países tiveram aumento em suas taxas de cesariana, não havendo mais praticamente nenhum dentre aqueles que têm as menores taxas de mortalidade que atinjam estes valores. Sabe-se que populações de alto risco necessitam de taxas maiores, mas isto não é levado em conta. Estudo recente, que dá uma luz nesta questão, avaliou taxas de cesariana de 119 países dividindo-os por baixa, média e alta renda. Demonstrou que entre aqueles de baixa renda, quanto menos cesariana, pior a mortalidade neonatal, e entre aqueles de alta renda, quanto mais cesariana, menor a mortalidade neonatal (Althabe et al., 2006). Os resultados foram estatisticamente significativos." &lt;span style="color:#6600cc;"&gt;RESPOSTA: Esta associação realizada em forma simplista, mais uma vez trata de confundir, já que a mortalidade tanto materna como perinatal esta associada a um numero grande de variáveis e não somente a incidência de cesáreas, principalmente em classes sociais menos privilegiadas. Mesma situação em classes privilegiadas aonde historicamente as complicações são menores não pela realização de cesáreas e sim pela condição social. Estudos apresentados no Simpósio Internacional sobre Cesáreas realizado em Campinas em 2002 deixam claro esta situação com demonstração em vários trabalhos da associação de aumento de cesáreas e aumento de risco materno e perinatal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"O mesmo ocorreu em relação à mortalidade materna nos países de baixa renda. Nos de média e alta renda, não foi encontrada nenhuma associação. Este estudo, se bem analisado, sugere que estas taxas atuais que os governos propagam podem não ser as mais adequadas. No mínimo, necessita-se de uma nova discussão sobre este tema." &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;RESPOSTA: Este senhor ignora que nos anos 1982 e 2002 foram realizadas na Cidade de Campinas (SP) dois Simpósios Internacionais para tratar destes temas aonde foram referendadas as cifras de incidência de cesáreas as taxas de mortes maternas e as complicações das mesmas em casos de cesáreas de baixo risco, estas conclusões estão em meu poder e as coloco a disposição.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; "Questão que, para nós brasileiros, não pode ser desprezada é a heterogeneidade de nosso país que engloba áreas compatíveis com as mais desenvolvidas do mundo e outras similares aos países mais pobres do planeta. Casas de parto são tratadas como solução dos problemas para redução de cesarianas e da mortalidade materna. Tentam passar a idéia de que elas são muito seguras, o atendimento é humanizado, já que não é realizado por médicos, e as vontades da gestante são atendidas, como a presença de um acompanhante. O que não dizem é que quase não há partos nelas, há presença de vários profissionais para cada gestante e que, mesmo assim, pelas não são seguras. Não há estudo que ateste a segurança das casas de parto. Mais grave que isto é o movimento crescente a favor do parto domiciliar. Como grande vantagem deste sistema de parto, temos o gasto nulo para o governo. Obviamente, que isto em tese, porque as complicações desta política terão que ser arcadas no futuro. A grande questão é que o evento mortalidade materna é raro e compensa para o gestor assumir o risco." &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;RESPOSTA: Novamente estamos frente a informação tendenciosa e com conhecimento incompleto sobre o tema. As casas de partos apresentam cifras de atenção ao parto e segurança satisfatórias, a não presencia do médico se deve a proibição de Instituições corporativistas. Este senhor ignora os trabalhos do eminente Obstetra já falecido Prof. Galba Araújo, com cifras de mortalidade materna e perinatal menores as obtidas no Estado de Ceara, com atendimento de partos simplificado e por parteiras tradicionais. Caso se interesse por este magnífico trabalho que percorre o mundo a través da Fundação Kellog, encontra se no livro Medicina Perinatal da editora da Unicamp de Campinas (SP). Por outro lado um 15% dos partos realizados em Brasil são atendidos por parteiras tradicionais em locais de difícil aceso e em regiões aonde não existe atenção médica institucional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"O objetivo deste texto é mostrar dados que estão sendo divulgados erroneamente pelos defensores da gradativa retirada do médico da assistência obstétrica, usando para isto a necessidade da queda das taxas de cesariana, e mostrar evidências contrárias ao que é divulgado para o início de um debate não maniqueísta em que o médico não seja o vilão. Por outro lado, temos que defender o direito daquela gestante que deseja o parto vaginal, tê-lo com a máxima segurança, caso possível. Para isto, o foco não deve ser a redução de custos (embora em saúde o custo seja um importante fator que não se pode deixar de levar em conta), mas sim o de realizar o acompanhamento do trabalho de parto e o parto vaginal com segurança. Indefensável neste ponto é o fato de vários colegas médicos “inventarem” diagnósticos para realizarem a cesariana. Sabemos que isto ocorre por impossibilidade de se escrever o real motivo que seria o pedido materno. Portanto, esforços devem ser feitos para legalizar a entidade da cesariana por pedido materno." &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;RESPOSTA: Estas manifestações são tendenciosas, arbitrarias e inverídicas já que existem enumeráveis casos de mulheres grávidas sem risco que procuram cada vez mais locais e médicos ou mesmo parteiras que tem como norma o parto natural, devido a que seus médicos falam abertamente que não realizam esse tipo de atendimento e sim propõem abertamente uma cesárea desnecessária. Para confirmar estes argumento e possível acessar os links na internet que tratam destes temas tanto no Brasil como no mundo todo.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Como comprovação do que escrevemos, gostaríamos de apresentar alguns trechos extraídos do livro da Agência Nacional de Saúde (ANS) lançado em 2008: “O modelo de atenção obstétrica no setor de saúde suplementar no Brasil: cenários e perspectivas”. Este livro aborda vários aspectos da assistência obstétrica com o claro objetivo de alavancar o parto vaginal, usando-se de estudos vários de conceituadas revistas científicas. O grande problema é que a análise dos resultados é, muitas vezes, feita de forma equivocada, levando o leitor a falsas interpretações: • ...assim os médicos se opuseram à intervenção das parteiras, alegando ser a gravidez uma doença que requer o tratamento de um verdadeiro médico. • Estabelece-se então um modelo médico de assistência à gestação e ao parto que trata o corpo da mulher como uma máquina defeituosa, baseado numa série de crenças, idéias e maneiras de pensar próprias de toda uma categoria de profissionais, constituindo o que poderíamos chamar de modelo médico de saúde. • Os serviços de obstetrícia submetem as mulheres a uma série de rotinas que constituem um rito de passagem para a maternidade: separação das pessoas “normais” que continuam suas vidas fora do hospital, ficar a cargo de instâncias que estão fora de seu controle, realização de investigação e exames que envolvem a exploração de suas partes mais íntimas por homens desconhecidos e sujeição a métodos inquietantes e muitas vezes dolorosos os quais ela não deve recusar porque são feitos “para o bem do bebê”. Somente após estes ritos de isolamento e humilhação, a sociedade a reabilita como mãe. • O incremento da cesariana é claramente responsável pelos péssimos resultados obstétricos. • “Se quisermos mudar a humanidade, temos que mudar a forma de nascermos”. Estes trechos são emblemáticos e mostra muito bem como a questão do parto está sendo tratada. Com argumentos sofistas, falsas evidências e manipulação de resultados científicos. Nós, médicos, devemos nos preocupar em assistir ao parto e a oferecer o que há de mais seguro na manutenção da saúde integral da mulher: o direito de ser atendida no momento mais belo de sua vida por pessoas qualificadas para este momento tão sublime, com todo o carinho e atenção, mas também preparadas para resolver qualquer intercorrência que pode tirar dela, inclusive, a vida." &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;RESPOSTA: Esta última frase do autor coloca em evidência todo o referido anteriormente, já que o médico deve estar preparado para corrigir “intercorrências” e não para realizar condutas que a podem aumentar como é o caso de realizar sem causa médica, cirurgias de alta complexidade e passíveis de provocar inúmeras complicações. Podemos concluir que o parto por via vaginal em gestações de baixo risco e o mais seguro (não existem evidencia científicas do contrario) e que as cesáreas desnecessárias devem ser evitadas por vários motivos algum deles estão colocados resumidamente a continuação: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;• MAIOR MORTALIDADE MATERNA &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;• MAIOR MORBIDADE DURANTE E APÓS O PARTO &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;• MAIOR RISCO EM GESTAÇÕES POSTERIORES &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;• MAIOR MOLESTIAS PÓS OPERATÓRIA &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;• RECUPERAÇÃO MAIS LENTA QUE O PARTO VAGINAL &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;• AMAMENTAÇÃO RETARDADA &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;• ANTECEDENTES OBSTETRICOS DESFAVORAVEIS &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;• MAIOR COSTOS &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;CONCLUSÃO: 1.- A Obstetrícia assiste a dois pacientes, e um deles não pode manifestar seus desejos 2.- Não temos evidência de que a cesárea seja mais segura que o parto vaginal. 3.- Os riscos das cesáreas estão muito diminuídos e não devemos duvidar em recorrer a ela si fosse necessário 4.- Porem não parece lícito recorrer a ela sem indicação contrariando as leis da fisiologia 5.- Como se justifica se surge um problema no caso de cesárea sem indicação médica? 6.- Somente uma correta informação servirá para esclarecer as duvidas. Para certificar estas conclusões estamos colocando frases celebres colocadas por pesquisadores de ambos sexos que tense destacado sobre este tema: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;strong&gt;MARSDEM WAGNER&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;“A CESAREA DESNECESSÁREA É O SIMBOLO DA DESHUMANIZAÇÃO DO PARTO” &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;strong&gt;MIRANDA DODWELL&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;“SE FAZEMOS ACREDITAR AS MULHERES QUE A CESÁREAS E MAIS SEGURA, CERTAMENTA A PEDIRÃO” &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;strong&gt;SUSAN BEWLEY&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;“AS MULHERES TEM LOGRADO, NA ULTIMA CENTURIA, IMPRESIONANTES ÉXITOS HACIA SUA INDEPENDENCIA, POREM TEM PERDIDO CONFIANÇA NO SEU CORPO. E SEUS TEMORES CONDUCEM A CESÁREAS ELETIVAS, QUE CERTAMENTE NÃO E A SOLUÇÃO ADEQUADA” ESTHER VILELA “DEVEMOS TRANSFORMAR A RELAÇÃO DO PODER EM RELAÇÃO SOLIDARIA” &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Para finalizar concluímos estas respostas com as seguintes afirmações: “DEVEMOS TRANSFORMAR AS AMBIÇÕES DO METODO DE PARTO CONVENCIONAL, O PESADELO DAS CESÁREAS DESNECESÁRIAS. EM UMA REALIDADE DO PARTO HUMANIZADO” Para maiores informações sobre as vantagens do parto natural ver Trabalho ganhador do premio da ABRAMGE em 2007 e do livro: Atención al Nacimiento Humanizado – Basado en Evidencias Científicas Campinas (SP), 2007 (em Espanhol)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Dr. Hugo Sabatino &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;e-mail:hsabatino@uol.com.br&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-6995485932194264092?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/6995485932194264092/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/05/cesareas-polemica-das-taxas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/6995485932194264092'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/6995485932194264092'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/05/cesareas-polemica-das-taxas.html' title='Cesáreas: Polêmica das Taxas'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-4364067481476665736</id><published>2009-05-21T05:28:00.000-07:00</published><updated>2009-05-21T05:36:01.123-07:00</updated><title type='text'>Hospitais Violam Direito a Acompanhante</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Ontem, foi publicada no Jornal Folha de São Paulo uma reportangem sobre hospitais que não cumprem o direito de mulheres de terem Acompanhante no pré-parto, parto e pós parto. Vale estar atento a este direito e inclusive levar a lei impressa no ato da internação. Estas ações ajudam para garantir que nosso direito se faça cumprir.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vale a leitura!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#6633ff;"&gt;Hospitais violam direito a acompanhante &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Instituições descumprem lei federal que garante à mulher o direito de ter companhia de sua escolha durante o parto. Pesquisas sugerem que, se está acompanhada, a mulher sente menos dor e caem os índices de cesáreas e de depressão pós-parto. A administradora Sydharta Cavalcanti, 33, que teve sua filha, Luana, sem a presença do marido, Anderson Sousa, 30, em SP.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quatro anos após entrar em vigor a lei que garante à mulher o direito de ter um acompanhante no parto, vários hospitais brasileiros ainda negam essa possibilidade às gestantes. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A lei, válida para todo o país, afirma que os serviços ligados ao SUS são obrigados a permitir a presença de um acompanhante -indicado pela parturiente- em todo o período de trabalho de parto, parto e pós-parto imediato.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Segundo a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) e o Ministério da Saúde, a regra inclui partos via convênio médico e do setor privado. Há um ano, uma resolução da Anvisa reforçou esse direito.Na prática, não é o que acontece. A pedagoga Thaís Stella, 32, é uma das que tiveram o filho sozinha contra a vontade. Seu marido, Antonio Araújo, 32, foi com ela ao Hospital Sorocabana, em São Paulo, mas teve que ficar na recepção. "Parecia que eu ia ser presa. Tive que entregar tudo, até meus óculos. Tenho oito graus de miopia, nem consegui ver meu filho quando ele nasceu."Antonio só ficou sabendo do que estava acontecendo depois que João nasceu, assim como os outros pais presentes, conta Thaís. Só pôde ver a mulher e o filho na tarde seguinte, no horário de visitas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando terminou o horário de visitas, Thaís "implorou" ao marido que não saísse. "Estava me recuperando de uma cesárea, com dor, lutando para amamentar. Não conseguia cuidar bem do meu filho."Ele chegou com a lei do acompanhante impressa e disse que não sairia de lá. Após muita resistência, segundo Thaís, acabou ficando -e a outra paciente que dividia o quarto com ela pediu ao marido que voltasse e ficasse também."Deu para ver que era uma prática comum lá. Eles não têm nem cadeiras para os acompanhantes", diz a pedagoga, que ainda não obteve resposta para a reclamação que fez na ouvidoria do hospital.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Benefícios à saúde pesquisas sugerem que diversos indicadores melhoram com a presença do acompanhante no parto: a mulher sente menos dor, o bebê nasce em menos tempo e mais saudável, diminuem os índices de cesáreas e de depressão pós-parto e há três vezes menos chance de morte materna.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"O cidadão brasileiro já nasce com seu direito desrespeitado. É um vexame", diz Simone Diniz, professora da Faculdade de Saúde Pública da USP (Universidade de São Paulo).Em uma pesquisa com 1.673 mulheres que tiveram filho pela rede pública, ela constatou que quase todas querem ter um acompanhante e que muitas sabem da lei. "Elas não exigem porque têm medo de retaliação, de serem mais maltratadas."Diniz diz que, mesmo quando o parto é de risco, o acompanhante não atrapalha o médico. "E, para o bem-estar da mulher, é melhor que ela tenha alguém em quem confia do seu lado."Hospitais afirmam que, como há várias mulheres por quarto, a presença de um acompanhante do sexo masculino pode atrapalhar a privacidade das pacientes.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas, segundo Lena Peres, coordenadora da área de saúde da mulher do Ministério da Saúde, um levantamento em um grande hospital mostrou que, em 10 mil partos, só houve três problemas com o acompanhante. "A lei é contundente: o hospital tem que oferecer essa possibilidade à mulher.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Ela diz que foi dado um prazo de seis meses para que os serviços se adaptassem e que o Ministério tem recursos para ações como colocação de biombos, cortinas e poltronas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Marta Oliveira, gerente-geral técnico-assistencial de produtos da ANS, diz que, se a enfermaria não comportar o acompanhante, o hospital deverá se organizar para fazer isso.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No caso dos planos de saúde, é obrigatório deixar o acompanhante com a mulher no mínimo por 24 horas após o parto. Para o SUS, não há período definido -mas, segundo Peres, dura todo o tempo de recuperação da mãe. "Pai não é visita."Não foi o que aconteceu com a administradora Sydharta Cavalcanti, 33, que teve sua filha, Luana, hoje com um ano e dez meses, no hospital Beneficência Portuguesa, em São Paulo. Além de não permitirem que seu marido ficasse com ela no pré-parto e no nascimento, ele só pôde vê-las horas depois, no período de visitas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Era um sonho dele estar lá. Ele pediu, mas achou que no SUS não havia esse direito. O parto não foi mais mágico porque ele não estava", diz ela."&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;FLÁVIA MANTOVANIDA &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-4364067481476665736?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/4364067481476665736/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/05/hospitais-violam-direito-acompanhante.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/4364067481476665736'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/4364067481476665736'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/05/hospitais-violam-direito-acompanhante.html' title='Hospitais Violam Direito a Acompanhante'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-1733834167895927011</id><published>2009-05-20T08:06:00.000-07:00</published><updated>2009-05-20T08:14:08.149-07:00</updated><title type='text'>Nosso Encontro hoje!</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Mães, Futura Mãe, Pretensa  Mãe e Pais&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Não se esqueçam do nosso encontro hoje (20.05) no &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Núcleo de Yoga (Rua Domingos Fernandes, 66 Trujillo - Sorocaba).&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;às 18hs 30mi para conversarmos sobre&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Doula, Yoga para Gestantes e Massagem para nossos Bebês &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;e o que surgir no caminho.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Aguardo vocês lá!!!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-1733834167895927011?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/1733834167895927011/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/05/nosso-encontro-hoje.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/1733834167895927011'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/1733834167895927011'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/05/nosso-encontro-hoje.html' title='Nosso Encontro hoje!'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-8807240409757239665</id><published>2009-05-13T05:42:00.000-07:00</published><updated>2009-05-13T05:47:08.161-07:00</updated><title type='text'>Em Posição de Escolher</title><content type='html'>Encontrei este vídeo no youtube sobre o direito da mulher de escolher a posição que quer parir. É um vídeo engraçado e que nos faz refletir sobre o assunto. Acesse o link abaixo:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=XfXASwSq72M&amp;amp;feature=related"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=XfXASwSq72M&amp;amp;feature=related&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aproveitem!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-8807240409757239665?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/8807240409757239665/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/05/em-posicao-de-escolher.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/8807240409757239665'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/8807240409757239665'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/05/em-posicao-de-escolher.html' title='Em Posição de Escolher'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-4677886723760451485</id><published>2009-05-10T17:00:00.000-07:00</published><updated>2009-05-10T17:33:16.359-07:00</updated><title type='text'>Semana Mundial pelo Respeito ao Nascimento</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_atyTUYaLcmo/SgdxzMm2eEI/AAAAAAAAABA/xGxjaB5fmWo/s1600-h/Convite%2520SMRN2009%5B1%5D.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5334357408015087682" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 224px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_atyTUYaLcmo/SgdxzMm2eEI/AAAAAAAAABA/xGxjaB5fmWo/s320/Convite%2520SMRN2009%5B1%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;"Semana Mundial pelo Respeito ao Nascimento&lt;/strong&gt;, uma Iniciativa da Alliance Francophone pour l’Accouchement Respecté (AFAR) desde 2004 .&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Este ano o tema abordado será “O aumento das taxas de cesáreas no mundo”, e o slogan original da Parto do Princípio não poderia ser mais adequado: “Pelo fim das cesáreas desnecessárias, por uma nova forma de gestar, parir e nascer”.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A exposição visa incentivar a escolha segura e consciente da via de parto, preservando o vínculo afetivo mãe e filho, a amamentação na primeira hora de vida e o parto humanizado. Além de cerca de 30 fotos e seus cartões explicitando os mitos que rondam o parto em questão e que seriam motivo para uma cesárea possivelmente mal indicada , usaremos banners para divulgar a Rede, expôr os riscos da cesárea para mãe e o bebê e atentar para altas taxas de cesárea nos hospitais brasileiros.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A exposição acontecerá simultaneamente em várias cidades. Para saber mais, visite o site da &lt;a href="http://www.partodoprincipio.com.br/" target="_blank" rel="nofollow"&gt;Parto do Princípio.&lt;/a&gt;"&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-4677886723760451485?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/4677886723760451485/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/05/semana-mundial-pelo-respeito-ao.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/4677886723760451485'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/4677886723760451485'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/05/semana-mundial-pelo-respeito-ao.html' title='Semana Mundial pelo Respeito ao Nascimento'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_atyTUYaLcmo/SgdxzMm2eEI/AAAAAAAAABA/xGxjaB5fmWo/s72-c/Convite%2520SMRN2009%5B1%5D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-4078116732407261755</id><published>2009-05-05T17:14:00.000-07:00</published><updated>2009-05-05T17:37:06.840-07:00</updated><title type='text'>Momento Mães!!!</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;Parto de Gente e Núcleo de Yoga convidam você: mãe, futura mãe, possível mãe e todos os interessados para um encontro. Será um bate-papo tranquilo, agradável e esclarecedor sobre:&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;DOULA, YOGA PARA GESTANTES E &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;MASSAGEM PARA BEBÊS&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Dia &lt;span style="color:#000000;"&gt;20.04&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Horário &lt;span style="color:#000000;"&gt;18:30&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Núcleo de Yoga&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Rua Domingos Fernandes, 66 Trujillo - Sorocaba&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Inscrições e informações: (15) 3232-2565&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Espero você lá!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-4078116732407261755?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/4078116732407261755/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/05/momento-maes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/4078116732407261755'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/4078116732407261755'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/05/momento-maes.html' title='Momento Mães!!!'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-3236982546494017832</id><published>2009-05-04T12:16:00.000-07:00</published><updated>2009-05-04T12:28:34.634-07:00</updated><title type='text'>Exercícios Durante o Trabalho de Parto</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A matéria registrada na Folha de São Paulo no último dia 23 sobre os exercícios praticados durante o trabalho de parto reduz as chances de dor e de cesárea, além de reduzir o tempo foi muito bem escrita. Contudo, vale ressaltar que este acompanhamento à gestante, que segundo a matéria pode ser realizado por fisioterapeutas, também pode ser feito por uma doula que é uma profissional especializada no atendimento à mulheres no pré-parto, parto e pós parto. De qualquer forma vale a indicação e leitura da reportagem.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;&lt;strong&gt;Exercitar-se na hora do parto reduz chance de cesárea e dor&lt;br /&gt;Publicidade&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;"Praticar exercícios fisioterápicos durante o parto aumenta a tolerância à dor, reduz o uso de fármacos e diminui o tempo até o nascimento do bebê, conclui um estudo feito no Hospital Universitário da USP. Entre as grávidas que fizeram as atividades, o índice de cesarianas ficou em 11%. A média, na instituição, é de 20%. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No SUS, a taxa de cesáreas é de 28% e na rede privada e suplementar chega a 90%. A OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda que o índice seja de, no máximo, 15%. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na pesquisa, foram avaliadas 132 gestantes do primeiro filho, com gravidez a termo: 70 foram acompanhadas por fisioterapeuta e fizeram os exercícios preconizados no trabalho de parto e outras 62 tiveram acompanhamento obstétrico normal, sem os exercícios. As gestantes do estudo foram orientadas a ficar em várias posições, fazer movimentos articulares e pélvicos, relaxamento do períneo e coordenação do diafragma. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A fisioterapeuta Eliane Bio, autora do estudo, diz que, além da redução do número de cesáreas, os exercícios diminuíram a dor e a duração do trabalho de parto -de 11 para 5 horas. "Nenhuma parturiente do nosso grupo precisou de analgésico." No grupo controle, 62% usaram drogas de analgesia. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No Brasil, exercícios no trabalho de parto estão restritos aos poucos centros médicos que incentivam o parto normal, mas, em países como a Inglaterra e a Alemanha, vigoram há mais de 40 anos. Na França, toda grávida é orientada a fazer ao menos 12 consultas com o fisioterapeuta no pré-natal. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Segundo Bio, os exercícios remetem à livre movimentação que, no passado, a mulher tinha em casa durante o parto. "Temos que estimular as habilidades do corpo da mulher para o parto, prevenindo traumas no períneo, levando a uma vivência menos dolorosa, resgatando a poesia do nascimento."&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Segundo ela, os procedimentos fisioterápicos preconizam a participação da mulher em todo o processo de parto, com a livre escolha de posições durante as contrações.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O obstetra Artur Dzik, diretor da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana, diz que o estudo é benfeito (prospectivo, randomizado e com um número significativo de voluntárias). "Tudo o que estimula responsavelmente o parto normal é bem-vindo num país com altíssima incidência de cesárea."&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para ele, o ponto principal do trabalho foi ter mostrado que o acompanhamento fisioterápico retarda a necessidade de analgesia, diminuindo o tempo do trabalho de parto.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na opinião de Renato Kalil, ginecologista e obstetra da Maternidade São Luiz, o mérito do trabalho de Bio é ter "colocado no papel" a eficácia dos exercícios. "Minhas pacientes fazem isso há 22 anos, mas ainda são exceções. Na maioria dos hospitais, a grávida fica deitada esperando a hora da cesárea." &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ele pondera que o trabalho não consegue demonstrar de que forma ocorre o relaxamento provocado pelos exercícios. "Um médico adepto da cesárea diria que seria preciso medir os impulsos elétricos do músculo para comprovar o relaxamento. Mas, na prática, sabemos que a movimentação funciona." &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Você também pode acessar esta reportagem pelo link:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u555055.shtml"&gt;http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u555055.shtml&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-3236982546494017832?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/3236982546494017832/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/05/exercicios-durante-o-trabalho-de-parto.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/3236982546494017832'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/3236982546494017832'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/05/exercicios-durante-o-trabalho-de-parto.html' title='Exercícios Durante o Trabalho de Parto'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-1999557127145440810</id><published>2009-04-27T12:34:00.000-07:00</published><updated>2009-04-27T12:41:26.486-07:00</updated><title type='text'>Corte Tardio do Cordaão Umbilical Reduz Índice de Anemia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Vejam só uma pesquisa realizada pela Secretaria da Saúde de São Paulo, alerta que o corte do cordão umbilical tardio aumentam o índice de Ferritina no sangue dos bebês. A reportagem pode ser acessada pelo link &lt;a href="http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/lenoticia.php?id=103286"&gt;http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/lenoticia.php?id=103286&lt;/a&gt; ou você pode ler na íntegra abaixo:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#6633ff;"&gt;Corte tardio do cordão umbilical pode ser "vacina" contra anemia&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;"Estudo da Saúde aponta a relação entre o tempo de clampeamento e a saúde do bebê no primeiro ano de vida .&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Estudo realizado pela Secretaria da Saúde, por meio do Instituto de Saúde, aponta que crianças que tiveram o clampeamento (corte) do cordão umbilical ao menos um minuto após o nascimento possuem nível de ferritina superior àquelas que tiveram o cordão cortado imediatamente ao nascer, reduzindo o risco de desenvolver anemia no primeiro ano de vida. O estudo levou em consideração casos de 224 crianças de uma maternidade da Zona Sul da Capital nascidas de abril de 2006 amarço de 2007. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Dessas, 115 tiveram clampeamento tardio (cerca de um minuto após o parto) e 109 tiveram o cordão umbilical cortado logo após o nascimento. A taxa de ferritina encontrada nas crianças com clampeamento tardio foi de 123,15 nanogramas por ml de sangue contra 105,5 nanogramas por ml de sangue nas demais crianças.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os bebês foram avaliados aos três e seis meses de vida quanto aos níveis de ferritina (estoque de ferro) e hemoglobina. Os níveis de ferritina na criança são fortemente influenciados pelo volume corpóreo total de ferro ao nascimento.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;As práticas obstétricas, principalmente no momento do clampeamento do cordão umbilical, podem afetar o volume de sangue transferido da placenta para o recém-nascido e, consequentemente, o volume total de ferro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;"O principal objetivo do estudo é mostrar que aguardar apenas um minuto antes de cortar o cordão umbilical pode ajudar posteriormente na saúde do bebê e esse tempo não vai afetar nem a mãe nem a criança", avalia Sônia Venâncio, coordenadora do estudo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A anemia infantil pode provocar diminuição da capacidade cognitiva, distúrbios comportamentais, falta de memória, baixa concentração mental, déficit de crescimento, diminuição da força muscular e da atividade física, além de uma pré-disposição a doenças infecciosas."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#6633ff;"&gt;Da Secretaria da Saúde&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-1999557127145440810?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/1999557127145440810/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/04/corte-tardio-do-cordaao-umbilical-reduz.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/1999557127145440810'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/1999557127145440810'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/04/corte-tardio-do-cordaao-umbilical-reduz.html' title='Corte Tardio do Cordaão Umbilical Reduz Índice de Anemia'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-5714178174265275792</id><published>2009-04-25T17:15:00.000-07:00</published><updated>2009-04-25T17:19:17.227-07:00</updated><title type='text'>Casas de Parto</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Vejam essa discussão sobre a viabilidade das Casas de Parto:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Reuniu-se nesta quarta-feira (22), em Brasília, a Comissão do Parto Normal com a presença da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) e dos conselheiros federais que são componentes da Comissão. A pauta constou da discussão da RDC 36 da Anvisa&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;&lt;a href="http://www.anvisa.gov.br/divulga/noticias/2008/040608_1_rdc36.pdf" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.anvisa.gov.br/divulga/noticias/2008/040608_1_rdc36.pdf&lt;/a&gt;&gt; , que regulamenta o funcionamento dos Serviços de Atenção Obstetrícia e Neonatal e permite o funcionamento isolado das Casas de Parto no pais o que o CFM não considera necessário e não vê conveniência nisso. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Essa discussão vinha acontecendo já há algum tempo e a Anvisa enviou oficialmente ao CFM uma resposta sobre as questões colocadas pela Comissão e se comprometeu a criar uma Comissão para revisão da Resolução. O CFM reivindica junto a Anvisa a participação nessa comissão de revisão da resolução. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Brasil tem hoje 11 Casas de Partos, sendo que cinco destas estão isoladas.O CFM e a Febrasgo entendem que estas Casas devam ser acopladas a Hospitais.Segundo o coordenador da Comissão em Defesa do Parto Normal, José Fernando Maia Vinagre, a assistência a obstetrícia precisa ser supervisionado por médicos. "Os partos podem gerar emergências médicas. Estas Casas precisam estar preparadas com técnicas cirúrgicas, de acordo com a necessidade da gestante", defendeu Vinagre. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Comissão também irá marcar audiência com o Ministério da Saúde paradiscutir a Portaria 185/1999, que também regulamenta as Casas de Parto. O grupo ainda discutiu o "Projeto de intervenção para redução de cesarianas desnecessárias no Setor Suplementar de Saúde", elaborado pela Comissão, e que será apresentado na próxima Sessão Plenária do CFM. O projeto envolve além dos médicos obstetras e pediatras, outros profissionais de saúde e também as operadoras e hospitais. Caso o projeto seja aprovado pelo Pleno do CFM, será colocado em prática com o máximo de brevidade."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte: CFM&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-5714178174265275792?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/5714178174265275792/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/04/casas-de-parto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/5714178174265275792'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/5714178174265275792'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/04/casas-de-parto.html' title='Casas de Parto'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-2266808857083609016</id><published>2009-04-21T09:46:00.000-07:00</published><updated>2009-04-21T10:59:24.593-07:00</updated><title type='text'>Parto em Casa - Pesquisa</title><content type='html'>Vejam uma pesquisa que foi realizada na Holanda comparando a viabilidade do parto em casa e parto no hospital. Esra pesquisa foi publicada pela Pais&amp;amp;Filhos (15/04/09). Vale a pena!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;Parto em casa é tão seguro como no hospital&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;"Um estudo holandês que envolveu 530 mil partos demonstrou que, para as grávidas de baixo risco, dar à luz em casa é tão seguro quanto dar à luz no hospital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os investigadores avaliaram, sobretudo, os riscos para o bebé e verificaram que o número de mortes e de complicações foi igual em ambos os locais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Concluímos que para as grávidas de baixo risco em princípio de trabalho de parto é tão seguro parir em casa com uma parteira como num hospital com uma parteira. Estes resultados vêem reforçar a necessidade de políticas que encorajem as mulheres saudáveis a escolherem o local de parto», afirmou Simone Buitendijk, uma das autoras do estudo, citada pela BBC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Holanda, o parto em casa é bastante vulgar e corresponde a um terço dos nascimentos. Por outro lado, a Holanda está entre os países da Europa onde morrem mais bebés durante o parto ou imediatamente após o nascimento. Pensava-se que a elevada taxa de mortalidade dos bebés poderia estar relacionada com o facto de nascerem em casa, mas este estudo veio acabar com esse mito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Simone Buitendijk destaca ainda que o mais importante é que a grávida seja seguida durante o parto por uma parteira altamente especializada, que perceba quando é necessário o transporte para o hospital e que o consiga fazer rapidamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este foi o maior estudo realizado até agora sobre este tema e as conclusões foram publicadas no British Journal of Obstetrics and Gynaecology. "&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Acesse pelo link também: &lt;a href="http://www.paisefilhos.pt/index.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=1306&amp;amp;Itemid=60"&gt;http://www.paisefilhos.pt/index.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=1306&amp;amp;Itemid=60&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-2266808857083609016?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/2266808857083609016/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/04/parto-em-casa-pesquisa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/2266808857083609016'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/2266808857083609016'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/04/parto-em-casa-pesquisa.html' title='Parto em Casa - Pesquisa'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-372315136482260292</id><published>2009-04-11T11:03:00.000-07:00</published><updated>2009-04-11T11:08:41.895-07:00</updated><title type='text'>Psicose Pós-Parto</title><content type='html'>Foi divulgado pela BBC em 11/02/09 um estudo que mostra que o risco de psicose pós-parto é maior em mulheres que tem seu primeiro bebê após os 35 anos de idade. Veja o reportagem abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Mulheres que engravidam pela primeira vez a partir dos 35 anos de idade têm maior risco de sofrer de psicose pós-parto, segundo estudo divulgado na terça-feira pelo Instituto Karolinska da Suécia. No estudo, os pesquisadores concluíram que esse grupo de mulheres tem uma probabilidade 2,4 vezes maior de desenvolver psicose pós-parto nos primeiros 90 dias após o nascimento do bebê, em comparação com mulheres mais jovens.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"O risco de psicose aumenta consideravelmente em relação ao nascimento do primeiro bebê, tanto para mulheres saudáveis como para aquelas com histórico de distúrbio psiquiátrico (anterior à gravidez)", disse Unnur Valdimarsdottir, um dos cientistas envolvidos na pesquisa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Segundo os especialistas suecos, a psicose pós-parto é bem mais rara do que a depressão pós-parto, mas pode provocar sérias consequências para a mãe e o bebê.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O estudo do Instituto Karolinska comparou os dados de 750 mil mulheres suecas que deram à luz seu primeiro filho entre 1983 e o ano 2000.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os pesquisadores descobriram que 892 dessas mulheres foram hospitalizadas com distúrbios psicóticos dentro dos 90 dias posteriores ao nascimento de seu primeiro bebê. Quase metade delas (436 mil mulheres) apresentou sinais de psicose pela primeira vez na vida.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A pesquisa concluiu que o risco de desenvolver a psicose é significativamente reduzido após os primeiros 90 dias.Os cientistas deram atenção particular às mulheres que não possuíam histórico de doenças psiquiátricas antes da primeira gravidez.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Sabemos, através de estudos anteriores, que mulheres que apresentam uma condição psiquiátrica anterior à gravidez têm maior probabilidade de desenvolver a psicose pós-parto", disse Valdimarsdottir. "Nosso propósito, neste estudo, foi identificar fatores que aumentam o risco de psicose pós-parto em mulheres que não possuem um histórico de hospitalização por causas psiquiátricas", acrescentou ele.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os cientistas indicaram que fatores como o peso maior do bebê e diagnóstico de diabetes na mãe têm correlação com um grau mais reduzido do desenvolvimento de psicose pós-parto.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas, segundo os pesquisadores, será preciso realizar novos estudos para compreender melhor outras prováveis causas para a condição, como as alterações hormonais durante o parto.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Também conhecida como psicose puerperal, a psicose pós-parto é uma forma mais grave de depressão, em que a mulher tem delírios ou alucinações que podem levá-la a machucar a si mesma ou ao bebê.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os parentes precisam ser alertados, pois existe risco de vida para mãe e filho. Este quadro exige atenção médica imediata, e o aleitamento materno não é recomendado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estima-se que a psicose pós-parto atinja de 1,1 a 4 mulheres a cada mil nascimentos no mundo." &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Leia mais no site da BBC: &lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/2009/02/090211_psicosepartoml.shtml" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/2009/02/090211_psicosepartoml.shtml&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-372315136482260292?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/372315136482260292/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/04/psicose-pos-parto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/372315136482260292'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/372315136482260292'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/04/psicose-pos-parto.html' title='Psicose Pós-Parto'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-2713974375873382066</id><published>2009-04-09T10:01:00.000-07:00</published><updated>2009-04-09T10:12:48.404-07:00</updated><title type='text'>Banho de Ôfuro para Bebês</title><content type='html'>Banho de ôfuro ou balde para bebês é uma excelente dica para acalmar os pequenos. No início, muitos bebês não gostam dos banhos convencionais nas banheiras por serem muito movimentados e também com posições mais desconfortáveis. Nesse caso o banho no balde é uma alternativa inteligente, agradável e recomendável. Vejam só a reportagem sobre este assunto que foi publicada na globo.com no dia 18/01/09&lt;br /&gt;Link: &lt;a href="http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL948612-5598,00-MAES+RECORREM+A+BANHO+DE+OFURO+PARA+ACALMAR+BEBES.html"&gt;http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL948612-5598,00-MAES+RECORREM+A+BANHO+DE+OFURO+PARA+ACALMAR+BEBES.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#993399;"&gt;&lt;strong&gt;Mães recorrem a banho de ofurô para acalmar bebês&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#993399;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;Criança fica imersa em balde para reproduzir posição uterina.Água deve cobrir o corpo do bebê deixando só a cabeça para fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rafael, de 4 meses, toma banho de ofurô desde o primeiro mês de vida. O nascimento e a chegada repentina a um mundo completamente diferente pode não ser tão agradável para todos os bebês. Então, nada melhor do que um banho quentinho que lembre a barriga da mamãe. É isso o que propõe o ofurô para bebês: um banho dado dentro de um balde, com o bebê imerso e na posição vertical. “No útero da mãe o bebê estava na água, encolhido e acolhido, com o calor da mãe, e a banheira tradicional deixa esse bebê com a barriga para cima, que é a posição mais desagradável. A proposta do ofurô é fazer com que ele resgate um pouco o que sentia na barriga da mãe e se acalme”, diz Ana Cristina Duarte, coordenadora do Grupo de Apoio à Maternidade Ativa (Gama). Segundo o pediatra e neonatologista Carlos Eduardo Correa, o banho de ofurô não tem contraindicação e pode ser dado em bebês de qualquer idade, desde o seu nascimento. “O banho só traz benefícios para a criança e é um grande estímulo pela relação que o bebê tem com a água”, diz Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fisioterapeuta Regiane Albertini de Carvalho, mãe de Rafael, de 4 meses, recorre ao banho desde que seu filho tinha apenas 1 mês. "O Rafael já é uma criança calma, mas ele gosta muito do banho. Costumo dar o banho convencional e à noite, antes de dormir, o banho no balde para que ele se acalme e brinque um pouco", diz ao G1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Regiane conheceu o banho por meio da indicação de uma amiga e hoje recomenda. "Utilizo um balde especial, que é feito com um plástico mais resistente", afirma.  &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;                                   &lt;br /&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;&lt;strong&gt;Como deve ser o ofurô&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os pais devem aquecer a água entre 37 e 38 graus, na quantidade suficiente para cobrir o corpo do bebê deixando só a cabeça para fora da água. Corrêa recomenda que o bebê esteja enrolado em um tecido limpo para reproduzir a posição em que a criança ficava no útero. Outra dica do especialista é que o banho seja realizado, se possível, no escuro e em silêncio. “Esse é um banho em que os pais devem estar atentos o tempo todo e o bebê pode ficar no balde até que a água comece a esfriar. É importante que a mãe apoie a cabeça do bebê durante o banho”, diz Ana Cristina. Segundo ela, por estar sempre assistido pela mão, o bebê pode inclusive dormir durante o banho.                       &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;          &lt;br /&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;&lt;strong&gt;Maternidade ativa&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ana Cristina afirma que a manternidade ativa, defendida pelo Gama, é um conceito que diz que os pais precisam fazer escolhas conscientes sobre tudo o que diz respeito ao bebê. "É importante que os pais façam pesquisas para fazer escolhas conscientes para a vida de seus filhos, porque nenhuma escolha é 100% garantida ou perfeita", diz.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-2713974375873382066?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/2713974375873382066/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/04/banho-de-ofuro-para-bebes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/2713974375873382066'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/2713974375873382066'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/04/banho-de-ofuro-para-bebes.html' title='Banho de Ôfuro para Bebês'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-8079799883547486409</id><published>2009-04-07T08:29:00.000-07:00</published><updated>2009-04-07T09:23:04.443-07:00</updated><title type='text'>Menino Deus - Chegada do Théo</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_atyTUYaLcmo/Sdt7CcKXFII/AAAAAAAAAAw/EhT3wXTzDuY/s1600-h/Th%25C3%25A9o%2520074%5B1%5D.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5321982666517976194" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_atyTUYaLcmo/Sdt7CcKXFII/AAAAAAAAAAw/EhT3wXTzDuY/s320/Th%25C3%25A9o%2520074%5B1%5D.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Depois de um longo trabalho de parto (06 longas noites de contrações) chegou o grande momento. Emocionando muito a todos, o Théo nasceu. Calmo, tranquilo, preguiçoso e com os olhinhos procurando um contato. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Foi um parto domiciliar assistido. Aliás, muito bem assistido. Estávamos acompanhando a mamãe Erika e suas contrações: o papai Glauber, eu (tia e doula), a vovó Alice, a vovó Enói, a Andréa (obstetra), Ana Cris (obstetriz e assistente), Kaká (pediatra) e o Marcelo (fotógrafo).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Gostaria de deixar registrado o meu profundo agradecimento aos pais do Théo - Glauber e Erika, pela oportunidade de acompanhá-los nesta deslumbrante viagem. Talvez uma das viagens mais importantes da nossa história. Para mim, além de um enorme aprendizado foi um momento que jamais sairá de minhas lembranças. Foi emocionante. Ainda me faltam palavras para dimensionar o que sinto.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Théo, o que mais te dizer além de tudo o que já foi dito??? Seu nascimento foi um marco na minha vida profissional e pessoal. Mas você é pra mim algo muito além disso. Você é um garoto muito especial!! É impossível não ter grandes expectativas e desejos de momentos e curtições juntos, mas esses detalhes vou deixar pra te contar no nosso dia a dia. Por enquanto o que consigo adiantar em palavras é: a titia te AMA MUUUUITO e sempre, SEMPRE estará por perto como sua parceira e para o que VOCÊ quiser e precisar. Pode contar!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-8079799883547486409?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/8079799883547486409/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/04/menino-deus-chegada-do-theo.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/8079799883547486409'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/8079799883547486409'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/04/menino-deus-chegada-do-theo.html' title='Menino Deus - Chegada do Théo'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_atyTUYaLcmo/Sdt7CcKXFII/AAAAAAAAAAw/EhT3wXTzDuY/s72-c/Th%25C3%25A9o%2520074%5B1%5D.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-5028471203621983821</id><published>2009-03-25T07:38:00.000-07:00</published><updated>2009-03-25T07:50:52.119-07:00</updated><title type='text'>Orgasmo no Parto</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;É interessante perceber como diversas visões de parto, dor e o ambiente do nascimento permitem /possibilitam reações diferentes não só fisicas mas emocionais também. Abaixo compartilho um artigo onde mulheres afirmaram sentir orgasmo no parto normal. Esta é mais uma possibilidade!!!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://saude.%20terra.com.%20br/interna/%200,,OI3653721-%20EI1497,00-%20Mulheres+%20afirmam+sentir+%20orgasmo+no+%20parto+normal.%20html" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://saude. terra.com. br/interna/ 0,,OI3653721- EI1497,00- Mulheres+ afirmam+sentir+ orgasmo+no+ parto+normal. html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mulheres afirmam sentir orgasmo no parto normal &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Getty Images&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;" A liberação de alguns hormônios e a não utilização de anestesia podem favorecer o orgasmo durante o parto normal.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; A respiração começa a ficar ofegante, as pernas tremem e pequenas ondulações invadem o corpo feminino. Essas não são as sensações que antecedem o ápice do prazer da mulher na relação sexual, mas sim um orgasmo sentido ao se dar à luz. É isso mesmo. Por mais estranho que possa parecer, algumas mulheres afirmam encontrar o êxtase durante o trabalho de parto normal.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Controvérsias à parte, fato é que o assunto se alastra cada vez mais pela Internet e as mamães que juram ter passado pela experiência dividem a vivência em comunidades e blogs. Considerado por algumas como um novo movimento, chamado de Orgasmic Birth (algo como Orgasmo no parto, em tradução livre), o tema serviu de enredo para o documentário feito por Debra Pascali-Bonaro, cujo título é também Orgasmic Birth.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A diretora do filme dedica-se a ministrar palestras a enfermeiras e especialistas da área da obstetrícia com o intuito de divulgar métodos mais naturais para o parto, buscando maior saúde e bem-estar tanto para mãe quanto ao bebê. No Brasil, ela ajudou a implementar o programa de doulas, ou seja, acompanhantes que auxiliam a mulher a encontrar posições mais confortáveis na hora do parto e utilizam técnicas de massagem ou relaxamento para diminuir a dor; elas ainda fazem a interface entre a família e a equipe médica. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nos seus 26 anos de experiência no assunto, Debra notou um significativo aumento de orgasmos no momento de se dar à luz. Essa evidência a impulsionou a gravar seu primeiro filme. Ao longo de cinco anos, a diretora colheu depoimentos e imagens de 11 casais que permitiram expor o nascimento de seus filhos no decorrer de 87 minutos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Debra parte da teoria de que o parto é realizado cada vez mais de maneira mecanizada devido à tecnologia da medicina, o que nega a oportunidade à mulher de sentir as reais sensações desse momento, tais como o prazer e a satisfação de sentir-se plena e satisfeita com seu próprio corpo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A advogada Isobel Patterson, 31 anos, é uma das que endossam a experiência como verídica. Em depoimento ao site do jornal Times, ela diz que não acreditava ser possível alguém chegar ao orgasmo ao parir até ter passado por isso. "Assim que minhas contrações se intensificaram e eu estava chegando perto de parir, lembro que as sensações começaram. Minha pélvis começou a se contrair involuntariamente e minhas pernas a tremerem semelhante a um longo orgasmo", afirmou à publicação. "Meu marido disse que eu gritava 'Oh, meu Deus. É tão lindo, é como fazer amor'", contou ao jornal.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Especialistas acreditam ser possível a mulher sentir prazer nesse momento. O obstetra Michel Odent, responsável pelo conceito de nascimento de crianças em piscinas, falou ao Times que orgasmos durante o parto normal devem ser reconhecidos como uma experiência natural. "Durante o trabalho de parto, há uma enorme alteração hormonal no corpo com aumento de prolactina, endorfinas e oxitocina. Essas substâncias de êxtase ajudam a empurrar o bebê", explicou o médico.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Já a antropóloga Sheila Kitzinger afirma que a mulher só consegue sentir prazer se estiver relaxada e à vontade. "Quando uma mulher está em trabalho de parto e as pessoas ficam dizendo como fazer e como respirar, ela não pode agir espontaneamente. Mas quando lhe é permitido, o nascimento da criança pode ser absolutamente maravilhoso" , disse ao jornal. "Quando a cabeça do bebê alcança o períneo, ela estimula uma região erótica", falou à publicação."&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-5028471203621983821?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/5028471203621983821/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/03/orgasmo-no-parto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/5028471203621983821'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/5028471203621983821'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/03/orgasmo-no-parto.html' title='Orgasmo no Parto'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-4796027832424625607</id><published>2009-03-25T06:43:00.000-07:00</published><updated>2009-03-25T06:57:02.865-07:00</updated><title type='text'>A Dor Boa e a Dor Má</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Esta semana algumas pessoas me perguntaram sobre a dor do parto. Como as mulheres aguentam??? Então, resolvi buscar artigos que discutissem a dor do parto. Encontrei várias matérias, umas mais técnicas do que outras. No entanto, no site da amigas do parto li este artigo da Adriana Tanese Nogueira e achei muito interessante e diferente o olhar que ela expõe sobre a dor. Por este motivo compartilho com vocês estes dizeres.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Por Adriana Tanese Nogueira&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Coragem! Mais um pouquinho. Estão sentindo aquela dor gostosa? Aí... Abaixa mais um pouquinho. Trabalhem a respiração! Força, podem abaixar mais... e sorriam!” Muitos já devem ter feito experiência de uma aula de alongamento. Sentados no chão, estiquem as pernas e tentem encostar a cabeça nos joelhos. Vão sentir uma ardência por trás das pernas, uma sensação pra lá do desagradável. Dói, incomoda, irrita. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Alguém por acaso se levanta e sai da aula? Alguém toma um Tylenol par aliviar o desconforto?&lt;br /&gt;Na aula de ginástica, anterior à de alongamento, tentem ficar de quatro e levantar uma perna dobrada, quem sabe com uma caneleira de uns 4 quilos. Repitam o movimento 20/30 vezes – se conseguirem tanto, parabéns!!A sensação física que irão sentir nas pernas e, sobretudo, nos glúteos é como se uma mão de dedos longos e secos, entortados como presas de ave de rapina, entrasse na sua carne e a apertasse sem piedade: é horrível. Chega a bloquear o movimento, a deixar sem ar. E lá vem a professora: “Força! Está chegando o Natal, tenho certeza de que já comeram Panettone.... Vamos queimar essas calorias! O fundão aí, está roubando? Vamos lá. Um, dois, três e abaixa, um, dois, três e abaixa, um,dois, três e abaixa...... Isso! E agora.... só mais 8!” A turma exausta, se esforça ao máximo. É preciso esmagar aquelas gordurinhas a mais, suportar a dor, agüentar e sorrir. Para isso se brinca e até se debocha da própria dificuldade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Alguém por acaso sai da aula? Desiste? Alguém clama por uma anestesia para não sentir mais aquela dor irritante?&lt;br /&gt;Não!! Porque aquela é uma dor BOA. Culturalmente é uma dor aceita. É considerado bom sofrer para emagrecer e ficar em forma. Simbolicamente é o preço pago para ter um corpo mais bonito e promover uma boa saúde.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Enquanto estou lá, cerrando os dentes com aquela mordida dolorida nas carnes por causa dos exercícios, enquanto sinto a perna puxar terrivelmente tentando me dobrar em dois, penso na dor do parto. Esta é uma dor MÁ. Culturalmente não é aceita, não se entende por que é preciso sentir dor quando há remédios para evitar a dor. Isso acontece porque simbolicamente perdemos seu sentido.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A dor é relativa porque depende não só do limiar subjetivo, quanto e, sobretudo, do significado que lhe damos. A dor do esforço físico para ter um corpo bonito é justificada, tem valor simbólico. A dor do esforço físico do trabalho de parto e parto não é aceita, porque não tem valor simbólico. O parto é muito mais do que um evento fisiológico. É uma experiência psicossomática de altíssimo valor espiritual, simbólico e emocional. Quem não enxerga isso não tem motivos para encarar a dor. Assim como quem não curte uma boa forma e saúde, não tem motivo nenhum para ficar suando, pulando e tentando superar os próprios limites físicos numa sala de academia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quem se deu o trabalho de ir às aulas de ginástica e de alongamento conhece aquela sensação física gostosa de leveza e bem estar que vem depois. É o resultado do esforço físico, da perseverança e da disciplina.Da mesma forma, as mulheres que assumem um parto ativo e natural, relatam sempre uma sensação física e psíquica de plenitude, alegria e bem estar após o parto. Parece então que dar à luz com dor e coragem não é tão ruim assim."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Adriana Tanese Nogueira&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; é filósofa, psicanalista, mestra em Ciências da Religião (PUC/SP), formada pelo Curso "Preparação para Gestação, Parto, Puerpério e Aleitamento", Curso de Extensão, Teleduc, FCM-135, Unicamp, 2004, coordenado pelo professor Hugo Sabatino. É presidente e coordenadora da ONG Amigas do Parto, vive em Boca Raton, FL, USA. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-4796027832424625607?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/4796027832424625607/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/03/dor-boa-e-dor-ma.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/4796027832424625607'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/4796027832424625607'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/03/dor-boa-e-dor-ma.html' title='A Dor Boa e a Dor Má'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-3398526150556012642</id><published>2009-03-25T06:25:00.000-07:00</published><updated>2009-03-25T06:29:51.430-07:00</updated><title type='text'>Cantora Lírica em seu parto gemelar</title><content type='html'>Na quarta-feira (18/03/08) o Programa Mais Você mostrou uma vídeo sobre uma cantora lírica que cantou ópera no seu parto de gêmeos. Além de emocionante a matéria mostra como por meio de exercícios respiratórios é possível deixar seu parto mais tranquilo e até mais rápido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acesse o link pela matéria: &lt;a href="http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM984935-7822-SO+VOCE,00.html" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM984935-7822-SO+VOCE,00.html&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-3398526150556012642?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/3398526150556012642/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/03/cantora-lirica-em-seu-parto-gemelar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/3398526150556012642'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/3398526150556012642'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/03/cantora-lirica-em-seu-parto-gemelar.html' title='Cantora Lírica em seu parto gemelar'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-9087680671086014293</id><published>2009-03-23T08:51:00.000-07:00</published><updated>2009-03-23T08:57:35.700-07:00</updated><title type='text'>Cesárea: Escolher e Perder (Dr. Marsden Wagner)</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;ESCOLHER UM PARTO CESÁREO É UMA BOA IDÉIA?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Chique demais para fazer força" alardeou uma manchete recente em um jornal de Londres quando uma integrante do grupo Spice Girls escolheu dar a luz por uma cesárea, mesmo não existindo nenhuma razão médica para isso. É uma boa idéia? Alguns obstetras americanos estão agora estimulando mulheres sem problemas médicos a escolher a cesárea, declarando que é o direito da mulher escolher qualquer tipo de parto que ela quiser. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;POR QUE PROMOVER A CESÁREA?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Depois de uma década tentando baixar o número de cesáreas alguns obstetras estão agora repentinamente se revertendo e promovendo mais cesáreas. É ridículo supor que eles acabaram de descobrir os direitos das mulheres. Prova disso é a declaração emitida em 1998 pelo American College of Obstetricians e Gynecologists (Associação Americana de Ginecologistas e Obstetras) estimulando fortemente médicos e hospitais a "simplesmente dizer não" quando uma família pede permissão para fazer um vídeo do parto – são os obstetras colocando o medo de ações judiciais na frente dos valores familiares e direitos das mulheres. Mas eles estão usando a retórica dos direitos das mulheres para conseguir para eles o que eles querem – um parto cirúrgico. Por quê? Há três razões fortes pelas quais alguns obstetras estão promovendo mais cesáreas. Primeiro, é a única forma de poder manter seus estilos atuais de prática e qualquer semblante de uma vida pessoal decente. Um parto normal leva uma média de 12 horas e acontece a qualquer hora – 0 h e 7hs. A cesárea leva 20 minutos e pode ser marcada convenientemente. Não deixe os médicos tentarem negar que eles fazem isso por conveniência – uma análise científica de certidões de nascimento mostra que o nascimento é mais comum de segunda à sexta, das 9 às 17 horas e até a cesárea de emergência é mais comum de segunda a sexta, das 9 às 17 horas. Um episódio do seriado "E.R." mostrou uma mulher grávida em trabalho de parto com convulsões. O médico do Pronto Socorro perguntou à enfermeira onde estava o obstetra da mulher e a resposta foi: "Do outro lado da cidade em seu consultório atendendo pacientes". Se uma mulher acerta com um obstetra e acha que ela vai tê-lo por perto durante o trabalho de parto, ela está redondamente enganada. Exceto por visitas breves e ocasionais, o obstetra não vai estar com ela durante as muitas horas de trabalho de parto mas vai deixar o seu monitoramento para uma enfermeira ocupadíssima, e um telefone. Nenhum outro médico tenta assumir tarefas como ginecologistas e obstetras – monitorar a distância e correr para pegar mais de 4 milhões de partos por ano nos EUA, fazer as consultas pré-natais em todas essas mulheres, conduzir os 10% de partos que desenvolvem complicações, fazer planejamento familiar, ginecologia preventiva em todas as mulheres incluindo exames para câncer de mama e de colo de útero, fazer cirurgias ginecológicas de pequeno e grande porte. A única forma que eles podem possivelmente começar a administrar este fluxo crescente é colocar a parte que consome mais tempo – parto normal – sob controle e isto é precisamente o que uma cesárea faz. A segunda forte razão pela qual os obstetras querem mais cesáreas é para evitar ações judiciais. Um estudo dos casos nos quais o bebê morreu no parto e a família processou o médico mostra que em aproximadamente dois terços dos casos a razão número um pela qual o bebê morreu foi porque o médico não estava lá, e quando a enfermeira telefonou para o médico, houve falha de comunicação. Portanto mais de 70% dos obstetras já foram processados uma ou mais vezes e eles estão desesperados para ficar fora do tribunal, onde diferentemente do hospital, eles estão fora do controle. Quando uma cesárea não é feita e o bebê não é perfeito, o médico se coloca em risco de poder ser dito que ele não fez todo o possível. Mas quando uma cesárea é feita, é uma forma de seguro contra ações judiciais – todo o possível parece ter sido feito – apesar de que agora é a mulher e o bebê, como veremos em breve, que estão em risco. A terceira razão para promover a cesárea está relacionada com a terrível crise atual da obstetrícia nos Estados Unidos. O público, políticos, HMOs (Health Maintenance Organization – Organização de Manutenção da Saúde) estão percebendo rapidamente que é uma total insanidade ter especialistas altamente treinados capazes de fazer operações ginecológicas de 6 horas em mulheres com câncer avançado, para aconselhar mulheres grávidas saudáveis sobre suas vidas sexuais e também recepcionar bebês perfeitamente normais no parto. Isto é análogo a ter um cirurgião pediátrico para tomar conta de uma criança normal de dois anos. Obstetrizes (do inglês midwife) custam muito menos, e diferentemente das enfermeiras, tiveram anos de treinamento em assistência durante o trabalho de parto e parto. Além disto, uma pesquisa recente financiada pelo governo dos EUA prova que as obstetrizes são tão seguras quanto os obstetras para os mais de 80% de partos sem complicações médicas. Este estudo de mais de 4 milhões de partos descobriu que nos partos de baixo risco atendidos por obstetrizes há muito menos bebês mortos do que partos de baixo risco atendidos por médicos. Portanto há hoje um rápido crescimento no número de obstetrizes nos EUA com mais partos atendidos a cada ano – o maior HMO no Novo México emprega mais obstetrizes do que médicos e elas atendem a maioria dos partos. Motivar mais cesáreas é a tentativa desesperada de alguns obstetras de ter mulheres a escolherem o tipo de parto que somente eles podem fazer – a cesárea. Então quando alguns obstetras obtêm sucesso em convencer algumas mulheres a escolher a cesárea, em uma só ação os médicos ganham enorme conveniência, reduzem ações judiciais e acabam com a concorrência – as obstetrizes. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;A CESÁREA É SEGURA?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As mulheres só escolherão a cesárea se elas estiverem convencidas de que é seguro para elas e para seus bebês. Um dos primeiros esforços dos obstetras para incentivar a escolha por uma cesárea foi tomar as evidências científicas dos riscos da mãe e torturar os dados até eles confessarem o que eles queriam. Um exemplo. Uma propaganda obstétrica em revistas populares e profissionais diz que pesquisas mostram que 60% das mulheres que têm parto normal têm incontinência urinária e fecal. Mas uma leitura cuidadosa dos artigos científicos dos quais eles estão falando revela algo muito diferente. A propaganda joga todas as mulheres com partos normais em um mesmo grupo ao invés de fazer o que os pesquisadores fizeram – dividi-las em grupos de acordo com o risco. Quando a análise do risco foi feita, eles descobriram que mulheres em alto risco de incontinência urinária e fecal tiveram um grande número de partos, tiveram bebês pesando mais de dez libras ao nascimento e o mais importante, foram vítimas de intervenções desnecessárias e agressivas durante o trabalho de parto e parto. Por exemplo, nos últimos dez anos o uso de drogas poderosas e perigosas para iniciar ou acelerar o trabalho de parto foi de 10% para 20% de todos os partos. Estas drogas fazem o trabalho de parto anormal, com contrações violentas que podem danificar o útero. Umas dessas drogas, Cytotec, não é nem aprovada pelo FDA para tal uso, o fabricante da droga emite um aviso dizendo para os médicos nunca usarem a droga em mulheres grávidas e depois de uma revisão cuidadosa de todas as pesquisas sobre essa droga, os melhores cientistas advertem para não usá-la para este fim. E ainda o Cytotec vem sendo usado em mulheres grávidas para este fim por milhares de médicos, um tipo de obtetrícia acima da lei que ignora completamente todas as autoridades e os últimos dez anos viram centenas de mulheres com rupturas uterinas e muitos bebês com danos cerebrais e mortos como resultado. Outras intervenções agressivas, como episiotomia (obstetras cortam os músculos ao redor da abertura vaginal), e o uso de fórceps ou vácuo extrator para puxar o bebê para fora, causam problemas retais e urinários depois. Os cirurgiões tornaram o parto um procedimento cirúrgico, causaram danos nos corpos das mulheres e estão agora sugerindo que a solução é incentivar uma cirurgia ainda mais radical e agressiva – a cesárea. A solução é menos cirurgias desnecessárias, não mais. Uma cesárea eletiva sem emergência tem uma chance 2,84 vezes maior de morte da mulher do que se ela tiver um parto normal. Esta quantidade de mulheres mortas é baseada nos dados de 150.000 cesáreas eletivas e não de emergência, dando evidências fortes mais do que suficientes de seu perigo. Pode ser estimado com confiança que pelo menos 12 mulheres americanas morrem todo ano por causa de uma cesárea eletiva desnecessária. Além do risco de morrer, mulheres que escolhem a cesárea correm muitos outros riscos que acompanham uma cirurgia abdominal de grande porte – incidentes anestésicos, danos aos vasos sangüíneos com grande hemorragia, infecções freqüentes, extensão acidental da incisão uterina, danos à bexiga e outros órgão abdominais, cicatrizes internas e aderências levando a problemas intestinais doloridos e relações sexuais igualmente doloridas. Mas os riscos das mulheres que escolhem a cesárea não terminam no parto, Ela tem menor chance de conseguir engravidar de novo e se ela engravidar, ela tem chances muito maiores de que sua gravidez ocorrerá fora do útero, uma situação que nunca produzirá um bebê vivo mas traz risco de vida para a mulher. Além do mais, se ela obtiver sucesso em gestar seu próximo bebê até o fim da gravidez, devido a cicatriz tão grande em seu útero, ela tem um risco muito maior da placenta descolar antes do bebê nascer ou do útero romper como um pneu explodindo – condições que trazem um risco enorme de um bebê com danos cerebrais ou morto. E sobre os riscos para o bebê? Recentemente no programa de TV "Good Morning America" (Bom Dia América), eu estava debatendo a escolha da cesárea com um obstetra que disse: "Para o bebê, os riscos são muito maiores em um parto normal do que numa cesárea". É chocante que uma informação tão claramente falsa do ponto de vista científico seja dada para o público americano. Uma cesárea de emergência pode salvar a vida de um bebê, mas quando não há indicação médica para ela, somente a escolha da mulher, não há evidência científica para sugerir qualquer benefício para o bebê, mas muitos dados provando muitos riscos. Como os dois parágrafos seguintes provam, a mulher que escolhe a cesárea põe seu bebê em um perigo desnecessário. Para começar, em 2% a 6% de todas as cesáreas, quando o médico abre com um corte a barriga de uma mulher, ele corta o bebê. E muito mais sério, bebês nascidos de cesáreas eletivas trazem riscos muito maiores de taquipnéia transitória e de prematuridade, ambos grandes causadores de mortes de recém-nascidos. Se os médicos somente esperassem, na mulher que tem uma cesárea eletiva, até que o trabalho de parto se iniciasse espontaneamente, o risco destas duas condições seria menor. Mas esperar até o trabalho de parto começar elimina a conveniência para o obstetra de marcar o procedimento. Que os médicos não esperam, mas marcam a cesárea, prova que a conveniência tem uma prioridade maior do que a segurança do bebê. A estes risco para o bebê têm que ser adicionados os muitos riscos sérios para os futuros bebês nascidos da mulher que escolheu uma cesárea – riscos delineados acima. O fato de algumas mulheres estarem escolhendo a cesárea, sugere fortemente que elas não são informadas dos riscos para elas e nem dos riscos para seus bebês. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;ESCOLHER UMA CESÁREA É ETICAMENTE JUSTIFICÁVEL?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sim, as mulheres devem ter controle absoluto sobre seus próprios corpos. Segue logicamente que elas podem escolher qualquer procedimento médico que quiserem? A resposta não é tão simples. Se uma mulher vai a um obstetra exigindo uma circuncisão feminina em sua filha, deveria o médico fazê-la? A maioria das mulheres americana diria não e a maioria dos obstetras, incluindo aqueles promovendo os direitos das mulheres escolherem a cesárea, muito provavelmente também diriam não. Em um artigo recente em uma revista científica obstétrica, o Presidente de American Collegge of Obstetricians and Gynecologists incita os médicos a encorajarem as mulheres a escolher uma cesárea e citam o Brasil como um exemplo maravilhoso de honra à escolha das mulheres pela cesárea. Tendo passado um mês lá recentemente, eu vi com meus próprios olhos como o Brasil é um exemplo trágico do que acontece quando os médicos se afastam das indicações médicas para a cirurgia – hospitais com 100% de cesáreas, estados inteiros com 50% de cesáreas e nestas áreas, com essas taxas extremas de cesáreas, a taxa de mulheres morrendo próximo ao parto está, não surpreendentemente, subindo. E estudos mostram que as mulheres no Brasil querem cesárea porque na sua cultura machista temem perder seus homens se elas não têm o que os médicos chamam de uma "vagina de lua-de-mel". É isso que queremos para os Estados Unidos? Uma mulher surda não pode fazer uma escolha entre Mozart e Beethoven. "Escolha" sem informação completa não é escolha. A questão ética chave não é o direito de escolher ou exigir um procedimento cirúrgico de grande porte para o qual não há indicação médica, mas o direito de receber e discutir informações completas e não tendenciosas, anteriormente a qualquer procedimento médico ou cirúrgico. Isto requer revelação obrigatória de todos os riscos conhecidos de uma cesárea eletiva dada às mulheres na entrada do hospital (não quando ela está no auge do trabalho de parto ou sendo preparada para a cirurgia), assim como dando a elas seus direitos de Miranda*. Isto é muito diferente do que acontece hoje: na entrada do hospital é dada a mulher uma folha de papel para que ela assine, que não é para sua educação ou benefício, mas para proteger o médico e o hospital de ação judicial, essencialmente dando a eles carta branca para fazerem com ela o que quiserem. A informação dada à mulher para decidir que tipo de parto ela terá, tem que vir de uma fonte neutra e não tendenciosa como Federal Centers for Disease Control (Centros Federais de Controle de Doenças) ou outros cientistas. Qualquer informação provinda de organizações profissionais como o American College of Obstetricians and Gynecologists será inevitavelmente tendenciosa, pois o objetivo número um de qualquer organização profissional é proteger o interesse de seus membros. Como resultado, a informação disponível para os obstetras pode ser tendenciosa, gerada por firmas comerciais interessadas em lucros ou por organizações profissionais interessadas em promover dados mais favoráveis para os médicos sobre procedimentos. O resultado: muitos obstetras mal informados e não qualificados para fornecer informações completas e não tendenciosas para as mulheres. Eticamente falando, os médicos, assim como as mulheres, têm direitos a respeito do cuidado médico. É bem estabelecido nos EUA que nenhum médico é obrigado a fazer algo contra sua crença religiosa. Pelas mesmas razões, o médico não pode usar "ela quis" como desculpa para fazer o que ele quer fazer de qualquer forma. A primeira obrigação de um clínico é com o bem estar de seu paciente e se uma mulher pede por uma cesárea para qual o médico não consegue encontrar indicação e que, pelo melhor do seu conhecimento, traz riscos para a mulher e seu bebê que compensam qualquer benefício possível, o médico tem o direito, talvez até o dever, de recusar-se a fazer a cesárea. Ninguém está apontando uma arma para a cabeça dele. É por isso que a organização que conglomera todas as organizações obstétricas de nível nacional (incluindo o American College of Obstetricians and Gynecologists) emitiu uma declaração em 1999: "Devido a evidências fortes de que o benefício em cadeia não existe, realizar uma cesárea não é eticamente justificável". &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;CUSTO &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Apesar de ser verdade que o estilo atual de prática de muitos obstetras americanos resulta em partos normais desnecessariamente caros com tantas intervenções desnecessárias, sugerir que um parto normal é quase tão caro quanto uma cesárea é absurdo. A cesárea, com os custos do centro cirúrgico, um ou mais cirurgiões, anestesista, enfermeiras cirúrgicas, instrumentos, sangue para transfusão, internação mais longa no pós-operatório, etc, não se compara ao custo de um parto normal hospitalar. E os custos da cesárea eletiva a longo prazo são enormes, com mais bebês com taquipnéia transitória na UTI, cirurgias de emergência por mais gestações fora do útero, cirurgias de emergência por mais placentas que descolam e causam hemorragia, mais cirurgias de emergência por úteros rompidos, etc. Já hoje pode ser confiavelmente estimado que mais de um bilhão de dólares por ano nos EUA são desperdiçados em cesáreas eletivas desnecessárias. Se uma cesárea é feita somente porque a mulher requer assim, quem paga por isso? Se uma mulher requer um aumento de seios, a maioria dos convênios médicos e HMOs (Health Manintenance Organization – Organização de manutenção da Saúde) não pagará. Enquanto é próximo do impossível para um cirurgião encontrar uma razão médica para aumento de seios, é muito fácil para o obstetra encobrir uma cesárea a pedido apresentando uma justificativa médica como "falta de dilatação", etc. Esta é uma prática bem conhecida – atesta uma citação de um livro popular atualmente: "As mulheres escolhem ter uma cesariana porque elas querem manter o tônus vaginal de uma adolescente, e os médicos encontram uma explicação médica que vai de encontro ao convênio médico". Tal fraude difundida nos convênios significa que quando um convênio, não inteligentemente, paga por uma cesárea escolhida pela mulher, inevitavelmente o preço do prêmio tem que subir e todos aqueles que têm convênio com aquela empresa estão pagando pelas cesáreas desnecessárias – o público está pagando pela cesárea de escolha. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As mulheres corretamente lutam para não serem controladas por homens. Mas se as mulheres aceitam o modelo de assistência obstétrica que vê o parto como algo que acontece às mulheres ao invés de algo que as mulheres fazem, elas abrem mão de qualquer chance de controlar seus próprios corpos e fazer escolhas verdadeiras. Mulheres que exigem informação, mas somente obtêm informações selecionadas e favoráveis aos médicos aderem, não inteligentemente, à posição obstétrica e chamam isso de direito das mulheres. E tragicamente, aquelas mulheres que então escolhem a cesárea, perdem a oportunidade de experimentar o poder de seus corpos e perdem a oportunidade de experimentar o nascimento de seus próprios bebês. Escolher e perder. * N. T.: Os direitos de Miranda, ou "Miranda rights", são os direitos básicos do cidadão, alicerce da liberdade civil, que são por exemplo, citados no caso de uma prisão "Você tem o direito de se manter em silêncio, tudo que você disser pode e será usado contra você no tribunal (...)". &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;MARSDEN WAGNER&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Concluiu seu treinamento médico na Universidade da Califórnia. Depois da especialização e da prática como pediatra e neonatologista, ele completou mais dois anos de pós graduação na UCLA em ciência da medicina e saúde pública antes de embarcar em uma carreira como um epidemiologista perinatal nos Estados Unidos e Dinamarca. Durante 15 anos como Responsible Office for Maternal and Child Health for the European office of OMS (que representa 32 países), trabalhou incansavelmente para promover o cuidado perinatal seguro e eficaz em países industrializados. Continua a viver na Dinamarca, onde trabalha como um consultor para a OMS, UNICEF, para o governo e organizações não govermentaais. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Traduzido por Ana Carolina Fortes para Amigas do Parto. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Publicado sob licença do autor &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-9087680671086014293?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/9087680671086014293/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/03/cesarea-escolher-e-perder-dr-marsden.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/9087680671086014293'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/9087680671086014293'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/03/cesarea-escolher-e-perder-dr-marsden.html' title='Cesárea: Escolher e Perder (Dr. Marsden Wagner)'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-7792354294515438675</id><published>2009-03-15T20:28:00.000-07:00</published><updated>2009-03-15T20:54:24.739-07:00</updated><title type='text'>Vídeo - Parto Domiciliar</title><content type='html'>Quero compartilhar um vídeo de mais um parto natural e domiciliar! Desta vez, da Patrícia Bartolotto que pariu Vicente, hoje, com 8 meses vida extra-uterina. Vale muito a pena pela naturalidade e beleza demonstrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acesso pelo link: &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=7BWS00HiMfA"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=7BWS00HiMfA&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-7792354294515438675?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/7792354294515438675/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/03/quero-compartilhar-um-video-de-mais-um.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/7792354294515438675'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/7792354294515438675'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/03/quero-compartilhar-um-video-de-mais-um.html' title='Vídeo - Parto Domiciliar'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-133071817580254466</id><published>2009-03-15T19:57:00.000-07:00</published><updated>2009-03-15T20:55:38.436-07:00</updated><title type='text'>Relato de Parto</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Abaixo compartilho com vocês um depoimento de parto recém vivenciado. É lindo!!!! E além dessa beleza poética, é uma demonstração de força e superação de limites e de cultura arraigada. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Postado na comunidade VBAC no Orkut: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs.aspxcmm=13966122&amp;amp;tid=5312003976757615358&amp;amp;na=4" target="_blank"&gt;http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs.aspxcmm=13966122&amp;amp;tid=5312003976757615358&amp;amp;na=4&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Catarina e o sonho de um HBAC (Parto em casa após cesárea - Em 10/03/09) Amarelei. Arreguei. Pedi analgesia. Pedi cesárea. Chamei pela minha mãe. Falei que não queria mais brincar disso. Tava doeeeeendo!! Mas ao mesmo tempo eu repetia como um mantra: Eu vou conseguir... Eu vou conseguir. Eu VOU conseguir! Eu VOU CONSEGUIR! EU CONSIGO!! Fechava os olhos e lembrava de todos que me apoiaram. E de todos que, mesmo secretamente, torciam contra mim. Abria os olhos e via diante de mim três anjos que me falavam como eu estava indo bem, que faltava pouco, que agora estava cada vez mais perto, que eu era forte, que eu era guerreira. Guerreira? Eu me sentia uma farsa, uma traidora... Porque estavam todos ali me apoiando e eu pensando em como eu ia pedir para o Dr. Fred, assim que ele chegasse, pra me levar pro hospital e terminar com tudo. Mas isso eu não falei. E me apoiava nessas pessoas que, naquele momento eram toda a força que eu tinha. Allan, Clarissa e Rafaela. Se não fossem vocês eu não tinha conseguido. E eu dedico esse relato a vocês. Tudo começou às 03:30 da madrugada do dia 10. Contrações espaçadas, com um intervalo médio de 30 min, pouco doloridas. Levantei. Comi um sanduíche. Tomei suco. Pensando bem... Tudo começou às 17:30 do dia 09, quando a Rafaela, no consultório, espetou umas agulhas para começar a indução. Eu tinha completado 40 semanas na véspera, e agora o tempo estava contra mim. Com uma cesárea prévia recente, de 20 meses, estava fora de questão ser induzida com soro. Ou eu entrava em trabalho de parto, ou eu entrava. Saí do consultório normal. Não senti nada de diferente. Mas de madrugada a coisa começou a acontecer. Às 05:30 consegui me deitar novamente e cochilei entre as contrações por mais umas 2 horinhas. Allan foi levar o Rafa pra creche e voltou. Falei pra ele não ir trabalhar e ficar comigo. Ele ficou. Às 09:00 liguei pra Clarissa, as contrações estavam irregulares, começando a ficar doloridas, mas variavam desde 20 minutos entre uma e outra até 4 minutos entre elas!! Ela pediu pra eu anotar todas e me ligou às 10:00. Os intervalos maiores tinham baixado pra 10 minutos, mas ainda estavam irregulares. Eu tinha consulta com o Dr. Fred às 11:30, então combinamos que eu ligaria após a consulta e ela viria aqui pra casa ficar comigo. Tomei um copo de suco antes de sair de casa. Na sala de espera do consultório tive umas 3 ou 4 contrações das boas, ele atrasou um pouco pra me atender e só entrei meio-dia. Entre uma contração e outra fomos conversando. Só de olhar ele já disse: é, são contrações mesmo. Fui fazer o toque. Ele esperou uma contração passar e fez. Surpresa!! Colo do útero centralizado, longo, sem dilatação!! Como assim?? Mas como eu estava tendo contrações, a perspectiva é que eu começasse a dilatar em breve. A essa altura, estavam mais regulares, de 8 em 8 minutos. E o Dr. Fred falou que eu DEVERIA estar com pelo menos uns 3 cm. Combinamos então que ele viria aqui em casa às 16:00 para me reavaliar. Fui pra casa, cochilando entre uma contração e outra no carro. Liguei pra Rafaela e combinei dela ir lá em casa, eu tinha uma consulta com ela pra induzir às 14:00 e resolvemos mudar os planos, ela ia dar uma aliviada na dor com as agulhas. Chegamos e a Clarissa já estava esperando. Foi um alívio vê-la, pois eu estava desnorteada com a falta de dilatação. Assim que entramos, me deu uma ânsia de vômito e lá se foi o suco e o sanduíche da madrugada. Allan almoçou, mas eu não conseguia nem olhar pra comida. Tive também um pouco de diarréia. Fui pro chuveiro, na banqueta de parto. A água morninha aliviou um pouco a dor. Depois me deitei. A Rafaela chegou e começou a me espetar. Não sei dizer se ajudou ou não. Depois fui pra sala, ficar um pouco na bola. A cada contração eu ouvia a Clarissa falando pra eu não lutar contra a contração, pra eu deixar ela vir. Às vezes dava um desespero, eu esquecia de respirar. Fundamental ela estar lá pra me lembrar do que fazer e do que não fazer. Eu tinha que relaxar, saber que a contração tinha um pico de dor, e que a dor diminuía e depois dava tempo até de descansar para a próxima. Teve um momento que ela me garantiu que a dor não seria maior que aquela. Era tipo uma dor de cólica menstrual, realmente era suportável. Perguntei incrédula: “Não vai aumentar a intensidade?” E ela: “Não. Só vai ficar mais freqüente.” Eu repeti tentando internalizar a informação: “Mesma dor. Mais vezes. Acho que agüento.” Mas dá um desespero quando aumenta a freqüência. E eu não sei dizer se foram horas ou minutos daquele jeito. Pedi para deitar de novo. Me avisaram que deitada a dor piora, mas eu não queria saber, estava cansada. Meu corpo todo tremia. Combinamos que eu deitaria por 10 minutos e depois voltaria a caminhar na sala, sentar na bola, fazer os exercícios pra facilitar. Rá!! Não fiz nada disso. Deitei, e 10 minutos depois elas falaram pra irmos para a sala, caminhar. Eu não quis. Pra ir pra bola. Eu não quis. Pra ir pro chuveiro. Opa! Chuveiro. Em algum ponto da minha consciência lembrei que chuveiro era bom. Falei: “Chuveiro. Chuveiro é bom.” E levantei cambaleando para ir pro chuveiro. Que horas eram? Há quanto tempo eu estava ali? Não fazia a menor idéia. Um pensamento fixo: Chuveiro é bom. Sentei no vaso antes, fazer xixi. E saiu o tampão. Sei que ligaram pro Dr. Fred nessa hora. Falaram que ele estava vindo. Sentei na banqueta de parto, debaixo do chuveiro. E, umas poucas contrações depois senti uma coisa estranha... “Clarissa!! Estou com vontade de fazer força!!” Acho que assustei todo mundo na hora. “Vamos sair do chuveiro então.” “Daqui eu não saio! Quero fazer força agora!” “Então faz.” E a consciência voltou por um intervalo curto. E vi Allan agachado na minha frente, me segurando as mãos. E eu disse: “Mas o Dr. Fred ainda não chegou.” Como é que eu ia fazer força se ele não estava lá, pensei. “Estou com medo.” “Não precisa ter medo. Ele já está chegando.” Foi a minha passagem de ida. Fiz uma força comprida. Dilatação? Nem sei o que é isso... Lembram? Quatro horas antes estava com 0 de dilatação e agora com essa vontade louca de fazer força? Escutei um “pop”. Parecia uma bola de sabão estourando lá embaixo. Era a bolsa. Em seguida senti a cabecinha dela “coroando”, Allan colocou a mão e eu disse “Tira!”. Sei lá... Deu medo... Daí, em algum momento depois disso ele trocou de lugar com a Clarissa. Lembrei da Rafaela falando pra “soprar a vela”. Que era assim... Respirar fundo, soltar o ar, e depois soprar uma vela. Ela tinha me falado disso na véspera. E tinha dito que não queria me ver fazendo “força de cocô”... Fiz outra força grande... Soprei a vela, fiz força de cocô, tudo meio junto. E a Clarissa falando: “Faz força devagar, senão vai lacerar.” Lacerar? Eu não tava nem aí. Lacerar é o caramba, que se dane, vou fazer a força que eu quiser! E saiu a cabecinha, parecendo um sabão. Mais uma força e veio o corpinho. Ouvi o choro, olhei, colocaram aquela coisinha suja de sangue, molhada, linda, nos meus braços... Olhei pra Clarissa e falei: “Clarissa, eu consegui...” E todo mundo no banheiro ficou em polvorosa. Aí eu ouvi um “cataplof!” e era a placenta, caindo inteirinha no chão, sem fazer força nem nada. Perguntei as horas. Ninguém tinha se lembrado de olhar... Eram 16:55. Daí calcularam rápido em 16:45, mas o Allan falou: “Mas não tem 10 minutos!!” e combinamos que tinha nascido às 16:50. Hora de ir pro quarto me deitar. Desmaiei. Exaustão, cansaço, perda de sangue, pressão baixa, hipoglicemia, tudo junto. Me reanimaram, Perguntei pela Catarina. Estava nos meus braços. Segura. Tentei de novo, outro desmaio. Me reanimaram de novo. Insisti em continuar. Um terceiro desmaio, já no meu quarto, no pé da cama. Catarina estava na bacia, junto com a placenta nessa hora. Não me deixaram levantar, o Dr. Fred tinha chegado. Clarissa ficou com Catarina nessa hora, aproveitou pra limpá-la, enquanto Allan e Fred me colocavam na cama. Bateu um desespero, pedi minha filha, me entregaram. Eu juro que achei que ia morrer. Os desmaios me assustaram mais que todo o resto. O Dr. Fred examinou a pequena, cortou o cordão. Ninguém lembrou que Allan queria cortar o cordão, nem mesmo ele! Estava tudo bem com ela e comigo. Ele examinou o períneo, uma laceração de segundo grau, 4 pontos. Menos que uma episio! Rá! Peso? Uns 3,200, chutado. Altura? Medimos hoje de manhã com uma fita métrica... 49 cm. APGAR? 10 aos 5 minutos (o Dr. Fred disse hoje de manhã... Ele voltou aqui para nos ver.) Dores? Pra sentar, um pouco... Os pontos beliscam. Dor nas costas, nas pernas, típicas de esforço físico, especialmente pra quem é sedentária. Tomei banho sozinha hoje de manhã. Consigo andar, sentar, levantar, deitar... Tudo meio dolorido, o útero está contraindo e dói também. E isso são as primeiras 24 horas. Minha princesa nasceu bem, com dez dedinhos nas mãos, dez dedinhos nos pés, na casa dela. Não foi pra berçário, UTI, incubadora. Veio para os meus braços. Não pingaram nitrato de prata nos seus olhos. Não deram injeção de vitamina K. Muito menos soro glicosado ou leite artificial. Tem um pulmão fortíssimo, chora bem alto. Tem uma pegada no peito que só lembro do Rafa com três meses pegando parecido. Suga forte. Meu colostro desceu hoje e o leite deve estar a caminho. Estou feliz! Demorei para dormir ontem pela euforia que tomava conta da minha mente, apesar do corpo cansado. Minha mãe (que chegou depois de tudo terminado, ela foi buscar o Rafa na creche para nós) olhou para mim, num momento que ficamos a sós e me disse: “Eu achei que você não ia conseguir.” Com um sorriso no olhar como que dizendo o quanto ela estava feliz por mim. Eu respondi: “Eu também achei que não.” "&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-133071817580254466?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/133071817580254466/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/03/relato-de-parto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/133071817580254466'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/133071817580254466'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/03/relato-de-parto.html' title='Relato de Parto'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-1231699496517886794</id><published>2009-03-15T19:17:00.000-07:00</published><updated>2009-03-15T19:23:04.662-07:00</updated><title type='text'>Recomendações OMS</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Recomendações da OMS (Organização Mundial da Saúde) no Atendimento ao Parto Normal&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A) Condutas que são claramente úteis e que deveriam ser encorajadas:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;1. Plano individual determinando onde e por quem o parto será realizado, feito em conjunto com a mulher durante a gestação, e comunicado a seu marido/ companheiro e, se aplicável, a sua família.&lt;br /&gt;2. Avaliar os fatores de risco da gravidez durante o cuidado pré-natal, reavaliado a cada contacto com o sistema de saúde e no momento do primeiro contacto com o prestador de serviços durante o trabalho de parto e parto.&lt;br /&gt;3. Monitorar o bem-estar físico e emocional da mulher ao longo do trabalho de parto e parto, assim como ao término do processo do nascimento.&lt;br /&gt;4. Oferecer líquidos por via oral durante o trabalho de parto e parto.&lt;br /&gt;5. Respeitar a escolha da mãe sobre o local do parto, após ter recebido informações.&lt;br /&gt;6. Fornecimento de assistência obstétrica no nível mais periférico onde o parto for viável e seguro e onde a mulher se sentir segura e confiante.&lt;br /&gt;7. Respeito ao direito da mulher à privacidade no local do parto.&lt;br /&gt;8. Apoio empático pelos prestadores de serviço durante o trabalho de parto e parto.&lt;br /&gt;9. Respeitar a escolha da mulher quanto ao acompanhante durante o trabalho de parto e parto.&lt;br /&gt;10. Oferecer às mulheres todas as informações e explicações que desejarem.&lt;br /&gt;11. Não utilizar métodos invasivos nem métodos farmacológicos para alívio da dor durante o trabalho de parto e parto e sim métodos como massagem e técnicas de relaxamento.&lt;br /&gt;12. Fazer monitorização fetal com auscultação intermitente.&lt;br /&gt;13. Usar materiais descartáveis ou realizar desinfecção apropriada de materiais reutilizáveis ao longo do trabalho de parto e parto.&lt;br /&gt;14. Usar luvas no exame vaginal, durante o nascimento do bebê e na dequitação da placenta.&lt;br /&gt;15. Liberdade de posição e movimento durante o trabalho do parto.&lt;br /&gt;16. Estímulo a posições não supinas (deitadas) durante o trabalho de parto e parto.&lt;br /&gt;17. Monitorar cuidadosamente o progresso do trabalho do parto, por exemplo, pelo uso do partograma da OMS.&lt;br /&gt;18. Utilizar oxitocina profilática na terceira fase do trabalho de parto em mulheres com um risco de hemorragia pós-parto, ou que correm perigo em conseqüência de uma pequena perda de sangue.&lt;br /&gt;19. Esterilizar adequadamente o corte do cordão.&lt;br /&gt;20. Prevenir hipotermia do bebê.&lt;br /&gt;21. Realizar precocemente contacto pele a pele, entre mãe e filho, dando apoio ao início da amamentação na primeira hora do pós-parto, conforme diretrizes da OMS sobre o aleitamento materno.&lt;br /&gt;22. Examinar rotineiramente a placenta e as membranas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;B) Condutas claramente prejudiciais ou ineficazes e que deveriam ser eliminadas:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;1. Uso rotineiro de enema.&lt;br /&gt;2. Uso rotineiro de raspagem dos pelos púbicos.&lt;br /&gt;3. Infusão intravenosa rotineira em trabalho de parto.&lt;br /&gt;4. Inserção profilática rotineira de cânula intravenosa.&lt;br /&gt;5. Uso rotineiro da posição supina durante o trabalho de parto.&lt;br /&gt;6. Exame retal.&lt;br /&gt;7. Uso de pelvimetria radiográfica.&lt;br /&gt;8. Administração de ocitócicos a qualquer hora antes do parto de tal modo que o efeito delas não possa ser controlado.&lt;br /&gt;9. Uso rotineiro da posição de litotomia com ou sem estribos durante o trabalho de parto e parto.&lt;br /&gt;10. Esforços de puxo prolongados e dirigidos (manobra de Valsalva) durante o período expulsivo.&lt;br /&gt;11. Massagens ou distensão do períneo durante o parto.&lt;br /&gt;12. Uso de tabletes orais de ergometrina na dequitação para prevenir ou controlar hemorragias.&lt;br /&gt;13. Uso rotineiro de ergometrina parenteral na dequitação.&lt;br /&gt;14. Lavagem rotineira do útero depois do parto.&lt;br /&gt;15. Revisão rotineira (exploração manual) do útero depois do parto.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;C) Condutas utilizadas com insuficientes evidências que apóiem a sua clara recomendação e que devem ser utilizadas com precaução até a conclusão de novos estudos:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;1. Método não farmacológico de alívio da dor durante o trabalho de parto, como ervas, imersão em água e estimulação nervosa.&lt;br /&gt;2. Uso rotineiro de amniotomia precoce (romper a bolsa d’água) durante o início do trabalho de parto.&lt;br /&gt;3. Pressão no fundo uterino durante o trabalho de parto e parto.&lt;br /&gt;4. Manobras relacionadas à proteção ao períneo e ao manejo do pólo cefálico no momento do parto.&lt;br /&gt;5. Manipulação ativa do feto no momento de nascimento.&lt;br /&gt;6. Utilização de ocitocina rotineira, tração controlada do cordão ou combinação de ambas durante a dequitação.&lt;br /&gt;7. Clampeamento precoce do cordão umbilical.&lt;br /&gt;8. Estimulação do mamilo para aumentar contrações uterinas durante a dequitação.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;D) Condutas freqüentemente utilizadas de forma inapropriada:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;1. Restrição de comida e líquidos durante o trabalho de parto.&lt;br /&gt;2. Controle da dor por agentes sistêmicos.&lt;br /&gt;3. Controle da dor através de analgesia epidural.&lt;br /&gt;4. Monitoramento eletrônico fetal.&lt;br /&gt;5. Utilização de máscaras e aventais estéreis durante o atendimento ao parto.&lt;br /&gt;6. Exames vaginais freqüentes e repetidos especialmente por mais de um prestador de serviços.&lt;br /&gt;7. Correção da dinâmica com a utilização de ocitocina.&lt;br /&gt;8. Transferência rotineira da parturiente para outra sala no início do segundo estágio do trabalho de parto.&lt;br /&gt;9. Cateterização da bexiga.&lt;br /&gt;10. Estímulo para o puxo quando se diagnostica dilatação cervical completa ou quase completa, antes que a própria mulher sinta o puxo involuntário.&lt;br /&gt;11. Adesão rígida a uma duração estipulada do segundo estágio do trabalho de parto, como por exemplo, uma hora, se as condições maternas e do feto forem boas e se houver progresso do trabalho de parto.&lt;br /&gt;12. Parto operatório (cesariana).&lt;br /&gt;13. Uso liberal ou rotineiro de episiotomia.&lt;br /&gt;14. Exploração manual do útero depois do parto.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-1231699496517886794?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/1231699496517886794/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/03/recomendacoes-oms.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/1231699496517886794'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/1231699496517886794'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/03/recomendacoes-oms.html' title='Recomendações OMS'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-3502273326549966411</id><published>2009-03-11T20:26:00.000-07:00</published><updated>2009-03-11T20:27:28.644-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_6hWG2N8VXQc/SbiBGZ-cDKI/AAAAAAAAAJA/pQf1Kml-t_c/s1600-h/Logo+Parto+de+Gente.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 356px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_6hWG2N8VXQc/SbiBGZ-cDKI/AAAAAAAAAJA/pQf1Kml-t_c/s400/Logo+Parto+de+Gente.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5312137707535469730" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-3502273326549966411?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/3502273326549966411/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/03/blog-post.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/3502273326549966411'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/3502273326549966411'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/03/blog-post.html' title=''/><author><name>Glauber Piva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_6hWG2N8VXQc/SbiBGZ-cDKI/AAAAAAAAAJA/pQf1Kml-t_c/s72-c/Logo+Parto+de+Gente.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-7280557041281951136</id><published>2009-03-10T18:09:00.000-07:00</published><updated>2009-03-10T18:19:18.599-07:00</updated><title type='text'>Amamentação por mais Tempo Reduz o Risco de Enfarte nas Mulheres</title><content type='html'>Hoje o &lt;strong&gt;Jornal Estado de São Paulo&lt;/strong&gt; publicou uma reportagem sobre um estudo "Mulher que amamenta por mais tempo tem menos risco de enfarte". Esta pesquisa foi realizada com 89.326 mulheres que tiveram pelo menos um filho. Este é só mais um motivo para incentivarmos a amamentação dos nossos bebês por quanto tempo for possível!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reportagem apresenta várias curiosidades, informações e explicações. Vale a pena ler na íntegra. Acesse pelo link: &lt;a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090310/not_imp336152,0.php" target="_blank"&gt;http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090310/not_imp336152,0.php&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer forma deixo aqui apenas o primeiro parágrafo para que você possa sentir o sabor de toda a pesquisa. Veja abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Estudo publicado no American Journal of Obstetrics &amp;amp; Gynecology indicaque amamentar por 1 ano ou mais pode reduzir em 13% o risco deenfarte. O índice de proteção pode chegar a 37% quando o tempo dealeitamento, consideradas todas as gestações, ultrapassa dois anos. Obenefício foi observado em mulheres cujo último filho havia nascidoaté 30 anos antes. É a primeira evidência de que o tempo acumulado deamamentação pode influenciar a saúde cardiovascular no longo prazo."&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-7280557041281951136?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/7280557041281951136/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/03/amamentacao-por-mais-tempo-reduz-o.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/7280557041281951136'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/7280557041281951136'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/03/amamentacao-por-mais-tempo-reduz-o.html' title='Amamentação por mais Tempo Reduz o Risco de Enfarte nas Mulheres'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-2698978325976261324</id><published>2009-03-10T11:11:00.000-07:00</published><updated>2009-03-10T11:14:49.923-07:00</updated><title type='text'>Parto é vida!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Veja a reportagem escrita por Carla Arruda, doula aqui de Sorocaba e Itu. Suscinta, mas bastante interessante! Você pode encontrar essa reportagem também no link: &lt;a href="http://www.itu.com.br/"&gt;www.itu.com.br&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"O nascimento tem hora para terminar ou maneira certa de ocorrer"&lt;br /&gt;Atualmente o assunto parto normal ou parto natural tem tido espaço em diferentes programas de rádio e televisão, além de propagandas de incentivo do governo. Mas o que isso significa? Por que precisamos dizer que o nascimento é algo natural? Refletindo a respeito pensei em perguntar se alguém já tinha visto alguma campanha ou propaganda como "Alimente-se" ou "Exercite-se" e meu desencanto foi descobrir que sim, temos propagandas e campanhas para tudo isso. O que acontece conosco? Precisamos ser lembrados do que é viver?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho visto muito essa necessidade na minha atuação com gestantes na região, contexto que também se repete em muitas cidades de nosso país: mulheres pouco informadas e temerosas, sociedade descrente na capacidade natural da mulher de parir, falta de auxílio e compreensão por parte dos profissionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O parto tornou-se um evento com hora marcada, assim como uma reunião, ditado pelo milagre da medicina – a cesárea, seja pela suposta praticidade, ausência de dor ou ainda, a não possibilidade de um corpo sadio em parir – falta dilatação, bacia estreita, bebê preguiçoso e por ai vai. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que até 15% dos nascimentos necessitam ocorrer por cesárea, o que demonstra que esse procedimento sim é necessário, mas na minoria dos casos. No entanto, nosso país é campeão mundial de cesáreas, contrariando países de primeiro mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando não visto como um evento com hora marcada, o nascimento tem hora para terminar ou maneira certa de ocorrer – como se o natural tivesse protocolo -, trazendo consigo uma cascata de intervenções muitas vezes invasivas. A OMS também cita que muitos procedimentos hospitalares usados de forma rotineira devem ser resguardados a casos necessários – como o corte perineal (episiotomia) e a posição de titotomia (deitada).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Precisamos olhar para nós e para aquelas que carregam nosso futuro no ventre e entender que gerar uma vida é algo natural e fisiológico e não um procedimento ou protocolo, algo a ser medido e remediado. Já adianto que não proclamo o fim de pré-natal ou acompanhamento médico, mas falo em prevenção e promoção de saúde. As tecnologias devem estar a disposição a partir do momento em que uma mulher sadia passa a apresentar algum quadro patológico que necessita de apoio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mulher nasce, aprende a andar e comer, convive socialmente, amadurece e gera; parir também é um processo ativo comandado por seu corpo, instintivo. Uma mulher em trabalho de parto não necessita ser internada num hospital como quando estamos doentes e necessitamos que alguém nos ajude na cura. Ela precisa ser acompanhada, acolhida e se necessário, auxiliada, seja em sua casa, em uma casa de parto ou em uma maternidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Precisamos afirmar que o parto e o nascimento são processos naturais, pois a vida moderna nos pregou uma peça, tirando o direito aos nossos instintos e trazendo conseqüências ainda silenciosas, como a depressão pós-parto, recém-nascidos com problemas respiratórios e outros. Para isso, informar, questionar, oferecer redes de suporte como grupos, enxergar o outro como ser individual, exigir que direitos sejam respeitados e desmistificar esse marco na vida feminina e familiar me parece um caminho certo a trilhar, mesmo que longo. Assim como o parto, renovar conceitos é uma jornada que deve ocorrer no seu tempo e de forma natural. "&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Carla Arruda&lt;/strong&gt; é terapeuta ocupacional pela Universidade Federal de São Carlos, especialista em medicina chinesa e Acupuntura pelo CETN-Sorocaba e atua como doula pela humanização do parto e nascimento na região de Sorocaba e Itu. Coordena voluntariamente o Grupo de Gestantes na UBS Vila Hortênsia de Sorocaba e também é uma das organizadoras do Espaço Ishtar da mesma cidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-2698978325976261324?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/2698978325976261324/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/03/parto-e-vida.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/2698978325976261324'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/2698978325976261324'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/03/parto-e-vida.html' title='Parto é vida!'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-2352538075115579015</id><published>2009-03-08T10:20:00.000-07:00</published><updated>2009-03-08T10:34:07.084-07:00</updated><title type='text'>Água com Açúcar e Cólo de Mãe Amenizam a Dor</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Parece que a sabedoria popular mais uma vez tinha razão. Água com açucar e muuuuuito carinho amenizam a dor. Segundo matperia da Agência do Estado em São Paulo, um estudo comprovou esta saberodia milenar de nossos pais. Mas vale lembrar que o leite materno também amenizam a dor dos nossos pequeninos. Assim, pais que não querem dar água com açucar aos rescém nascidos, podem usar dessa outras estratégia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Estudiosos descobrem que água com açúcar e colo têm poder analgésico&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt; Agência Estado Em São Paulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) acabam de descobrir a fórmula de um poderoso analgésico, capaz de reduzir em até 50% as dores em recém-nascidos: o colo da mãe misturado à água com açúcar. A sabedoria popular foi comprovada cientificamente pelo Departamento de Pediatria da entidade, que analisou 640 bebês, pouco antes de tomarem a dolorosa vacina contra hepatite B - forma mais eficaz de proteger contra a doença. Todos os participantes eram saudáveis e foram divididos em quatro grupos. Uma turma recebeu só água com açúcar antes da injeção. Outra o colo da mãe. Na terceira foi aplicado o combinado entre as duas (colo e água) e a quarta não recebeu nenhuma das fórmulas. "Já existiam alguns trabalhos sugerindo que o contato pele a pele (entre mãe e filho) tinha efeito analgésico, mas nenhum com uma amostra tão significativa", afirma Ruth Guinsburg, orientadora do estudo, que foi conduzido em parceria com a pediatra Aurimery Gomes Chermont, professora na Universidade Federal do Pará.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas o contato com a pele da mãe já diminui a dor do bebê em 30%&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a id="linkpe_link1" href="http://cienciaesaude.uol.com.br/gravidez/"&gt;UOL GRAVIDEZ E BEBÊS&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;"Outra proposta nossa foi comprovar a eficácia da solução glicosada (água com açúcar). Concluímos que isoladas, as duas práticas diminuem em 30% a ocorrência da dor. Aplicadas juntas, os episódios dolorosos são reduzidos pela metade." Encontrar um analgésico eficaz e de baixo custo é uma necessidade, especialmente para as maternidades, locais onde poucas pessoas lembram que os pequenos pacientes precisam enfrentar passagens doloridas. Estimam os pediatras especializados em neonatologia que apenas nos primeiros momentos após o nascimento, as crianças enfrentam 100 episódios dolorosos, mas necessários para a saúde, como o teste do pezinho, a aplicação de injeção de vitamina K e coleta de material para exame. Em bebês prematuros internados em UTI são estimados 500 procedimentos que estimulam a dor. As informações são do Jornal da Tarde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://cienciaesaude.uol.com.br/ultnot/estado/2009/02/27/ult4513u2094.jhtm"&gt;http://cienciaesaude.uol.com.br/ultnot/estado/2009/02/27/ult4513u2094.jhtm&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-2352538075115579015?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/2352538075115579015/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/03/agua-com-acucar-e-colo-de-mae-amenizam.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/2352538075115579015'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/2352538075115579015'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/03/agua-com-acucar-e-colo-de-mae-amenizam.html' title='Água com Açúcar e Cólo de Mãe Amenizam a Dor'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-1574915101234105545</id><published>2009-03-08T09:29:00.000-07:00</published><updated>2009-03-08T09:43:42.079-07:00</updated><title type='text'>Tipo de Parto: Desejo X Resultados</title><content type='html'>Sabe-se que temos pouco espaço para realizarmos trabalhos de conscientização sobre os benefícios do parto normal com médicos obstetras, mas não podemos deixar nossa bandeira de lado. Vamos então trabalhar para o emponderamento de nossas mulheres, para que elas tenham informação suficiente para lutar e buscar aquilo que realmente desejam e que tras mais benefícios à ela e ao bebê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejam  mais um estudo realizado no SUS no Rio de Janeiro. Que oportunidade de trabalho temos junto à prefeituras!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"Trajetória das mulheres na definição pelo parto cesáreo: estudo de caso em duas unidades do Sistema de Saúde Suplementar do Estado do Rio de Janeiro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumo: No Brasil, as taxas de cesariana são bastante elevadas, principalmente nos serviços privados, estando provavelmente associadas a fatores socioeconômicos e culturais. O objetivo deste estudo foi descrever as características socioeconômicas, demográficas, culturais e reprodutivas de puérperas e os determinantes da decisão por parto cesáreo em duas unidades do sistema de saúde suplementar do Estado do Rio de Janeiro. A população foi composta por 437 puérperas que tiverem partos vaginais ou cesarianos nas duas unidades selecionadas. Os dados foram coletados por meio de entrevistas com as mães e consulta aos prontuários. Através de regressão logística não condicional, avaliaram-se os fatores associados à decisão por cesariana como via de parto, seguindo os modelos hierárquicos estabelecidos em três momentos definidos: no início, ao longo da gestação e no momento do parto.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Observou-se que embora 70% das entrevistadas não relatassem preferência inicial pela cesariana, 90% delas apresentaram esse tipo de parto.&lt;/strong&gt; &lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Verificou-se que, independente do desejo inicial da gestante, a interação com o serviço de saúde resultou na cesariana como via final de parto.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; Trabalhos educativos direcionados às gestantes e à população geral e mudanças no modelo de assistência ao parto podem ser estratégias promissoras para a reversão desse quadro. Palavras chaves: cesariana, saúde suplementar, pré-natal"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ARTIGO COMPLETO: &lt;a href="http://www.abrasco.org.br/cienciaesaudecoletiva/artigos/artigo_int.php?id_artigo=819" target="_blank"&gt;http://www.abrasco.org.br/cienciaesaudecoletiva/artigos/artigo_int.php?id_artigo=819&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-1574915101234105545?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/1574915101234105545/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/03/tipo-de-parto-desejo-x-resultados.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/1574915101234105545'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/1574915101234105545'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/03/tipo-de-parto-desejo-x-resultados.html' title='Tipo de Parto: Desejo X Resultados'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-7075048406304809104</id><published>2009-03-08T08:36:00.000-07:00</published><updated>2009-03-08T08:57:58.597-07:00</updated><title type='text'>Investimento na Mulherada!!!!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Hoje no dia internacional da mulher, quero compartilhar com vocês uma reportagem sobre um estudo que indica que "Investir em Mulheres dá Maior Retorno Social". É um estudo bastante importante para os nossos gestores públicos refletirem sobre seus investimentos. Já que o mesmo estudo aponta que 90% da renda recebida por nossas mulheres, elas revertem para sua família.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É por essas e outras que o Parto de Gente existe. Apoiar e emponderar nossas mulheres investindo em um momento de parto muuuuuuuito mais humanizado e reconfortante.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;"Investir e educar as mulheres e meninas de um País traz um retorno mais alto para o desenvolvimento local do que qualquer outra forma de investimento. Essa conclusão, resumo de uma série de estudos que tratam da capacidade das mulheres de agirem como agentes de transformação social nas comunidades onde vivem, não veio de grupos feministas ou organizações não-governamentais: é o resultado de um painel realizado no último Fórum Econômico Mundial conduzido por uma diretora do Banco Mundial, Ngozi Okonjo-Iweala.&lt;br /&gt;A conclusão no evento deu maior visibilidade para um tema que tem atraído a atenção de sociólogos, economistas, gestores públicos e organizações sociais - o chamado Efeito Feminino (The Girl Effect, como é conhecido em inglês). Em outras palavras, é o resultado do investimento nas meninas, desde a infância até a idade adulta, que a sociedade percebe.&lt;br /&gt;Até alguns anos restrito à observação de quem acompanhava a área, esse efeito aparece com maior frequência em números e pesquisas. Dados da Fundação Nike, por exemplo, mostram que a economia de um país cresce 3% a cada 10% de meninas que ele coloca no ensino básico. E, assim que passa a ter rendimentos próprios, a mulher gasta 90% de seu dinheiro com a família - ao contrário dos homens, que usam para isso 35%. Com sete anos a mais de educação, uma garota casará quatro anos mais tarde e terá dois filhos a menos.&lt;br /&gt;"A importância do investimento social na mulher é clara e comprovada para promover o desenvolvimento. Mesmo assim, ainda é muito pequena e há poucas ações em curso no Brasil", afirma Amália Fischer, coordenadora executiva do Elas, um fundo de investimento social que direciona recursos para projetos voltados para meninas e mulheres. "São as mulheres que assumem suas famílias, que educam seus filhos, que geram renda para suas casas e ainda há poucos programas que investem nelas."&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esta reportagem foi extraída do portal yahoo.com &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-7075048406304809104?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/7075048406304809104/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/03/investimento-na-mulherada.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/7075048406304809104'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/7075048406304809104'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/03/investimento-na-mulherada.html' title='Investimento na Mulherada!!!!'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-6141839191083145524</id><published>2009-03-04T17:02:00.000-08:00</published><updated>2009-03-04T17:12:48.700-08:00</updated><title type='text'>"O Parto é Delas!!!"</title><content type='html'>Quero compartilhar a reportagem "O Parto é Delas" publicado na Revista do Brasil (Out/2008) sobre a humanização do Parto. Além de lidas as fotos da matéria, ela é também, bastante informativa. Vale a Leitura. Segue o link de acesso: &lt;a href="http://www.agenciafotogarrafa.com.br/" target="_blank" rel="nofollow"&gt;www.agenciafotogarrafa.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até mais!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-6141839191083145524?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/6141839191083145524/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/03/o-parto-e-delas.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/6141839191083145524'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/6141839191083145524'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/03/o-parto-e-delas.html' title='&quot;O Parto é Delas!!!&quot;'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-3975366594329941021</id><published>2009-03-01T12:08:00.000-08:00</published><updated>2009-03-01T12:34:48.978-08:00</updated><title type='text'>Por que o Número de Cesáreas Não Diminuem???</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Em uma das listas de discussão da qual participo, uma das doulas mais reconhecidas do Brasil fez um comentário que eu acho que vale muito colocar aqui. É mais uma reflexão sobre alguns dos motivos do número de cesáreas não diminuir no nosso país.  Ela também esclarece alguns mitos que pela falta de informação nem sempre sabes a verdade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu espero que possamos ter cada vez mais informação sobre os benefícios e malefícios da cesárea e do parto normal, assim poderemos escolher com maior clareza e fundamento. Além disso, espero que tenhamos peito para levar nossa escolha até o fim, apesar das pressões. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Segue o comentário da Ana Cris, doula e obstretiz em São Paulo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Porque as taxas de cesárea não baixam? Não posso nem tenho condições de julgar a necessidade ou não dacesárea da Gisele, da Eliane, da Darliane, etc.. Só quem estava lá é que sabe. Só quem agora tem um corte para cicatrizar sabe o tamanhoda dor, etc... Mas eu queria comentar esse trecho de um e-mail que recebi de uma dessas mães, porque ele me ajuda a ilustrar o problema que estamos enfrentando:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"estava com 41 semanas e 1 dia (capurro 40,4)... Liquido =37 eIsabella alta, colo fino, apagado 80% mas fechado. O risco era paraa Isabella, o ultrassom mostrava uns 4.300kg, 4500 kg, mas ela nasceu com4.070 mesmo assim um bb grande, com 51 cm."&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu só posso falar da minha experiência aqui em São Paulo, com aequipe com quem trabalho mais, ok? Também posso falar das evidênciascientíficas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;1)&lt;/strong&gt; Cálculo de peso pelo ultrasom, não serve para nada. Pode falarque tem 5 kg, pode falar que tem 300 g. Não serve para nada. Nomáximo serve para avaliar de perto um caso de Restrição deCrescimento Intra Uterino, o que nitidamente não é o caso. Foraisso, só serve para deixar as pessoas nervosas e acreditando que "obebê não vai passar. Por aqui não se pede ultrasom de final degravidez, a não ser para avaliação de bem estar fetal após 41semanas (doppler e quantidade de líquido).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;2)&lt;/strong&gt; Peso. O peso por si só não é um problema. Anteontem nasceu um de4300g que a Cris acompanhou. Mês retrasado um de 4750g, primigesta. Outro dia um VBA3C de 4kg. Peso não é um problema, e enquanto nãocomeçarmos a pensar COLETIVAMENTE em como baixar a ansiedade daspessoas em relação ao tamanho do bebê, elas vão continuar indo para induções e cesáreas por medo do bebê grande que não vai passar (não estou falando que é o caso da Eliane, mas sim algo que acontece coletivamente).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3)&lt;/strong&gt; Indução: está aí um ponto nevrálgico. Qual é a indicação para se induzir um parto? 41 semanas e 1 dia? 41 semanas? Porque é que as mulheres estão se submetendo a induções que obviamente não vão funcionar? (aliás essa semana participei de uma indução fajuta com uma equipe que eu não conhecia, estou com a coisa entalada na garganta). Mais uma vez: indução é coisa séria. Tem risco da ocitocina (edema, sofrimento fetal, descolamento de placenta, etc), dificilmente funciona, especialmente em colo impérvio. Ela só serve para não ir para a cesariana com o útero pouco trabalhado. Mas me pergunto se realmente é necessário passar por esse banho químico antes da cesárea, que já está meio anunciada mesmo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4)&lt;/strong&gt; Data provável, data da última menstrução, data do ultra-som, data da cartomante, etc.. Pra que? Mulherada, se liguem! Data provável é DATA IMPROVÁVEL. Vamos começar a entender que essa data não serve para NADA! Serve apenas para balizar de longe. A maior ansiedade não é dos parentes, não! é a de vocês mesmas! E depois o bebê nasce com um capurro de 40 semanas, cheio de vérnix, etc... Bebês não passam mal dentro do útero, pessoal! Existem processos que demoram dias e dias para se instalar, não é assim, ele está ótimo com 41 semanas e de repente, no dia seguinte, CAPUT, passou mal, ficou cansado e se enforcou no cordão. O útero é um lugar seguro para o bebê. Eu tenho visto de forma recorrente as mães ficarem super duronas e poderosas até 38 semanas. Daí começa a piração. Com 40 semanas ela já acha que devia ter nascido. E com 41 semanas está disposta a transar com o Seu Zé da portaria, se alguém disser que ela entra em trabalho de parto. Está na hora da gente começar a se conscientizar que a gestação humana vai até 42 semanas. Aqui em SP tenho acompanhado partos de 41, 42 e até 43 semanas com bastante frequência. E se esperar, as mulheres entram em trabalho de parto, por incrível que pareça. E quando o bebê nasce, qual é o Avaliação pelo Capurro? 40, 41 no máximo!! Para baixar o número de cesáreas não basta "querer parto normal". Tem que assumir umas coisas bem difíceis mesmo. Tem que bancar na hora do pega, porque parto normal com 37 semanas, com 4 horas de trabalho de parto e 15 minutos de expulsivo, bebê de 2800g, até o Dr. Z. topa. E as mulheres também esperam na boa 37 semanas. Para baixar o número de cesáreas, precisa mergulhar de cabeça mesmo. Só para esclarecer, só usei esse trecho da mensagem da Eliane porque está à mão e é o exemplo mais recente das armadilhas nas quais caímos. Enquanto acreditarmos na nossa incompetência, continuaremos com essa batelada de cesarianas aqui na lista. Todas necessárias. Todas com excelentes explicações. Porém, por alguma razão, numa quantidade absurda, que nos remete aos princípios da lista. A mim, não chega a causar grandes problemas, já fiz minha cesárea estupidamente indicada, já tive meu parto normal hospitalar cheio de intervenções e não vou mais ter filhos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Agora é com vocês, se quiserem pular isso tudo. Com diz Michael Odent, uma cesárea é uma cesárea, não tem significado. A cesárea da Gisele, isoladamente não é nada, da Eliane, da Darliane,etc.. Uma cesárea é uma cesárea. O problema é quando metade da população mundial nasce de cesarianas. Pelo menos na nossa lista,acho que já chegamos nesse índice. O que está acontecendo com as nossas mulheres e os nossos bebês, enquanto espécie? O que vai acontecer com a gente?”&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;Ana Cris&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-3975366594329941021?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/3975366594329941021/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/03/por-que-o-numero-de-cesareas-nao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/3975366594329941021'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/3975366594329941021'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/03/por-que-o-numero-de-cesareas-nao.html' title='Por que o Número de Cesáreas Não Diminuem???'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-4475298029319386883</id><published>2009-02-28T14:49:00.000-08:00</published><updated>2009-02-28T18:32:30.854-08:00</updated><title type='text'>Sobre o Direito de Parir e Maternar</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;Gostaria de compartilhar com vocês a belíssima reflexão de uma mãe que está curtindo sua gestação do João  (36 semanas). O texto é um pouco longo, mas garanto que vale a pena!&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Sobre o direito de parir e maternar  &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;"Outro dia, eu estava numa reunião de trabalho, e a nossa Coordenadora, dentro de um contexto, mencionou o fato de que em breve eu vou parir. Aquilo despertou uma inflamada questão semântica dentro do grupo, começando por um amigo que corrigiu, dizendo que “parir é coisa de bicho”. Começaram então a procurar outro termo mais adequado para designar o que eu faria, afinal de contas. Sugeriram “ganhar bebê”. Marcos argumentou achar isso muito estranho, como se fôssemos chegar na maternidade levando um bilhete sorteado e seríamos então “contemplados” com um bebê, que traríamos para casa, (quase da mesma forma que se “ganha” um carro depois de pagar o consórcio.) O termo “dar a luz” também foi citado”. Mas argumentaram lindamente que, falando assim, parece que o bebê está por enquanto nas trevas, e isso também é uma idéia um pouco estranha. Enfim, como esse não era o verdadeiro foco da discussão na reunião, e apesar de estar fascinada com toda aquela reflexão, eu acabei dizendo que me sentia mais confortável em PARIR mesmo, já que isso me trazia uma idéia mais ativa sobre o meu papel na questão, afinal de contas...&lt;br /&gt;Mas daí tudo isso já tinha me aberto um leque de idéias sobre o assunto... Engraçado como nossa cultura vê o termo parir como obsceno. Essa palavra só é usada quando queremos ofender alguém: “é a puta que te pariu!”. Só as putas podem parir, e isso é muito sintomático. Pensar numa mulher gemendo, suando e eventualmente gritando é desconcertante. A sexualidade inerente num parto é difícil de se lidar, na nossa cultura... Mas isso não é diferente de todos os outros eventos femininos. “Mulher é um bicho esquisito, todo mês sangra”, como dizia a Rita Lee. Hoje temos teorias que dizem que a menstruação é completamente desnecessária e até mesmo prejudicial à saúde feminina, hoje temos “reposição hormonal” para lidar com os “horrores” dos sintomas do climatério na menopausa, e cesarianas assépticas e comportadas para libertar as mulheres do terror de passar por um parto. Mulheres começam a gravidez acreditando que terão um parto normal, e ao longo do caminho, subitamente, “mudam de idéia”, por causa de supostos “defeitos” que seu corpo apresenta: “meu médico disse que minha bacia é muito estreita, não tenho passagem”, não tive dilatação, meu bebê passou da hora de nascer... O útero feminino é um útero incompetente para manter os fetos, o leite materno é incompetente para manter bebês saudáveis, (e ainda vicia criança), o colo materno e inadequado e uma afronta à necessidade imperiosa de independência infantil... (ah, o mito da independência infantil!!)&lt;br /&gt;Ainda pretendo estudar sobre isso, mas tenho a sensação de que o mito da independência infantil, nos moldes que se conhece hoje, tem relação estreita com as novas expectativas profissionais sobre a mulher. No fundo, nossa cultura NUNCA deixou de determinar o que a mulher deveria ser e como deveria lidar com seu corpo, sua sexualidade, suas escolhas. O padrão mudou, mas não mudou a necessidade de seguir sem questionar.&lt;br /&gt;Gravidez não é doença!- diz a sociedade. E, nas entrelinhas, há a mensagem: A mulher grávida não tem direito a nenhuma condição diferenciada. Por mais que ela esteja aprendendo a lidar com um corpo totalmente diferente daquele a que se acostumou, por mais que seu “faro aguçado” possa, nesse momento especial sentir cheiros que ninguém mais sente, e passar muito mal com eles, por mais que o mundo devesse parar na primeira vez que ela sente seu filho se mexer dentro da barriga e ela percebe que sim, existe realmente um outro corpo, uma outra verdade consigo além dela própria... Isso não importa. Importa é não perder o ritmo produtivo, pois a “igualdade” entre homens e mulheres estabelece que a gravidez não pode fazer a mulher parar, e nem mesmo diminuir o ritmo de trabalho. (E, como tutora de curso à distância, com o tempo que tive para conversar com o meu corpo, sinto-me uma pessoa muito, muito privilegiada...) Se eu estivesse até agora pegando ônibus lotado para chegar ao serviço todos os dias, passando oito horas num trabalho estressante, chegando em casa com os pés inchados e imensa dor nas costas depois de longos períodos sem me alimentar direito, mal tendo tempo de me hidratar adequadamente, (esqueci de beber água) e sem sequer ter tido tempo de conversar comigo mesma em silêncio nem que fosse por 15 minutos, decerto já estaria há pelo menos duas semanas implorando por uma cesárea antecipada para me livrar do “peso incômodo” desse bebê que está na minha barriga... Eu tenho consciência que fiz escolhas diferenciadas, que me possibilitaram estar pensando em tudo isso, mas sei também o quanto isso é raro, e difícil...&lt;br /&gt;Há algum tempo, inventaram o raio do “mito do amor materno”. Questionou-se essa coisa da mãe amar o filho incondicionalmente. Disseram que esse amor não existe dessa forma, nunca existiu, e que tudo não passava de uma grande pressão social para cima da mulher, que se via obrigada a amar o filho e ser perfeita. E nesse conceito de “ser perfeita”, incluíram os “fardos” de acordar no meio da noite, amamentar, dar colo, estar em casa. Nada disso é necessário, já que, no lugar do “mito do amor materno”, apareceu o “mito da necessária independência infantil”.&lt;br /&gt;A mulher, dividida entre maternidade e vida profissional, quase sempre prioriza a segunda... Por escolha?&lt;br /&gt;Não é o que parece, no discurso delas... Por mais que isso tenha uma roupagem de “libertação feminina”, as palavras utilizadas pelas próprias mulheres estão repletas de imperativos: eu “tive” que voltar a trabalhar, eu “tive” que parar de amamentar... Mais triste ainda é ver uma mulher desmamar o filho de um mês de idade, preventivamente: “Eu comecei a dar NAN com um mês, porque minha licença-maternidade ia acabar, e fiquei com medo que ele não gostasse de outro leite, já achei melhor ir acostumando aos poucos, para ele não sofrer muito quando eu não estivesse aqui”. Ou então: “Não posso ficar pegando no colo, porque eu não estarei aqui no mês que vem, ele tem que aprender a ficar sozinho, para não sofrer quando eu voltar a trabalhar”. Até o pouco tempo que as mulheres tem para ficar com os seus filhos são usados preventivamente, para educar, “acostumar” a criança com a falta da mãe. Ele precisa entender logo que estará sozinho, precisará se virar sozinho, achar seus próprios caminhos...&lt;br /&gt;Porque nosso modelo social é como a Claudia Leite, que tem o filho em janeiro e em fevereiro está em plena forma, mulherão comandando o Carnaval de Salvador do alto de um trio elétrico... Afinal  de contas, gravidez não é doença, os filhos se criam sozinhos e as mulheres PRECISAM ser independentes, assim como as crianças também... Tudo o que questiona isso é doença emocional, é vício, é reprovável e não faz sentido em nosso dito mundo civilizado.&lt;br /&gt;Nessas horas, eu me sinto a própria mulher paleolítica, como diria minha amiga Ana Paula... Nada contra quem acredita em tudo isso, quem DESEJA voltar para o mercado quatro a seis meses depois do nascimento do filho... Mas, de verdade? Conheço pouquíssimas mulheres que desejam isso, sinceramente.&lt;br /&gt;Minha geração coincide com o apogeu da Nestlé. Quem tem por volta de trinta anos foi criado com leite ninho, danoninho, e junto, o mito da independência infantil de que a amamentação era desnecessária. Leite Ninho era bem mais “forte” que leite de mãe. Tinha a vantagem que qualquer um podia dar a mamadeira, e a criança já não teria então uma dependência emocional tão “prejudicial” com sua mãe. Essas crianças cresceriam aprendendo a ser independentes...&lt;br /&gt;Onde estão esses “seres independentes” hoje? A geração Nestlé, de todas que conheço, foi a que menos capacidade teve de fazer escolhas. Somos a geração mais infantil que já existiu. Na faculdade eu me divertia muito vendo mulheres com tom de voz e vocabulário completamente infantilizado. Nossos “independentes Nestlé” não se decidem a deixar de ser adolescentes, não decidiram o que fazer das próprias vidas, muitos moram com os pais e dependem financeiramente deles... Claro que toda generalização é burra, mas é impressionante a incapacidade que temos de escolher e assumir com autonomia as próprias escolhas que fazemos. Porque no fundo, mesmo com a precoce exposição aos desafios e dilemas do mundo adulto, jamais pudemos aprender realmente a “nos virar sozinhos”, como havia sido a intenção dos nossos cuidadores. Aprendemos sim, a sentir uma falta imensa de alguma coisa que ficou lá atrás, e que possivelmente jamais poderá ser completamente resgatada, algo como “a saudade que eu sinto de tudo o que eu ainda não vi...”   &lt;br /&gt;Por vezes isso tudo me parece tão infinitamente triste... Que todos os instintos femininos, acabem sendo vistos como obscenos, desnecessários, prejudiciais... Falta muito para um verdadeiro respeito às mulheres, que contemple a multiplicidade de desejos e expectativas naturais que elas acalentam...&lt;br /&gt;Bom, como sou uma pessoa que tem o privilégio de fazer escolhas, João terá direito a: Nascer de um parto que seja mais natural, humano e respeitoso. Eu acredito no amor incondicional. E eu acredito no amor incondicional que sinto pelo meu filho que nem nasceu. Não porque alguém me disse, mas porque não posso deixar de acreditar em algo que estou sentindo.&lt;br /&gt;E por isso, só por isso, poderei ensiná-lo que o mundo nem sempre é bom durante todo o tempo, mas ele sempre terá um lugar aconchegante e cheio de amor à sua disposição...&lt;br /&gt;Meu filho vai aprender que pessoas equilibradas não saem por aí batendo em quem as contraria, menos ainda se a constituição física da outra pessoa for infinitamente mais frágil que a nossa. Para ensinar isso, vou sempre conversar em vez de bater nele. Provavelmente, desse jeito, vai demorar bem mais tempo para que ele entenda, mas, quando ele entender, jamais vai esquecer. O aprendizado nada terá a ver com a raiva e humilhação que sofreu pelo caminho.&lt;br /&gt;A mesma coisa será com relação às frustrações. Ele saberá que nem sempre terei possibilidade de fazer-lhe todas as vontades. Não vou negar-lhe nada de propósito só para ensinar-lhe isso. Não é necessário. Haverá a ocasião em que realmente o atendimento imediato de seu desejo será impossível. E, diante da negativa, ele pode ficar bravo, pode chorar e gritar, porque esses sentimentos são legítimos e ninguém tem obrigação de nascer sabendo como lidar com eles. Mas ele também vai perceber que, com o tempo, aprenderá formas bem melhores de reagir...&lt;br /&gt;Eu vou passear na praça com ele, e vamos brincar juntos. Nos dias de calor, a gente vai brincar de jogar água um no outro, e se molhar inteiro e à vontade. E eu sei que esses momentos serão para ele muito mais inesquecíveis do que vários presentes que não vou comprar.&lt;br /&gt;Falando em momentos...&lt;br /&gt;Meu filho vai mamar no peito. Muito. Mamar exclusivamente, no mínimo até os seis meses, e continuar mamando enquanto quiser. Desfrutarei desses dias como se não houvesse amanhã. Porque sei que realmente não há. Porque nossa mania de não querer “perder tempo” não faz nenhum sentido para as crianças. E, pensando bem, também não faz sentido para mim.&lt;br /&gt;Quantas horas de sono “perderei” porque João quer mamar no meio da noite? Ou porque não está conseguindo dormir? Quanto tempo “perderei” quando tiver mil trabalhos pra fazer e João quiser que eu sente no chão e cante uma musiquinha com ele? Sempre haverá um tempo de dormir, de trabalhar, de ganhar mais dinheiro... Mas ele nunca mais vai ser bebê de novo. Nunca mais vai ser criança...&lt;br /&gt;Já na gravidez eu por vezes acordo no meio da noite, porque ele resolveu brincar, dentro da minha barriga. E esses momentos são tão preciosos e ricos! Nós conversamos. Eu não me importo de acordar no meio da noite para “brincar” com ele, para acolher a comunicação que ele pode me proporcionar agora. Pelo contrário, eu me alegro com essa possibilidade, Porque eu não tenho que acordar às quatro horas da manhã no dia seguinte, não preciso contabilizar cada minuto de sono “ganho”  ou perdido... No fundo há tão pouca coisa que importa de verdade na vida... Tão pouca coisa que importa pra sempre... E nossas escolhas acabam nos levando para caminhos de não-escolhas, para coisas que TEMOS que fazer... Sobra tão pouco tempo para o essencial...&lt;br /&gt;É muito maluco ser mãe. É tão maluco ter nove meses para elaborar esse estar-sendo..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Thais Stella&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(há 36 semanas com um bebê na barriga)&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-4475298029319386883?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/4475298029319386883/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/02/sobre-o-direito-de-parir-e-maternar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/4475298029319386883'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/4475298029319386883'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/02/sobre-o-direito-de-parir-e-maternar.html' title='Sobre o Direito de Parir e Maternar'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-6488442403148405811</id><published>2009-02-13T16:33:00.000-08:00</published><updated>2009-02-13T16:59:03.499-08:00</updated><title type='text'>Será que atrasar o Corte do Cordão Umbilical é Saudável?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Mais uma controvérsia de procedimentos que envolvem os primeiros momentos de vida dos bebês. Mais uma questão que devemo conversar com os médicos que nos acompanham no momento de parto. Mais um quesito para o nosso plano de parto. A Folha de São Paulo publicou uma reportagem sobre o Corte do Cordão umbilical. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Será que é mais saudável para o bebê que o cordão seja cortado assim que os bebês nascem ou será que é mais saudável que se aguarde por um ou mais minutos? Eduardo Knapp e Flávia Mantovanida comentam o assunto. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Atrasar corte do cordão previne anemia em bebês Estudo diz que demorar 1 minuto aumenta estoque de ferro e não leva a icterícia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Médicos contrários à espera dizem que o fato de o bebê receber mais sangue aumenta o risco de excesso de glóbulos vermelhos."&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Eduardo Knapp&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Folha Imagem&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Bebê no berçário do Hospital e Maternidade Interlagos, que permite que os médicos decidam quando cortar o cordão umblical &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Cortar o cordão umbilical assim que o bebê nasce é a conduta mais adotada na maioria das maternidades do país. Mas novos estudos sugerem que esperar um pouco pode aumentar os estoques de ferro e prevenir anemia nos recém-nascidos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pesquisa publicada nos "Cadernos de Saúde Pública", da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), comprovou o benefício. Foram acompanhados 224 partos: em 109 deles, foi feito o clampeamento (corte) imediato; em 115, esperou-se um minuto. Três meses após o parto, os bebês submetidos ao corte tardio tiveram um nível maior de ferritina (indicador da quantidade de ferro).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Isso ocorre porque, quando o cordão não é cortado imediatamente, o bebê recebe mais sangue da mãe. "Trata-se de uma das estratégias da Organização Mundial da Saúde para prevenir a anemia, um problema grande no primeiro ano de vida", diz a pediatra Jucille Meneses, vice-presidente do departamento científico de neonatologia da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria).Em 2007, uma revisão de estudos publicada no "Jama" (periódico da associação médica americana) concluiu que o corte tardio é melhor para o bebê.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Segundo a autora do estudo brasileiro, a pediatra Sônia Venâncio, do Instituto de Saúde da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, trata-se do primeiro trabalho nacional a fazer essa comparação. "Havia referências internacionais e quis ver se achávamos os mesmos resultados aqui", diz ela, que agora consolida os dados dos bebês aos seis meses.Venâncio optou pelo tempo de um minuto para conseguir a adesão da equipe da maternidade. "Mesmo com essa intervenção menos radical houve diferença no estoque de ferro."&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Polêmica&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A questão, porém, não é consensual. Especialistas afirmam que o fato de o bebê receber mais sangue aumenta o risco de ele ter policitemia (excesso de glóbulos vermelhos) e icterícia (coloração amarela gerada por excesso de bilirrubina) .&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para Eduardo Cordioli, obstetra e coordenador médico da maternidade do hospital Albert Einstein, o corte precoce é mais seguro. "Quando o bebê recebe muito sangue, não dá conta. Vários trabalhos mostram que ele precisa fazer mais fototerapia [para icterícia]. Acho perigoso abrir mão da segurança."Ele diz que o tema é controverso. "A gente deixa alguns segundos, limpa, corta com calma. Acho saudável esperar um pouco, mas com bom senso."&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No estudo de Venâncio, não houve diferença significativa no índice de problemas como icterícia entre os dois grupos. Para a pediatra Ana Lúcia Goulart, chefe da disciplina de pediatria neonatal da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), a intervenção é pouco efetiva. "O aporte maior de ferro é feito na gestação. A espera para clampear aumenta muito pouco a reserva do mineral."Ela diz que a maior diferença seria para crianças prematuras, que, como precisam de cuidados imediatos, não deveriam receber o corte precoce. Meneses, da SBP, discorda e diz que, segundo estudos, o corte tardio reduz a necessidade de transfusões sanguíneas e o risco de hemorragias intracranianas em prematuros.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para Meneses, a regra deveria ser o corte tardio, com algumas ressalvas. A SBP ainda não tem orientação sobre o tema."&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Flávia Mantovanida&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Reportagem Local&lt;/div&gt;&lt;a href="http://www1.%20folha.uol.%20com.br/fsp/%20saude/sd10022009%2001.htm" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www1. folha.uol. com.br/fsp/ saude/sd10022009 01.htm&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-6488442403148405811?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/6488442403148405811/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/02/sera-que-atrasar-o-corte-do-cordao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/6488442403148405811'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/6488442403148405811'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/02/sera-que-atrasar-o-corte-do-cordao.html' title='Será que atrasar o Corte do Cordão Umbilical é Saudável?'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-625029521064841491</id><published>2009-02-10T16:06:00.000-08:00</published><updated>2009-02-10T16:19:28.617-08:00</updated><title type='text'>Sistema Hormonal do Parto</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Vejam só que interessante o texto publicado no Guia do Bebê da UOL em fevereiro/2009. É uma matéria que explica todo o funcionamento hormonal da mulher ao longo da gestação e trabalho de parto. Inclusive o quanto interferências externas como ambiente agitado, luz forte, soro com ocitocina e anestesias interferem no funcionamento natural do corpo feminino.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"&lt;strong&gt;Como o corpo produz tudo o que é necessário para que o parto seja um evento seguro, e a conseqüência das interferências nesse processo&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É bem sabido que a vida na terra é composta de uma rede que interconecta todos os seres, onde um depende do outro para que o todo subsista. A própria natureza cria sistemas de auto-regulação que favorecem a vida. É como se fosse do próprio “interesse” do todo manter a reprodução dos seres vivos.&lt;br /&gt;Assim, é inato a cada fêmea do reino animal - como a cada mulher - um sistema reprodutivo perfeitamente organizado para a manutenção da espécie e para que gerar, gestar, e parir sejam experiências seguras para a mulher. Num parto sem perturbações, o próprio organismo humano se ocupa de produzir analgésicos (beta-endorfinas) que aliviam as dores do parto, ou de atingir um pico de ocitocina que previne hemorragia pós-parto, por exemplo.&lt;br /&gt;Mesmo sem receber informações sobre o que deve ser feito, sem ser “educado” para o parto, o corpo feminino será capaz de realizá-lo, da mesma maneira como realiza qualquer outra função fisiológica sem que haja necessidade de um comando racional para acionar esse mecanismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O parto é um evento fisiológico&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Em seus seminários, o obstetra francês Michel Odent lança sempre a pergunta: “qual é a parte mais ativa em uma mulher em trabalho de parto?” - o cérebro. É ele que comanda todas as contrações uterinas, a intensidade com que acontecem, o ritmo do trabalho; é o cérebro que acionará e liberará no organismo da mulher hormônios que vão além do nascimento em si, agindo na transformação da mulher (e todas as outras fêmeas) em uma mãe. Alguns hormônios atuam não apenas no nível físico, mas também no nível comportamental e emocional, como a prolactina, que ativa o instinto materno, ou as beta-endorfinas que criarão o laço de dependência e cuidado entre mãe e filho.&lt;br /&gt;Há milhares de anos esse mecanismo fisiológico tem permitido que a espécie humana se perpetue. As intervenções médicas nesse processo, contudo, têm acarretado partos difíceis, traumáticos, e com seqüelas comportamentais e emocionais, que se mostram seja nas mulheres com depressão pós-parto ou sentindo-se incapazes de cuidarem de seus filhos, seja na instituição de uma sociedade mais violenta, devido aos seus “novos integrantes” não terem recebido doses de hormônios previstos pelo cérebro.&lt;br /&gt;Hormônios sintéticos (utilizados para induzir e/ou acelerar o trabalho), analgésicos, epidurais, ou mesmo condições externas como luz forte, por exemplo, podem interferir nessa rede hormonal e interromper o encadeamento fisiológico e a seqüência do trabalho. Hormônios sintéticos causam efeitos físicos em determinada parte do corpo, mas não atuam no comportamento como os hormônios produzidos pelo próprio cérebro, além de possuírem uma ação isolada, não sendo regulados de acordo com o que está acontecendo no resto do corpo da mãe e do bebê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Hormônios naturais x Hormônios Sintéticos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Quando é ministrada ocitocina sintética a uma mulher durante o trabalho de parto, o número de receptores de ocitocina no útero é reduzido pelo corpo para prevenir uma estimulação em excesso. Isso significa que a mulher tem maiores riscos de hemorragia pós-parto, pois sua própria liberação de ocitocina, crítica nesse momento para contrair o útero e prevenir a hemorragia, será inútil devido ao baixo número de receptores.&lt;br /&gt;A ocitocina materna atravessa a placenta e entra no cérebro do bebê durante o trabalho, agindo para proteger as células cerebrais fetais “desligando-as”, e diminuindo o consumo de oxigênio em um momento em que os níveis de oxigênio disponíveis para o feto são naturalmente baixos. A ocitocina sintética, porém, não tem a capacidade de atravessar a parede placentária, e não atingirá o organismo do bebê.&lt;br /&gt;Outro efeito da ocitocina sintética é que as contrações produzidas por ela podem acontecer muito próximas umas das outras, impedindo que o bebê se recupere da pressão sofrida pelo útero. Em condições normais, o cérebro da mãe libera a ocitocina por meio de pulsações, e como os dois organismos – mãe e bebê - estão em comunicação durante o trabalho de parto por meio do fluxo sanguíneo comum, o cérebro conseguirá “ler” o nível de catecolaminas liberada na corrente sanguinea pelo bebê, regulando a intensidade e o ritmo das contrações de acordo com o nível de estresse vivido pelo bebê e pela mãe.&lt;br /&gt;Os níveis de todos os hormônios presentes no momento do parto são regulados de acordo com o andamento do trabalho e do estado físico em que se encontra a mãe e o bebê. A alteração de um só elemento desestrutura toda essa delicada rede, cujas conseqüências se estendem para o pós-parto, o aleitamento e a relação emocional entre mãe e filho. Nos momentos finais da preparação do bebê para o nascimento, os hormônios atuam para amadurecer os pulmões e regular o sistema termogênico (regulação térmica) do recém-nascido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os danos causados por interferências no sistema hormonal do parto&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Durante o período pré-natal, o cérebro do bebê está mais vulnerável a danos irreversíveis e estudos indicam que substâncias ministradas por volta da hora do parto, mesmo em pequenas doses, podem causar efeitos colaterais na estrutura do cérebro e na química do recém-nascido que talvez não sejam claros até a idade adulta.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os medicamentos ministrados à mãe entram imediatamente na corrente sangüínea e vão igualmente ao bebê, e alguns desses medicamentos serão absorvidos preferencialmente pelo seu cérebro7. A meia-vida das substâncias ministradas (ou seja, o tempo que se leva para reduzir em 50% o nível do medicamento da corrente sangüínea) é muito maior no organismo do bebê após o corte do cordão umbilical. A buvicaína, por exemplo (medicamento derivado da cocaína, usado como anestésico local), tem uma meia-vida de 2,7 horas no organismo adulto, mas cerca 8 horas em um bebê recém-nascido.&lt;br /&gt;Os medicamentos utilizados em procedimentos de rotina nos partos continuam agindo no corpo da mãe e do bebê por horas após o parto, fazendo com que a mãe esteja sedada no momento de seu primeiro encontro com seu filho, e que o bebê nasça sob efeito dessas drogas, o que causa um imprinting químico no seu cérebro. As conseqüências desse fenômeno poderão ser percebidas na vida adulta como tendência física em reviver tal sensação experienciada no parto, causada por essas substâncias anestésicas. O imprinting previsto pela natureza para o cérebro do bebê neste momento seria aquele realizado pela ocitocina produzida pelo cérebro da mãe e do bebê durante um trabalho de parto sem interferências.&lt;br /&gt;Para que o trabalho e o parto aconteçam de forma ideal, algumas medidas simples podem ser tomadas, que permitem que o sistema límbico (parte primitiva do cérebro, comum a todos os mamíferos) faça o trabalho de produção dos hormônios necessários ao parto e ao imprinting no cérebro da mãe e do bebê. O neo-cortex humano - a parte mais racional e moderna do cérebro, que quando em ação impede o perfeito funcionamento dos comandos do sistema límbico, que comanda as funções fisiológicas previstas para o parto9 - é estimulado por luzes fortes, pela construção de um raciocínio por meio da linguagem, pelo frio (libera adrenalina), e pela sensação de estar em risco. Evitar todos esses fatores é a condição básica para que o parto seja facilitado, e que o corpo coloque em ação o modelo fisiológico previsto para um parto seguro e prazeroso. "&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;por Letícia Koehler&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-625029521064841491?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/625029521064841491/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/02/sistema-hormonal-do-parto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/625029521064841491'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/625029521064841491'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/02/sistema-hormonal-do-parto.html' title='Sistema Hormonal do Parto'/><author><name>Gleise Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13729577006538279306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-3025945598317822500</id><published>2009-02-08T18:49:00.000-08:00</published><updated>2009-02-08T18:58:30.375-08:00</updated><title type='text'>Doulas</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O que é Doula?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;São profissionais especialmente capacitadas para oferecer apoio físico e emocional à mulher, estimulando e orientando a gestação, o parto e a amamentação saudáveis e conscientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Quais os benefícios do acompanhamento de uma Doula?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Maior harmonia da mulher com sua gestação e parto, que passam a ser vistos como etapas naturais à vida. Com isso, a mulher se sente mais segura, reduzindo o tempo do trabalho de parto, o uso desnecessário de anestesias, o número de cesarianas e das complicações obstétricas. Por outro lado, a interação mamãe, papai e bebê é estimulada, facilitando a amamentação e a satisfação com a experiência do parto e, conseqüentemente, reduzindo a incidência de depressão pós-parto.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;Como Funciona?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;• Encontros durante a gestação para ajudar na preparação do casal e no planejamento do parto. &lt;br /&gt;• Acompanhamento do trabalho de parto e nascimento em casa ou no hospital. &lt;br /&gt;• Suporte no pós-parto.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O que a Doula faz?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;• Orienta o casal, esclarecendo mitos, explicando termos médicos e procedimentos hospitalares, possibilitando assim escolhas conscientes e bem informadas.&lt;br /&gt;• Promove encorajamento, tranqüilidade, carinho e apoio à gestante antes e durante o parto&lt;br /&gt;• Oferece conforto físico por meio de massagens, relaxamento, técnicas de respiração, posições e movimentações que auxiliem o progresso do trabalho de parto e diminuição da dor e desconforto.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;O que a Doula não faz?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;• Não realiza qualquer procedimento médico ou clínico. &lt;br /&gt;• Não substitui qualquer dos profissionais envolvidos na assistência ao parto. &lt;br /&gt;• Não substitui o acompanhante escolhido pela parturiente. &lt;br /&gt;• Não discute procedimentos com a equipe médica ou questiona decisões.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-3025945598317822500?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/3025945598317822500/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/02/o-que-e-doula-sao-profissionais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/3025945598317822500'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/3025945598317822500'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/02/o-que-e-doula-sao-profissionais.html' title='Doulas'/><author><name>Glauber Piva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2485388152968637706.post-4636313727439769820</id><published>2009-02-08T18:47:00.000-08:00</published><updated>2009-02-08T18:48:17.679-08:00</updated><title type='text'>Parto de Gente</title><content type='html'>Parto de Gente é um programa de atendimento e orientação a mulheres (e homens) gestantes ou durante o período de parto e/ou pós-parto, seja pelo atendimento psicológico, aulas de yoga para gestante, massagens em bebes e, principalmente, por meio do atendimento de uma Doula.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2485388152968637706-4636313727439769820?l=partodegente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partodegente.blogspot.com/feeds/4636313727439769820/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/02/parto-de-gente.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/4636313727439769820'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2485388152968637706/posts/default/4636313727439769820'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partodegente.blogspot.com/2009/02/parto-de-gente.html' title='Parto de Gente'/><author><name>Glauber Piva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
